Terça-feira, 12 de dezembro de 2017

ISSN 1983-392X

Servos da lei

de 3/12/2017 a 9/12/2017

"Ouvi a entrevista de Eros Grau dando conta que o 'juiz é servo da lei' (Migalhas 4.246 - 1/12/17 - "Migalhas na Conferência" - clique aqui). Considerando que a lei é feita de palavras, me veio uma dúvida. Será que é a mesma pessoa que escreveu as linhas que segue? 'A linguagem jurídica é construída, fundamentalmente, mediante a apropriação de palavras e expressões da linguagem natural. Ao contrário dos especialistas em outras ciências, não desfrutamos da vantagem de criar palavras novas, artificiais, como termos dos conceitos com os quais trabalhamos. Por isso, a linguagem jurídica, tal como a natural, é marcantemente ambígua e imprecisa — o que lhe confere um a textura aberta. As situações de imprecisão — que se manifestam quando não há limites precisos do campo de significação a que corresponde a palavra ou expressão — leva o jurista ao necessário exame dos chamados conceitos indeterminados, abertos ou práticos. As de ambiguidade — que se manifestam quando a mesma palavra ou expressão assume, em contextos distintos, diversos significados — impele-nos ao tratamento dos chamados conceitos plurissignificativos. O horizonte de indagações que desde aí se abre nos conduz às questões da discricionariedade e da interpretação'."

Rui Portanova - Desembargador no TJ/RS - 4/12/2017

"Prezado desembargador Rui Portanova, estamos em tempo de 'transformers', tipo humilde operário que vira chefe de quadrilha ou de tatibitate desvairada que se transforma em presidente da República (Migalhas 4.246 - 1/12/17 - "Migalhas na Conferência" - clique aqui). Ou partido que se apresenta como renovador de costumes que vira Igreja Universal de mentecaptos. Portanto não estranha se uma estranha figura, como o ex-ministro do STF citado, meter os pés pelas mãos. Aliás o STF transformou-se em ninho de 'transformers'. Barroso, Fux, Fachin, Rosa Weber, o decano verboso, Lewandowski o que são?"

Alexandre de Macedo Marques - 5/12/2017

"Alexandre de Macedo Marques, o humilde operário de suas ironias é o único brasileiro, do passado e do presente, a ser eleito duas vezes à presidência da República e a fazer sua sucessora, a qual também foi reeleita. Quando deixou o cargo tinha apenas 87% de aprovação e um pouco antes foi chamado de 'O Cara' justamente pelo presidente dos EUA. Não ha páreo para ele, contudo, se queres ser adversário, esteja a vontade, mas não tente retirar aquilo que a ele pertence."

Cidrac Pereira de Moraes - 6/12/2017

"A que custo, dr. Cidrac? A que custo?"

Abílio Neto - 6/12/2017

"Falou dr. Alexandre
Usando seu cosmolábio
E eu li seu comentário
Com um sorriso no lábio
E o que tenho a lhe dizer
É que o senhor é um sábio!"

Zé Preá - 6/12/2017

"Abílio Neto, vide que Gedel, Moreirel, Michel e Padilhel, também conhecidos como os quatro cavaleiros do Apocalipse, estão provocando alto custo para aprovar o que eles chamam de reforma, não há outra via, pois faltam-lhes legitimidade e capacidade. Já o governo do PT proporcionou melhorias como comida, casa, energia elétrica, transporte, calçados, escolas para milhões de Zé Coisa Nenhuma Pindorama afora, por isso os 87% de aprovação ao sair do governo e a preferência captada nas pesquisas de intenção de votos. Claro como um lago de água cristalina."

Cidrac Pereira de Moraes - 7/12/2017

"Cidrac, infelizmente não são ironias. 'O manto diáfano da fantasia' ideológica não consegue esconder a podre e cruel realidade da ladroagem de Lula e seus asseclas amestrados."

Alexandre de Macedo Marques - 7/12/2017

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