Quarta-feira, 22 de novembro de 2017

ISSN 1983-392X

"Palmas para esse juiz trabalhista que não se manteve alheio a verdade real do caso e foi além do que constava nos autos (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui). Na verdade, ele não merecia apenas palmas, mas merecia o Estado do Tocantins inteiro."

Jundson dos Santos Silva - 17/7/2017

"Parabéns ao dr. Vinicius (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui)! Todo tipo de abuso deve ser coibido e a inspeção judicial, em muitos casos, é imprescindível!"

Eliane da Silva Pereira Petrarchi - 17/7/2017

"E eu conduzi a diligência, Migalhas (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui)!"

Luciana Telesca - 18/7/2017

"Isto dá um alento, pois se percebe que está havendo uma 'indústria' de ações trabalhistas (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui)."

Vera Lucia Correa - 18/7/2017

"Agora só falta os juízes que, em casos, se consideram semideuses e julgam os processos da maneira que lhes melhor convém serem julgados e condenados por seus atos, aí sim começaremos a ter um Judiciário um pouco melhor talvez (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui)!"

Fernando Falk Sundl - 18/7/2017

"80% das reclamações padecem do mesmo vício (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui). O problema é que poucos juízes verificam e poucos que verificam, condenam em litigantes de má-fé. Por esse motivo a JT está do jeito que está."

Rogério Lima de Carvalho - 18/7/2017

"Sem tomar as dores da reclamante, mas gostaria de ver a rápida diligência desse magistrado para checar in loco, e punir, centenas de barbaridades cometidas por vários empregadores contra os míseros direitos que salvaguardam os trabalhadores (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui)."

Roberto Morais - 18/7/2017

"Acredito que é pouco provável que um funcionário se disporia a cometer perjúrio numa causa dessas (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui). Acredito ser muito mais plausivel funcionários da empresa com medo de represália mudarem seu posicionamento."

Arlindo Neto - 18/7/2017

"Os juízes do Trabalho, todos sabem (inclusive eles próprios), cometem erros sobre erros (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui). Absurdo! São os maiores responsáveis pelo desemprego. Se julgam professores de Deus. Interpretam a lei por si próprios. Cometem descalabros impensáveis. Difícil imaginar que possam querer conhecer a realidade prática como a deste conto. Mais cômodo para eles se acovardarem atrás de academismo retrógrado recebendo altos ganhos à distância infinita do que ganha o empresário honesto que realiza de forma concreta."

Ônei Torquato Ferreira - 18/7/2017

"Não discordo que litigantes de má-fé sejam condenados pelos seus atos e deduções temerárias, inclusive solidariamente com advogados inescrupulosos (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui). Entretanto, percebo uma condução pouco ética dos magistrados que só enxergam isso pelo lado dos reclamantes e, nunca, pelas falsas e infundadas defesas dos reclamados/empregadores, os quais deveriam ter o mesmo tratamento, como lecionava Costa Rego: 'É preciso que se olhe tanto para a esquerda quanto para a direita'!"

Edson Nuno Filho - 18/7/2017

"Não tenho conhecimento do feito, mas causa estranheza uma decisão nesse sentido (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui). Quando a empresa é notificada a comparecer em uma audiência, necessariamente toma conhecimento dos fatos. Certamente o advogado orientou a empresa a mudar os costumes. Lembrando: não conheço o processo, mas o simples fato de suspender a audiência para comparecer na loja para tirar como base os acontecimentos daquele momento é no mínimo estranho, pois o magistrado está vendo a situação do momento após a citação da empresa a compor o litígio."

Roldão Santiago Bandola de O. Filho - 18/7/2017

"Isto é Justiça (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui)!"

Tomaz A. L. Santos - 19/7/2017

"A sentença é correta, coerente e responsável (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui). Se todas as ações propostas com intenção de induzir juízes ao erro fossem sentenciadas como mitigância de má-fé, provavelmente o número de ações seria reduzido em 70%! Falo com conhecimento de causa, sou oficial da Justiça do Trabalho em Brasília, e no cumprimento dos mandados identifico a má-fé dos reclamantes, a má-fé dos advogados e a falta de ética geral. É lamentável!"

Laura Marcelino Martins - 19/7/2017

"Isto é a República de Curitiba (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui). Espero que os magistrados trabalhistas saibam e sigam este exemplo desta juíza curitibana"

Jose S. Messias - 19/7/2017

"Ainda tem gente honesta neste país e essa juíza dá um exemplo muito importante (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui). Parabéns."

Jorge Guillermo Barboza - 19/7/2017

"Graças a Deus uma magistrada toma uma decisão punindo não só o acusador como seus advogados (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui). Sabemos que este tipo de profissional é o que mais tem. Fui processado por uma secretária doméstica usando os mesmos argumentos, mesmo a magistrada sabendo que eu estava sendo explorado, mesmo assim me puniu. Tanto sabia que a indenização pedida pelo advogado do acusador de sete mil foi estipulada para pagar R$ 900,00, ou seja, é sabido claramente a intenção de explorar e estorguir o réu. Infelizmente não dá nada para o advogado que faz o processo. Muito feliz em saber que existe profissional que usa a lei com igualdade."

Laudio do Carmo Dias - 19/7/2017

"Onde está a OAB para defender os advogados criminosos (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui)?"

Orlando Mazzuli - 19/7/2017

"Sempre que possível quando o juiz tiver dúvidas quanto a idoniedade do reclamante, essa seria a forma mais correta para decidir uma sentença justa (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui)."

Adelcio de Souza Suek - 19/7/2017

"Parabéns à juíza (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui)! Até que enfim responsabilizando os advogados mal intencionados, na medicina vemos isso o tempo todo, processos infundados com o único objetivo de extorsão de dinheiro, pessoas que entram na Justiça alegam pobreza não podem ser processadas de volta quando confirmado que não houve erro ou culpa, e o profissional arca com todos os custos do processo além de horas de trabalho perdidas, sem falar no efeito moral e psicológico que isto traz para o profissional !"

Tânia Flores - 19/7/2017

"Fico feliz em saber que nem tudo em nosso país está perdido (Migalhas 4.154 - 17/7/17 - "Mentira tem perna curta" - clique aqui). Atitude justa é louvável desse magistrado. Meus aplausos e minha admiração."

Maria Adivani S. de Siqueira - 20/7/2017

"Seria bom que todos juízes do Brasil tivessem o mesmo discernimento, não apenas uma única juíza (diligentíssima) (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui)."

Frederico Ricardo Perez Silveira - 20/7/2017

"Ora, viva a juíza Jaqueline Veloso (Migalhas 4.155 - 18/7/17 - "Direitos e deveres - I" - clique aqui)! Deu-nos uma bela decisão sobre verdade e Justiça coisa incomum nesse país de poderes desacreditados! Veio em boa hora! Prova de que ainda há esperança! Parabéns!"

Antinio Walmir Fiock da Silva - 22/7/2017

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