Terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

ISSN 1983-392X

2006

Distrito criado com a denominação de Franco da Rocha, por decreto nº 6693, de 21 de setembro de 1934, no Município de Juqueri.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, Franco da Rocha é distrito judiciário do Município de Juqueri. No quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31-III-1938, o Distrito de Franco da Rocha permanece no Município de Juqueri.

Pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30-XI-1938, o Distrito de Franco da Rocha perdeu parte do território para o novo Distrito de Caieiras, do mesmo município.

Em 1939-1943, o Distrito de Franco da Rocha figura igualmente no Município de Juqueri. Elevado à categoria de município com a denominação de Franco da Rocha, por Decreto-lei nº 14334, de 30 de novembro de 1944, desmembrado de Juqueri, sede na Vila de Franco da Rocha. Constituídos de 2 Distritos: Franco da Rocha e Caieiras. Sua instalação se verificou no dia 01 de janeiro de 1945.

No quadro fixado, pelo referido Decreto-lei Estadual, para vigorar em 1945-1948, o Município de Franco da Rocha ficou composto dos Distritos de Franco da Rocha e Caieiras e pertence ao termo e comarca de São Paulo.

Lei Estadual nº 233, de 24 de Dezembro de 1948, cria o Distrito de Francisco Morato e incorpora ao Município de Franco da Rocha. No quadro fixado pela Lei Estadual nº 233, de 24-XII-1948 para 1949-1953, e Distritos, e no fixado pela Lei Estadual nº 2456, de 30-XII-1953 para 1954-1958, o Município de Franco da Rocha é constituído de 3 Distritos: Franco da Rocha, Caieiras e Francisco Morato.

Lei Estadual no 5285, de 18 de fevereiro de 1959, desmembra do Município de Franco da Rocha o Distrito de Caieiras.

Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o Município de Franco da Rocha é formado dos Distritos de Franco da Rocha e Francisco Morato. Lei Estadual nº 8092 de 28 de fevereiro de 1964, desmembra de Franco da Rocha o Distrito Francisco Morato.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído do Distrito Sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.

A comarca de Franco da Rocha consta atualmente dos seguintes municípios: Franco da Rocha e Caieiras 

Advogado de destaque na década de 50 :

  • Dr. Armando Pinto

O Dr. Armando Pinto, advogado e jornalista formou-se pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1920. Ocupando em 1930, vários cargos de confiança, Armando Pinto foi assinante do manifesto que fundou o Partido Democrático Nacional, participou também da fundação o Partido Constitucionalista e da União Democrática Nacional. Foi, um dos comandantes do 1º Batalhão da Justiça e da 81º Bateria de Bombardas, antiga arma de artilharia, a última unidade das tropas paulistas a regressar para cidade de São Paulo, depois de terminada a revolução de constitucionalista de 1932, pois combateu em Mato Grosso um mês após o 29 de setembro. Reeleito para a diretoria do Sindicato dos Proprietários de Jornais e Revistas do Estado de São Paulo, fundou em Caieiras, um bairro denominado Criciúma, que se transformou em uma verdadeira cidade onde favoreceu de vários melhoramentos, inclusive de um jornal, O Vida Nova. Foi sócio benemérito de várias entidades assistenciais e filantrópicas. Faleceu na Capital de São Paulo em 23 de julho de 1961.

Denominações Anteriores: Parada do Feijão, Estação de Juqueri.

Fundadores: Antônio de Sousa Delmundo.

Data da Fundação: Fins do século XVI ou princípios do século XVII.

