Terça-feira, 17 de outubro de 2017

ISSN 1983-392X

2006

Antiga capela do Sr. Bom Jesus de Ibitinga, no município de Araraquara. Sendo elevada a freguesia, com o mesmo nome, em 1885, ficou pertencendo à comarca de Araraquara.

Elevada a vila, em 1890, continuou a pertencer à comarca de Araraquara; passou a pertencer à comarca de Boa Vista das Pedras, em virtude da lei nº80, de 25 de agosto de 1892, cuja sede foi fixada em Ibitinga, pelo decreto nº107-A, de 22 de setembro de 1892.

A comarca de Boa Vista das Pedras tomou o nome de Ibitinga, pela lei nº 319, de 4 de junho de 1895. Esta lei foi revogada pela lei nº 588, de 1º de setembro de 1898, que mudou a sede da comarca de Boa Vista das Pedras, de Ibitinga para Boa Vista das Pedras.

Pela lei nº 822, de 5 de agosto de 1902, a comarca de Boa Vista das Pedras tomou outra vez o nome de Ibitinga, com sede em Ibitinga. A lei nº 1.234, de 22 de dezembro de 1910, mudou o nome e a sede da comarca de Ibitinga para Itápolis, em virtude da interpretação que foi dada à mesma lei.

A comarca de Ibitinga, sendo restabelecida pela lei nº 1.887, de 8 de dezembro de 1922, foi instalada em 5 de março de 1923, compreendendo apenas o território desse município.

A lei nº 2.085, de 18 de dezembro de 1925, incorporou o município de Tabatinga e o decreto nº 9.775, de 30 de novembro de 1938, o de Novo Horizonte.

Foi desmembrado o município de Tabatinga, pelo decreto 9.775, de 30 de novembro de 1938 e incorporada, pelo mesmo, o de Borborema.


Ibitinga ficou pertencendo à comarca de:

Araraquara – 1885

Boa Vista das Pedras (Itápolis) – 1892

Ibitinga – 1895

Boa Vista das Pedras, depois Itápolis – 1898

Ibitinga – 1902

Itápolis – 1910

Ibitinga - 1922


A comarca de Ibitinga consta atualmente dos seguintes municípios:

Tabatinga e Iacanga

Advogados de destaque na década de 50 :

  • Dr. William Kortas
  • Dr. Carlos Camargo Abib

Paulo Ghiraldelli Jr., neto do dr. Carlos, define o avô.

“Na família materna, meu avô, Carlos Camargo Abib, foi rábula, mas antes de tudo um formador de advogados. Seu escritório, na pequena Ibitinga, no interior de São Paulo, funcionou como biblioteca (que ele transformou em biblioteca pública), local de trabalho e, sobretudo, como uma verdadeira escola de advocacia para os mais jovens. A estes, ele acolhia e ensinava aquilo que aprendera na prática como advogado tanto na cidade pequena quanto no Palácio dos Bandeirantes, quando lá serviu a convite do governador Adhemar de Barros3 e ganhou certa notoriedade. Minha avó materna, Maria Arruda Abib, era filha de “coronel” (líder político) de Nova Europa, cidadezinha entre Araraquara e Ibitinga”.

  • Dr. Waldomiro Racy

Denominações Anteriores: Vila do Senhor Bom Jesus de Ibitinga.

Fundadores: Miguel Pereira Landim e sua esposa Ana Custódio de Jesus.

Data da Fundação: Ano de 1866.

