Quinta-feira, 24 de maio de 2018

ISSN 1983-392X

Artigo - Reflexões sobre uma abolição inacabada

de 13/5/2018 a 19/5/2018

"Ótima reflexão baseado em dados reais (Migalhas 4.355 - 14/5/18 - "Abolição inacabada" - clique aqui). Temos muito a melhorar pois houve a libertação dos escravos mas não houve uma política de amparo aos negros. Muitos ficaram sem nenhuma estrutura, principalmente os idosos e as crianças pois ao invés dos empregadores utilizarem a força do trabalho dos negros optou-se para a facilitação da vinda dos imigrantes para o Brasil. A sociedade brasileira deve muito aos negros por ter explorado tanto a troco de quase nada. Parabéns pelo artigo dr. Marcos da Costa!"

Fátima Siqueira de Sene Oliveira - 14/5/2018

"Acho que quanto mais se mexe nesse viés estatístico e de impor 'cotas' mais acirra a questão (Migalhas 4.355 - 14/5/18 - "Abolição inacabada" - clique aqui). Só com uma educação pública de qualidade como era nos anos 50/60 e as coisas se derem por concurso e não o 'QI' poderemos melhorar esse sentimento de racismo até por parte dos próprios que gostam de desfilar com loiras (os). Abolição inacabada é ter de trabalhar meses para pagar uma das mais altas cargas tributárias do mundo , sem a devida contrapartida do governo, do congresso e da justiça (todos em minúsculo!) onde não se tem educação e saúde de qualidade e que tiro foi esse? Pode ser um gosto musical ou mais um morto!"

Leinad Maia - 14/5/2018

"A incapacidade dos setores de esquerda (Gramnsci tá aí...) e de militantes de movimentos negros de enxergarem a abolição dentro de suas perspecitvas históricas (politicas, sociais, legais) do momento em que teve lugar é de uma má-fé abismal (Migalhas 4.355 - 14/5/18 - "Abolição inacabada" - clique aqui). Às vezes tenho a impressão que o mimimi desse pessoal é a personificação do 'sonho brasileiro' de uma boquinha através de benesses&jeitinhos. Aboliu-se o principio que cada um é responsável por seu destino e que há que existir esforço individual, superação, sacrifício, trabalho, responsabilidade, enfim, por seu destino. A lengalenga que não deram isto, não deram aquilo é estarrecedora. O Brasil, como país, como ente político e a classe política dominante, seja de direita, seja de esquerda, tem maltratado o cidadão. Seja ele branco, preto, amarelo. Segundo esses ativistas o governo tem de dar tudo. Acho que o ideal dessa malta é transformar todos os que acham que tem dívidas sociais em funcionário público. Trabalhem, esforcem-se, estudem, superem-se. Basta de mimimi que a abolição foi mal feita e duzentos anos depois temos que entregar o Estado. Por favor informem-se em que recanto do mundo a escravatura foi abolida com os cuidados reivindicados no século 21? Nos Estados Unidos? Nos dominios franceses, ingleses, holandeses? Chega de coitadismo. Em vez de samba, trabalho!"

Alexandre de Macedo Marques - 16/5/2018

"Data venia, puro besteirol, travestido de bom mocismo e politicamente correto (Migalhas 4.355 - 14/5/18 - "Abolição inacabada" - clique aqui). O escrito do dr. Marcos define o que é hoje a OAB. Em São Paulo e alhures!"

Alexandre de Macedo Marques - 16/5/2018

"Amado diretor, ouso dizer que gostei do artigo em debate (Migalhas 4.355 - 14/5/18 - "Abolição inacabada" - clique aqui). Para mim não basta o esforço individual para se dar bem na vida e ser dono do seu destino. Num país tão desigual como o nosso, não somente o negro precisa de um empurrãozinho. Os pobres (aí incluídos os brancos) também! Vejamos o problema da educação: pais abastados colocam seus filhos nos melhores colégios particulares porque não querem pagar o ensino superior deles. As vagas nas universidades públicas são desses filhinhos de papai que desfilam nos seus campus com carrões de último modelo. É justo isso? Pobres, negros, mestiços, etc. têm que recorrer ao FIES. Qual é o resultado disso tudo depois de vários anos? As universidades públicas tornaram-se fábricas de esquerdistas com seu corpo docente engajado. Até os negros que venceram na vida, que tem um grande exemplo no dr. Joaquim Barbosa, são mal vistos. Ele é tido como arrogante e preguiçoso. Um negro em cargo de chefia de alto nível é coisa rara na Receita Federal, MPF, Banco Central, PF e TCU, aliás é muito difícil um negro conquistar, por concurso, uma vaga nos quadros das carreiras mais bem remuneradas do Estado e que exigem grandes conhecimentos específicos, isso pelas mesmas razões que não ingressam numa universidade Federal. Ora, partindo-se dessa desigualdade social entre os concorrentes a cargos públicos, a meritocracia no Brasil é uma piada de profundo mau gosto."

Abílio Neto - 17/5/2018

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