Até o século XIX Franco da Rocha servia apenas de caminho para os bandeirantes que se dirigiam ao Estado de Minas Gerais e as suas terras eram todas constituídas de fazendas. Inicialmente era povoado do então Município de Juqueri. Com a construção da São Paulo Railway, que ligara Santos a Jundiaí, foi o povoado atingido pelos trilhos de ferro o que se deu em 1867 pela inauguração da estação de Belém e posteriormente da construção da estação de Caieiras, seguindo-se a de Franco da Rocha (Juqueri naquela época), em 1º de fevereiro de 1888, servindo daí em diante de acesso à vila de Juqueri. Em 1886, Filoteo Beneducci acalentando a idéia de encontrar ouro em um lugar denominado Pedreira (hoje, 4a Colônia) constrói até aquele local um caminho férreo disposto a fazer, em larga escala, exploração desse mineral. Foi, todavia, infeliz na busca do ouro, pois o minério ali encontrado não compensava o grande dispêndio monetário. Dedicou-se então à extração de pedras, efetuando embarques pela estrada de ferro, destinados a São Paulo, sendo essa a primeira indústria local.

Em 1890 instalou-se em Caieiras uma indústria de papel, nas propriedades pertencentes ao Coronel Antonio Proost Rodovalho, cujo estabelecimento ocupava a área de 36.000 km2. Foi um empreendimento de grande vulto não só no município, com em todo o país.

Mas, se Franco da Rocha tem a projeção que hoje alcança, é devido a instalação no município do hospital de alienados. Em 1852, em São Paulo, numa casa da Rua São João, foi fundado o primeiro hospício, destinado a abrigar os dementes que até então eram arremessados aos cárceres das cadeias públicas. Devido ao grande número de doentes que dia a dia mais se acentuava, o Governo do Estado adquiriu, em 1864, uma chácara na ladeira do Tabatinguera para onde transferiu os doentes, porém, com o escoar dos anos a chácara já não comportava o elevado número de doentes.

O Governo do Estado designou então, para solucionar esse problema, o Dr. Francisco Franco da Rocha que sugeriu que fosse adquirido um terreno à margem da linha inglesa, junto à estação do Juqueri. Feita a aquisição pelo Governo, de uma área de 150 hectares, foram iniciadas as obras para a construção da Colônia Agrícola de Juqueri, em 1895, sob a direção do arquiteto Ramos de Azevedo, com capacidade para 800 leitos. Inauguraram-na doentes vindos do hospital de Sorocaba. Posteriormente, foram adquiridas e incorporadas ao patrimônio do hospital, as Fazendas Cresciúma e Velha, pertencentes, respectivamente, a José Henrique de Carvalho e herdeiros de D. Francisca Pereira.

Em 14 de novembro de 1916, o Governo adquire de Ângelo Sestini que comprara de Filoteo Beneducci, as terras da 4a colônia, linhas, máquinas e usina elétrica. A usina do hospital, até 1939, forneceu luz à Estação de Juqueri quando então se verificou, para todo o município, o fornecimento de energia elétrica pela Empresa Elétrica Bragantina.

Em 1908 foi lançada a pedra fundamental para construção de Igreja Matriz, em louvor a Nossa Senhora da Conceição, padroeira do município.

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  • Origem do nome

Em homenagem ao Dr. Francisco Franco da Rocha.

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  • Personagens

Francisco Franco da Rocha

Em 1864 nasceu Francisco Franco da Rocha, na cidade Amparo. Filho do médico Joaquim Franco da Rocha e da dona de casa Maria Isabel Galvão Bueno Franco da Rocha, o médico que posteriormente deu origem ao nome da cidade, estudou o primário e o ginásio em São Paulo. A faculdade de Medicina foi cursada no Rio de Janeiro assim como a residência médica na Casa Eiras, considerada até então o melhor centro psiquiátrico do país.

Em 1893, já conhecido, foi admitido no Hospital de Alienados da capital paulista. Como o local não comportava adequadamente o número de pacientes e nem oferecia assistência médica de qualidade, Dr. Franco da Rocha começou aspirar por um grande hospital, em uma área que fosse possível um melhor tratamento aos doentes mentais do estado.