O início do século XIX marca como que o começo do povoamento da parte do Estado situada a oeste do eixo compreendido pelas estradas que ligavam São Paulo a Franca. A população migratória provinha da parte então mais populosa do Estado, a faixa litorânea próxima da cidade de São Paulo e da região do Vale do Paraíba, como também de outros Estados, principalmente Minas Gerais. Tal movimento migratório forneceu novos habitantes para as cidades em formação e também provocou a fundação de outras tantas cidades pela fixação de elementos em novas terras, num trabalho perseverante de desbravamento e colonização. Ibitinga surgiu de um desses esforços de procura de novas terras, pois foi conquistando os sertões de Avanhandava e tomando posse de vasta gleba, de cerca de 11 mil alqueires que José Antônio de Castilho e sua mulher Dona Ana Claudina do Sacramento localizaram-se na região a que chamaram Boa Vista, além dos “Campos de Araraquara”. Em 1842, chegaram de Santo Antônio do Machado (Minas Gerais) Miguel Pereira Landim e Pedro Alves de Oliveira – o “velho Amaro” e trabalharam nas terras de Castilho de 1842 até 1856 quando o segundo compra as terras de Joaquim Antônio de Castilho, que se estendiam do rio Soa Lourenço ao ribeirão dos Porcos.

Após essa compra uma nuvem de discórdia paira entre as famílias Landim e Amaro. Separaram-se os que até então estiveram irmanados pelo mesmo ideal. Esta última família se dirigiu para o local onde se ergue hoje a cidade de Itápolis e a primeira família instalou-se nas imediações da Cachoeira de Vamicanga, no rio Tietê. Porém, mal instalados no novo centro de suas atividades, os homens de Landim encontraram os contratempos da febre palustre e das emboscadas indígenas. A luta, tornando-se desigual, encaminha os desbravadores ao fracasso quando resolve Landim retirar-se para as margens do córrego São Joaquim, nas proximidades da foz do riacho Saltinho lançando os delineamentos da vila do Senhor Bom Jesus de Ibitinga.

Estava-se já pelo ano de 1866 quando fundaram o novo povoado e fizeram erigir uma capela em louvor do padroeiro. Com o correr dos anos a terra foi sendo cultivada e produzindo e o povoado prosperando.

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  • Origem do nome

IBI = Terra. (Ybi = ibi, ubu, bu, bo, vi, vu, vo) = terra, solo ou mundo.

TINGA = Branca. (tinga, tim, ti) = branco.

IBITINGA = Terra Branca.

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  • Personagens

Duílio Galli

Duílio Galli nasceu em 1930, na cidade de São Carlos, foi um dos fundadores do movimento artístico em São Paulo. Em 1969, foi exilado por problemas políticos e permaneceu na Europa expondo seus trabalhos. Já viajou pelo mundo e dessas andanças escreveu três livros. Além de possuir telas em acervos do mundo todo, como: Itália, África, Índia, Inglaterra e Estados Unidos. Em 1971, de volta ao Brasil, organizou o Museu De Ibitinga. Para isso, contou com a colaboração de grandes artistas como Volpi, Tarcila do Amaral, Geraldo Décourt, Gruzinski, Quirino da Silva dentre outros. O pintor já produziu duas Vias Sacras, uma delas exposta na Igreja Bom Jesus de Ibitinga e a outra, tema do teatro na USC, na cidade de Limeira. O artista já produziu mais de 1200 obras e atualmente executa vídeos de cultura e ecologia para emissoras de televisão regionais. Suas exposições percorrem o Brasil e vários países, desde 1966, tendo obtido diversos prêmios e reconhecimento da crítica.

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  • Locais históricos

Alambique Lorusso

Distante 4 km do centro, com boa via de acesso, é neste alambique que se encontra um dos mais antigos engenhos da região. Produz pinga de modo artesanal. A famosa pinga Guarani é fabricada de modo tradicional há quase cem anos neste alambique. A cana é produzida ali mesmo, passa pela moenda e seu próprio bagaço é aproveitado como combustível para o aquecimento da caldeira, que elabora a pinga pelo método a vapor, o mesmo desde o início do século.



Matriz do Senhor Bom Jesus


Localizada no centro da cidade, encontra-se na Igreja Matriz a obra "Via Sacra" do artista plástico Dicilio Galli.