Foi então a partir das idéias e metas do médico que a cidade passou ser um centro de referência psiquiatria mundial. De acordo com a publicação Resumo da História de Assistência a Psicopatas no Estado de São Paulo, do médico Mário Yahn. Dr. Franco da Rocha lutou contra problemas sérios como falta de água, iluminação, falta de verbas para a contratação de pessoal competente e tantos outros, porém não se entregou. Pelo contrário, preocupou-se ainda mais como o aspecto médico-assistencial dos internos, atendendo pessoalmente a maioria dos doentes. Por isso, até hoje Franco é conhecida como cidade ciência e ternura.

Ainda segundo a publicação, a presença do Dr. Franco da Rocha para a construção e direção do hospital não significou apenas uma substituição administrativa, mas sim o alvorecer de um sistema de assistência moderna, uma visão social avançada e a própria psicanálise, cuja a Psicopatologia teve sua devida importância e tornou-se uma lei básica do mais recente modo de compreensão das concepções psiquiátricas.

Já idoso e doente e após dirigir o hospital Juqueri por cerca de 30 anos, Dr. Franco da Rocha, que também pertenceu à Academia Brasileira de Letras, aposentou-se da vida pública em 1923. No entanto, devido ao grande bem que fez pela psiquiatria mundial e pelo avanço e progresso da cidade, seu nome ficará parta sempre marcado, de alguma forma, no coração da comunidade local.

Coronel Antonio Proost Rodovalho

Antonio Proost Rodovalho, coronel Rodovalho, nasceu em São Paulo em 27 de janeiro de 1838. Dedicou-se ao comércio a partir de 1863. Em 1875 foi nomeado tesoureiro da Caixa Filiar do Banco do Brasil, e anos após assumiu a presidência da Diretoria do Banco Comercial de São Paulo. Como um dos fundadores da Associação Comercial e Agrícola, promoveu a primeira exposição provincial. Dentre os cargos que ocupou destacam-se o de presidente da Caixa Econômica, o de administrador das obras da Estrada de Ferro São Paulo-Rio e o de diretor da Companhia Ituana. Foi cooperador da organização de várias outras empresas comerciais e industriais. Foi também vereador de 1866 a 1870, tesoureiro da Santa Casa de Misericórdia e grau 33 na Loja Maçônica Capitular Amizade. Faleceu em 30 de dezembro de 1913, está sepultado no Cemitério do Araça.


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  • Locais históricos





Estação de Juquery


A estação de Juquery foi aberta em 1888 para atender à localidade desse nome. Mais tarde, renomeada como Franco da Rocha, que hoje tem um dos prédios mais bonitos e antigos da linha. Atende aos trens metropolitanos da CPTM desde 1994.










Parque Estadual do Juquery

Em 1989, o conjunto arquitetônico, o acervo documental e a área verde da Fazenda Juquery foram tombados pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT). Localizado na região noroeste do Estado de São Paulo, próximo á Serra da Cantareira, seus 1927,7 hectares ocupam áreas dos municípios de Caieiras e Franco da Rocha, formando um mosaico de Ilhas de Cerrado e de trechos da Mata Atlântica.

As áreas da Fazenda Juquery foram adquiridas com a implantação pelo Governo Ramos de Azevedo, do Hospital Psiquiátrico do Juquery e da Colônia Agrícola. Com o passar dos anos, e com a incorporação de outras áreas, a Fazenda se expandiu para ampliar o atendimento prestado pelo Hospital. Em cinco de junho de 1993, foi criado o Parque Estadual do Juquery em razão da necessidade de conservação de importantes remanescentes de vegetação nativa existentes no local, agregada com o objetivo do aperfeiçoamento da integração entre atividades voltadas para a saúde mental com o meio ambiente.

Represa Paiva Castro

Abastece cerca de 60% da população da região metropolitana de São Paulo, com magníficas paisagens por toda sua extensão, ideal para a prática de esportes náuticos e pesca.