Museu Duilio Galli

No Museu Duilio Galli há cerca de 130 obras: pinturas a óleo, gravuras, desenhos, serigrafias, esculturas acadêmicas, impressionistas, primitivas, etc. (artistas de renome: Tarsila do Amaral, Alfredo Volpe, Vinicius Pradella, Aldemir Martins, entre outros).


Rio Jacaré Pepira

Divisa com o município de Itaju. Distante 15 km da sede. As vias de acesso são as estradas municipais e a SP 304. É propício a esportes náuticos como botes, lanchas e esqui. Possibilidades de pesca peixes pequenos, localizado em área pública arborizada.


Represa da Usina de Ibitinga da CESP


Faz divisa com os municípios de Itaju e Iacanga, distante da sede 7 a 20km. Vias de acesso: diversas estradas municipais, SP 304 e SP 321. Propício a banhos, natação; esportes náuticos: lanchas e votes. Possibilidade de pesca: peixes pequenos, corimbatá e corvina. Localizada em área pública arborizada, com acesso ao público.



Rio Ribeirão dos Porcos


Faz divisa com o município de Borborema, distante da sede 22 km. Vias de acesso. Propício a esportes náuticos como: botes, lanchas e esqui. Possibilita a pesca de peixes pequenos como o dourado. Área pública com acesso ao público. Acesso fácil, não explorado turisticamente.

Rio Jacaré Guaçú

Atravessa o município, distante da sede 6km. Regular os meios de acesso, pela SP 304 estradas municipais. Propício a esportes náuticos, lanchas, botes e esquis. Possibilita a pesca de peixes pequenos. Localizado em área pública arborizada com acesso ao público. Não é explorado turisticamente.


Praças

As praças de Ibitinga fazem parte das atrações turísticas da cidade uma vez que são patrimônios históricos. A praça Rui Barbosa, localizada no centro da cidade em frente a Igreja Matriz, com construções de início, é tombada pelo CONDEPHAAT.


Estação de Ibitinga

A estação de Ibitinga foi construída em 1910, e serviu como ponta de linha do tronco da Douradense até 1936, quando a linha foi prolongada. Em 1949, passou a servir à Cia. Paulista, nova dona da ferrovia. Em 1966, voltou a ser ponta de linha, com a desativação do trecho que seguia para Novo Horizonte, e foi finalmente desativada no início de 1969, com a supressão do ramal.

Histórico da Linha: Em maio de 1894, foi entregue o ramal de Ribeirão Bonito pela Cia. Paulista, saindo da estação de São Carlos, no tronco, e com ponto terminal em Ribeirão Bonito, em bitola métrica. Em 1900, a Cia. E. F. do Dourado (Douradense) abriu uma linha que unia Ribeirão Bonito a Dourado, com bitola de 60 cm. Em 1910, o tronco da Douradense atingiu Ibitinga e no mesmo ano sofreu modificações, aumentando-se a bitola para métrica e alterando a ligação Ribeirão Bonito-Trabiju, colocando a estação de Dourado como ponta de um curto ramal. Somente em 1939 a Douradense prolongou a linha, chegando até Novo Horizonte. Em 1949, a Paulista adquiriu a Douradense, adicionando a sua linha-tronco ao ramal de Ribeirão Bonito, que agora ligaria São Carlos a Novo Horizonte diretamente. Em 1966, a linha entre Ibitinga e Novo Horizonte foi suprimida, e em 3 de janeiro de 1969, todo o ramal de Ribeirão Bonito foi desativado. Os trilhos foram retirados pouco tempo depois.

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  • Curiosidades

Ibitinga - Capital Nacional do Bordado

O processo de bordado em Ibitinga iniciou-se há mais de 50 anos, com uma senhora de origem portuguesa, da Ilha da Madeira. A mesma fazia lindos bordados a seus parentes e amigos. Há pouco mais de 10 anos, Ibitinga despertou interesse e verificou que possuía um grande complexo de micro-indústria. Seus líderes administrativos apoiaram a iniciativa das senhoras que em suas casas criaram o grande desenvolvimento do bordado e promoveram em 1974 a I Feira do Bordado de Ibitinga, conhecida como "A capital Nacional do Bordado" e no centro do estado é a maior produtora de bordados industriais do mundo. A cidade possui 6 grandes indústrias de bordados, 200 médias indústrias e mais de 1000 pequenas indústrias de bordados e conta ainda com 5 industrias de confecções e mantas resinadas de alta qualidade. A Feira do Bordado é realizada no mês de Julho sempre na 2ª semana e é o maior atrativo da cidade.










Hino

Salve Ibitinga
Salve, Ibitinga!

Salve! Salve!

Terra de encanto...

Que eu amo tanto...

Boa e Feliz...

Salve, Ibitinga!

Salve! Salve!

Terra de luz

Do Bom Jesus,

Que eu sempre quis

Salve, Ibitinga!

Salve! Salve!

Mãe brasileira!

Hospitaleira!

Terra gentil!

Salve o teu povo

Varonil!

Sempre de pé,

Cheio de fé,

Pelo Brasil.

Salve o Rio Branco, que na luta é sem igual

Salve o América, que foi o nosso campeão

Salve a Industrial, Comercial e o Normal

Salve o Colégio e o Primário

que do ensino é o coração!

Salve o brotinho que passa (fiu fiu)

Balzaqueana com graça (oba)

Salve os atletas do basquete!

Salve o esporte da raquete!

Vôlei e futebol de salão!

"Salve Ibitinga" é de autoria do maestro Fernando Arantes Brasil. Foi aprovado pela Lei Municipal número 930, de 8 de dezembro de 1969.

Agricultura

Propr. agríc. existentes - 784

Variedade de culturas praticadas: café, arroz, mandioca, mamona, feijão, algodão e cana de açúcar.

Valor global aproximado das propriedades agrícolas: Entre Cr$ 3.000,00 e Cr$ 6.000,00 o alqueire.

Comércio

Número de firmas taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 285.

Relação das consideradas grandes firmas:

Ferragens: Casa Carlos.

Padaria e Confeitaria: Bar e Padaria Glória, Bar Marabá, Brassirie Brasil, Bar Rio Branco.

Fazendas e Armarinhos: Casa Taufik, Casa Santos, Casa Sebastião Sahão, Casa Cruzeiros.

Artigos de couro: Casa Bocca.

Rádios: Casa Paulista, Casa Cruzeiro.

Secos e Molhados: Casa Novelli, Casa Santos, A Vencedora, A Fornecedora, Casa Paulista.

Cereais: William Kortas & Cia., Mercantil Ibitinguense, Máquina Santo Antônio.

Indústria

Números de indústrias taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 133.

Número de operários trabalhando nas indústrias: 314.

Capital invertido na indústria no município: Cr$ 5.698.267,00

Relação das consideradas grandes indústrias:

Laticínios: Laticínios Dalva.

Indústria de carne: Frigorífico Central.

Sabão: Indústrias Pinguin.

Calçados: Egídio Bocca.

Perfumes: Indústrias Herédia.

Farinha de Mandioca: Silvio Agrisani, Vítor Maida, Irmãos Montanari.

Bebidas: Gil, Sampaio & Silva Ltda.

Massas: Quevedo, Olinscki & Cia. Ltda.

Instrumentos agrícolas: Stefano Biava, Alberto Guilherme.

Bancos

Agências ou filiais de bancos do município: Banco do Estado de São Paulo, Banco de São Paulo, Banco Mercantil de São Paulo. Correspondente: Banco Comercial do Estado de São Paulo.

Caixa Econômica Estadual

Número de depositantes: 3.016 (em 28/2/1949).

Montante dos depósitos: Cr$ 9.936.243,50 (em 28/2/1949).

Coletoria Estadual

Arrecadação em 1948: Cr$ 2.906.319,10.

Coletoria Federal

Arrecadação em 1948: Cr$ 995.680,80.