Hospital Juqueri

Agricultura

Propr. agríc. existentes - 549

Propr. agríc. com menos de 20 alqueires - 510

Propr. agríc. de 20 a 50 alqueires - 22

Propr. agríc. de 50 a 100 alqueires - 11

Propr. agríc. de 100 a 200 alqueires - 2

Propr. agríc. de 200 a 500 alqueires - 1

Propr. agríc. de mais de 500 alqueires – 3

Variedade de culturas praticadas: Eucaliptos, pinheiros, árvores frutíferas, ortaliças e cereais em geral.

Valor global aproximado das propriedades agrícolas: Cr$ 75.000.000,00

Comércio

Número de firmas taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 262

Relação das consideradas grandes firmas:

Secos e Molhados, Ferragens e Louças: Alcides Pedroso & Cia, Alfredo Anzelotti, Braz Scalet, João Oliva, João de Túlio, José Brando.

Bar e Café: Alberto Anzelotti, Dionísio Cavalheri Cunha, João Oliva.

Restaurante: Alberto Anzelotti, Dionísio Cavalheri Cunha.

Sorveteria: João Oliva.

Fazendas e Armarinhos: Casa Carioca de Tecidos, Luís Meconi.

Móveis: Casa Carioca de Tecidos.

Açougue: Gerson Bicudo de Almeida.

Material Elétrico: Aracy Lara de Almeida, João Oliva, José Brando.

Papelaria: Aracy Lara de Almeida.

Material para construções: Irmãos Lanfranqui, João Oliva.

Calçados: João Rais.

Depósito de Carvão e Lenha: José Palma.

Empresa cinematográfica: João Rais.

Indústria

Números de indústrias taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 15

Capital invertido na indústria no município: Cr$ 120.000.000,00

Relação das consideradas grandes indústrias:

Indústria de Papel: Cia. Melhoramentos de São Paulo

Linhas e artefatos têxteis: Linharte S. A

Olaria: Cia. Fazenda Belém, Irmãos Lanfranqui

Fábrica de Calçados: Sapataria Enéas

Padaria: Padaria e Confeitaria Vieira

Fábrica de Doces: Padaria e Confeitaria Vieira, Laticínios Belém Ltda.

Fábrica de Móveis e Oficina de Consertos: Pedro Mission

Serviços de Autos e Câmara ardente: Empresa Funerária Seixas

Alfaiataria: Waldemar dos Santos

Coletoria Federal

Total de arrecadação do Imposto de Renda: Cr$ 154.322,30.

Idem do Selo de Educação e Saúde: Cr$ 22.550,00

Correios e Telégrafos

Classe de agência: 4 ª

Montante da última arrecadação: Cr$ 22.321,00 (1949).

Serviço de Reembolso Postal: Tem

Montante de arrecadação de taxas de Reembolso Postal: Cr$ 10.330,00

Outras agências postais existentes no município: Agência em Caieiras

Estradas de Ferro

Estradas de ferro que servem o município: Estrada de Ferro Santos a Jundiaí.

Distância entre o município e a capital: 35 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 50 minutos.

Custo de passagens entre a capital e o município: Cr$ 4,50 e Cr$ 3,10.

Números de trens diários entre o município e a capital: 15.

Estradas de Rodagem

Estradas estaduais que cortam o município: 1

Distância entre o município e a capital: 38 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 90 minutos.

Transportes rodoviários: Linhas de ônibus existentes: 1, servindo o itinerário Capital-Município. Número de viagens diárias nesse percurso: 4. Preço da passagem: Cr$ 7,00.

Orçamento Municipal

Orçamento Municipal para 1949: Cr$ 1.365.700,00.

Arrecadação em 1948: Cr$ 945.130,80.

Despesa em 1948: Cr$ 636.316,40.

Informações Político-Administrativas

Atual prefeito municipal: Vítor Júnior

Vereadores municipais: Alfredo Sestini, Josias de Souza Lima, Pedro Greco, Armando Pinto, Eduardo Guedes Casimiro, Abelardo Alves de Andrade, Ubijara Russiano, Antônio Milano Neto, Vitório Rossi, Cristalino Ortis Gomes, Osório Ferreira de Camargo e Pedro Rodrigues.