Total de arrecadação do Imposto de Renda: Cr$ 284.401,30.

Idem do Selo de Educação e Saúde: Cr$ 46.348,00

Adicional: Cr$ 1.022,70.

Correios e Telégrafos

Classe de agência: 3.ª

Montante da última arrecadação: Cr$ 299.845,90.

Serviço de Reembolso Postal: Tem

Montante da arrecadação de taxas de Reembolso Postal: Cr$ 239.214,30.

Outras agências postais existentes no município: Agência do distrito de Cambaratiba.

Estradas de Ferro

Estradas de ferro que servem o município: Cia. Paulista de Estradas de Ferro.

Distância entre o município e a capital: 416 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 9,5 horas.

Custo de passagens entre a capital e o município: 1.ª classe, ida: Cr$ 126,40; ida e volta: Cr$ 202,80. 2.ª classe, ida: Cr$ 62,00; ida e volta: Cr$ 99,30.

Números de trens diários entre o município e a capital: 1.

Estradas de Rodagem

Distância entre o município e a capital: 392 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 7 horas.

Transportes rodoviários: Linhas de ônibus existentes: 7. Com sede no município: 4. Com sede fora do município: 3. Empresas de Transporte de Cargas: 1, servindo a linha município-capital.

Aviação

Localização do campo de pouso: 1.900 metros da cidade, direção NW.

Número de pistas: 1.

Capacidade das pistas e tipo: 700 metros.

Aero Clube: Tem.

Número de aviões de treinamento: 2 Paulistinha (C.A.P. 4).

Pilotos já brevetados: 41.

Orçamento Municipal

Orçamento Municipal para 1949: Cr$ 1.460.000,00.

Arrecadação em 1948: Cr$ 1.513.785,30.

Despesa em 1948: Cr$ 1.281.785,90.

Informações Político-Administrativas

Atual prefeito municipal: Dr. Vítor Maida.

Vereadores municipais: João Soares Arantes, William Kortas, Luís Neto Caldeira Filho, João de Oliveira Custódio, Áureo Miráglia, Olgo Franceschini, Septímio Montanari, Alberto Alves Casemiro, Roque Raineri, José Castilho Marques, Joaquim Flávio Pinheiro, Antônio Garibaldi Bolichini de Paula e Oscar de Carvalho.

Realizações da atual administração: Estão previstas e em vias de realização as seguintes obras: Continuação efetiva do calçamento da cidade, aquisição de uma motoniveladora, de grande porte e de uma caminhão basculante para reforma das estradas. Criação do Parque Infantil de Ibitinga, criação de 3 escolas municipais rurais, criação do Ginásio Estadual Miguel Landim, criação do 2º Grupo Escolar da sede, construção do prédio do Ginásio e do 2º Grupo Escolar, início da arborização da cidade, criação da Escola Profissional, criação da Escola Normal Municipal, colocação de uma balsa no Porto Cambaratiba, no Rio Tietê, reconstrução total da ponte sobre o rio Ribeirão dos Porcos, na estrada que liga Cambaratiba (distrito) a Borborema, reforma geral da ponte sobre o rio Jacaréguaçu, na estrada Ibitinga-Bariri, doação de terreno, para construção de um campo de pouso especial para linhas comerciais.

Número de eleitores qualificados: 3.158.

Zona eleitoral: 49
a

Seções eleitorais: 10.

Número de eleitores que compareceram ao último pleito: 2.721

Educação

Escolas secundárias: Escola Normal Municipal, Ginásio Estadual Miguel Landim e Escola Profissional.

Escolas primárias: grupos escolares: 2, sendo 1 no distrito de Cambaratiba; número de alunos matriculados: 807.

Escolas urbanas: municipais: 1. Estaduais: 1. Particulares: 1.

Escolas isoladas: Mantidas pelo Estado: 13. Mantidas pelo município: 14.

Alfabetização de adultos: números de cursos: 1; matriculados: 27.