Realizações da atual administração: Criação de Escolas Municipais, proteção ao Curso de Alfabetização de Adultos, retificação do leito do Ribeirão Euzébio dando melhor aspecto a Rua São Carlos, melhoramento do sistema de iluminação de vias públicas e domiciliares, incentivação ao Esporte por intermédio da Comissão Municipal de Esportes, abertura de novas ruas.

Número de eleitores qualificados: 3.064

Zona eleitoral: 5
a

Seções eleitorais: 10

Número de eleitores que compareceram ao último pleito: 2.677

Educação

Escolas primárias: grupos escolares: 4, sendo 1 na sede, 1 em Belém, 1 em Caieiras e 1 na Fábrica de papel da Cia. Melhoramentos de São Paulo; número de alunos matriculados: 810.

Escolas urbanas: 5, com 200 alunos.

Escolas isoladas: 5 Estaduais, com 200 alunos e 6 Municipais, com 180 alunos.

Alfabetização de adultos: número de cursos: 7; matriculados: 175.

Associações Culturais: Culto a Instrução de Franco da Rocha

Associações Esportivas: Na sede: Clube Atlético Expedicionário, Associação Beneficente “5 de maio”. Em Caieiras: Clube Recreativo Melhoramentos, União Melhoramentos de São Paulo, Brasil Futebol Clube. Em Francisco Morato: Clube Progresso.

Associações Profissionais: Associação Comercial de Franco da Rocha.

Saúde

Hospitais existentes no município: Hospital Juqueri.

Serviços de Saúde: Posto de Assistência Médico-Sanitária Estadual.


Montante da arrecadação de selo de educação e saúde no último exercício: Cr$ 22.550,00.

Informações Urbanas

Números de prédios existentes: 1.050

Edifícios públicos: Prefeitura, Delegacia de Polícia Grupo Escolar da sede, Agência Postal.

Número de ruas: 25.

Imprensa: “Vida Nova”, fundado em 1936. Diretor: Dr. Armando Pinto.

Serviços Públicos

Iluminação e energia elétrica: A cargo da Empresa Elétrica Bragantina.

Telefones: Serviço da Cia. Telefônica Brasileira.


Cemitérios: Cemitério Municipal da Paixão, Cemitério do Hospital de Juqueri, Cemitério Municipal de Caieiras.

Bibliotecas: Culto à Instrução.

Informações Religiosas

Organização da Igreja Católica: Igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Capelas: 2 no Distrito de Caieiras e 1 no Distrito de Francisco Morato e outras em diversos bairros.

Organização da Igreja Protestante: Igreja Congregação Cristã do Brasil.

Organização dos Centros Espíritas: 4 núcleos espíritas e 1 escotérico.

Informações diversas

Médicos: Drs. Eduardo Guedes Casemiro, André Teixeira Lima.

Engenheiros: Dr. Witesindo Garcia de Freitas.

Dentistas: Drs. José Botelho e Arlindo Alves (sede) e Job Correia, no Distrito de Caieiras.


Farmácias: do Povo, Torres, no Distrito de Caieiras, farmácia pertencente à Cia. Melhoramentos de São Paulo.


Laboratório de Análises: Hospital Central de Juqueri.

Instalações de Raios X: Hospital Central de Juqueri.


Cinemas: Cine Juqueri, com capacidade para 230 pessoas. Cine Santo Antônio, com capacidade para 350 pessoas. Cine Melhoramentos, com capacidade para 250 pessoas. Cine Caierense, com capacidade para 200 pessoas, no Distrito de Caieiras. Cine Paratodos, com capacidade para 150 pessoas, no bairro de Pouso Alegre.

Corporações musicais: Banda de Franco da Rocha, pertencente ao Hospital Central de Juqueri. Corporação musical da Cia. Melhoramentos de São Paulo, em Caieiras.