Associações culturais e esportivas: América Esporte Clube, Esporte Clube Rio Branco, Aero Clube de Ibitinga.

Saúde

Hospitais existentes no município: Santa Casa de Caridade de Ibitinga.

Subvenções que recebe: Municipal: Cr$ 5.000,00 (1949).

Serviços de Saúde: Mantidos pelo Estado: Posto de Assistência Médico-Sanitária de Ibitinga.

Montante da arrecadação de selo de educação e saúde no último exercício: Cr$ 46.348,00.

Informações Urbanas

Números de prédios existentes: 1.067.

Edifícios públicos: Prefeitura Municipal, Fórum, Igreja Matriz, Hospital, Grupo Escolar, Coletoria Estadual e Centro de Saúde.

Número de avenidas: 2.

Número de ruas: 30.

Número de praças e largos: 4.

Número de jardins: 3.

Atrações turísticas: Ilha dos Amores, no rio Tietê.

Hotéis: Henrique, São Bento e Central.

Imprensa: “O Comércio”, fundado em 13 de junho de 1914. Diretor-proprietário: Wilson Racy. Revista “Ibitinga”.

Veículos licenciados: a motor: 155; tração animal: 803.

Monumentos: Belvedere e monumento Águia de Haya.

Serviços Públicos

Abastecimento de água: Serviço da Prefeitura Municipal, ligado a 540 prédios.

Rede de esgotos: Serviço da Prefeitura Municipal, lidado a 666 prédios.

Iluminação: A cargo da Cia. Paulista de Força e Luz, que cobra Cr$ 0.77 o quilowatt.

Energia Elétrica: Fornecida pela mesma Companhia, ao preço de Cr$ 0.33 o quilowatt.

Telefones: Serviço da Cia. Telefônica Brasileira, com 150 telefones ligados.

Calçamento: 13.163 metros quadrados.

Matadouro Municipal: Reses abatidas: bois: 2.741; porcos: 953.

Cemitérios: Municipal de Ibitinga e cemitério de Cambaratiba (distrito).

Bibliotecas: Pública Municipal, Paroquial Padre Bouillon e Miguel Landim.


Museus: Museu Paroquial “Padre Bouillon” (histórico).

Guarda noturna: Mantida pela população.

Informações Religiosas

Organização da Igreja Católica: Igreja Matriz, 4 capelas curadas e 1 capela comum pública. Paróquia subordinada ao Bispado de São Carlos.

Obras assistenciais mantidas pela Igreja Católica: Sociedade São Vicente de Paula e Associação das Damas de Caridade, que mantêm as vilas: São Vicente de Paula e Nossa Senhora das Dores.

Organização da Igreja Protestante: Igreja Adventista do 7º Dia, Igreja Cristã do Brasil e Igreja Evangélica Batista.

Informações diversas

Médicos: Drs. Áureo Miráglia, Flávio Pinheiro, Albino Quaresma Filho, Pedro Robert, Cícero Haddad, Carlos Barreto Padro e Dra. Hermínia de Almeida Haddad.

Engenheiros: Drs. Vítor Maida, Rosalbino Tucci e Plínio Parreira.

Dentistas: Drs. Oscar de Carvalho, Pedro Socanha, Walter Socanha, Daniel Ângulo, Orfeu Miráglia, Aristides Sales Pulino, Edson de Oliveira e Luís Rocha.

Farmácias: Santa Teresinha, Normal, Custódio, Coração de Jesus, Nossa Senhora Aparecida, São José, São Geraldo e São João (no distrito de Cambaratiba).

Laboratório de Análises: 2, anexos ao P.A.M.S. e Santa Casa de Caridade.

Instalações de Raios X: Anexo à Santa Casa.

Cinemas: Cine Teatro Rio Branco, com capacidade para 518 pessoas.

Corporações musicais: Banda 7 de Setembro.


Conjuntos orquestrais: Jazz Tapajós.

Grupo de amadores teatrais: Teatro Escola Procópio Ferreira.