Segunda-feira, 26 de junho de 2017

ISSN 1983-392X

2008

Antigo bairro da Ilha Grande, no município de Batatais. Elevado a distrito de paz, com o mesmo nome, em 1892, ficou pertencendo à comarca de Batatais.

Tendo sido mudado o nome de Ilha Grande para Jardinópolis, em virtude da Lei n°. 484, de 24 de dezembro de 1896, e elevado a município em 1898, à comarca de Batatais.

Ficou pertencendo à comarca de Batatais desde 1892 até 22 de agosto de 1965.

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Denominações anteriores: Ilha Grande.

Fundadores: José Theodoro Lima, Clementino José de Paula e Domiciano Alves de Rezende.

Data da fundação: 18 de janeiro de 1890.

Os desbravadores e fundadores do povoado que a 18 de janeiro de 1890 foi elevado a Distrito Policial com o nome de "Ilha Grande", atualmente município de Jardinópolis, foram os colonos Joaquim Araújo e Antônio Pereira. Dois anos depois, a 1° de dezembro de 1892, o Distrito Policial foi elevado a Distrito de Paz, por força da Lei Estadual n°. 115. A Lei n°. 484, de 24 de dezembro de 1896, modificou o nome do Distrito de "Ilha Grande" para o de "Jardinópolis", em homenagem ao grande brasileiro Silva Jardim. Pela Lei n°. 554, de 27 de julho de 1898, foi elevado à categoria de município, com território desmembrado do de Batatais, e como tal instalado a 9 de março de 1899. A Paróquia foi instalada em Jardinópolis em 21 de dezembro de 1898, e o município foi elevado à categoria de cidade pela Lei n°. 1.038, de 19 de dezembro de 1906.

Desempenhou papel preponderante na consolidação da cidade e do município o Sr. Domiciano Alves de Rezende, que foi um grande batalhador em prol da efetivação da cidade e aquele que traçou suas ruas.

O município de Jardinópolis foi criado com um só Distrito, o de igual nome, e somente em 1918, pela Lei n°. 1.632, de 27 de dezembro, foi criado o Distrito de Paz de Sarandi, antigo povoado do próprio município, verificando-se a sua instalação em 23 de julho de 1919. Esse Distrito da Paz passou a denominar-se "Jurucê" pelo Decreto-Lei 14.334, de 30 de novembro de 1944. Por este mesmo Decreto-Lei o município perdeu parte do território do Distrito sede para o de Sales Oliveira. A sede municipal de Jardinópolis se localiza numa planície circundada de colinas; possui ruas bem traçadas e bem calçadas. Há na flora e fauna do município plantas medicinais, frutas e pequenos animais de caça. Uma ramificação da Serra do Cajuru, de suleste a nordeste, faz parte da topografia do município. Jardinópolis pertence a comarca da Batatais (Zona Eleitoral). É Delegacia de Polícia de 4ª classe, pertencente à 2ª Distrito Policial (região de Ribeirão Preto). Em 3 de dezembro de 1955 contava o município com 4251 eleitores inscritos e 13 vereadores em exercício. A denominação local dos habitantes é "jardinopolenses".

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  • Origem do nome

Em homenagem prestada à memória de Silva Jardim.

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  • Personagens

Ricardo Lima

Nascido em Jardinópolis/SP, em 1966, o poeta e jornalista Ricardo Lima vive em Campinas, outra cidade paulista. Lima estreou em 1994 com o volume Primeiro Segundo (Arte Pau-Brasil). Em seguida, lançou Chave de Ferrugem (Nankin, 1999) e Cinza Ensolarada (Azougue, 2003). Seu trabalho mais recente é Impuro Silêncio (Azougue, 2006).

Desde o primeiro livro, a poética de Ricardo Lima se caracteriza pela dicção enxuta, na qual as palavras só comparecem na medida do essencial. Aparentemente, essa tendência à concisão vai-se tornando cada vez mais acentuada com a evolução do trabalho do poeta.

Os textos mais novos de Ricardo Lima parecem exigir sempre mais do leitor. A este é legada a tarefa de costurar os nexos, fazer as pontes entre um e outro verso, entre uma e outra imagem. O esforço deve ser ainda maior porque o poeta nunca dá títulos aos poemas. Os títulos, como sabemos, muitas vezes fornecem a chave do texto. É o caso, por exemplo, do sonetilho "Áporo", de Carlos Drummond de Andrade. Sem o título, o leitor deixaria de ter um ponto de referência fundamental

Talvez uma das chaves para a leitura da obra de Ricardo Lima esteja no título de seu terceiro livro: Impuro Silêncio. O poeta parece perseguir a extrema economia de meios, como quem busca a expressão no fundo do (quase) silêncio.

Ruy Barbosa Nogueira

Nasceu em Jardinópolis no dia 19 de setembro de 1919.

Fez o curso primário no Grupo Escolar dr. Washington Luís, em Batatais, e o secundário, parte no Ginásio São José, dessa cidade, vindo a concluí-lo no Ginásio Oswaldo Cruz, em São Paulo.

Ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo em 1941, onde bacharelou-se em 1945. Em 1963 alcançou a livre-docência de Direito Tributário nesta Faculdade e em 1965 conquistou a cátedra, também em Direito Tributário. Esteve, desde 1954, na regência da cátedra de Ciência das Finanças, agora Direito Financeiro, em substituição ao professor Carvalho Pinto.

Foi diretor da Faculdade de Direito - Universidade de São Paulo de 1974 a 1978, além de ter presidido a Comissão de Legislação e Recursos da Universidade de São Paulo. Foi professor de Direito Tributário Comparado no curso de pós-graduação e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Tributário.

Advogado militante por mais de 40 anos, é autor de diversas obras no extenso campo dos impostos, taxas e contribuições.

Obras Publicadas :

Da interpretação e da aplicação das leis tributárias. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1963; Direito financeiro: curso de direito tributário. São Paulo: José Bushatsky, 1964; Direito tributário: estudos de casos e problemas. São Paulo: José Bushatsky, 1969; Direito tributário comparado. São Paulo: Saraiva, 1971; Aspectos fundamentais do IPI e os vasilhames. São Paulo: Unidas, 1974; Direito tributário aplicado, em colaboração com Paulo Roberto Cabral Nogueira. Rio de Janeiro-São Paulo: Forense-EDUSP, 1975; Túllio Ascarelli e o direito tributário do Brasil. São Paulo: IBDT, 1979; IPI e ICM: a delucidação tecnológica; ICM e ISS: mercadorias e serviços; a base de cálculo; ICM e selo de controle. São Paulo: Resenha Tributária, 1981; Contribuições sociais e empresas urbanas e rurais. São Paulo: IBDT, 1985; Curso de direito tributário, de acordo com a Constituição Federal de 1988. São Paulo: Saraiva, 1989; IPI, ICMS, ISS, contribuição de melhoria. São Paulo: Resenha Tributária, 1991.

Aldo de Assis Dias

Nasceu na cidade de Jardinópolis, em SP, no dia 9 de abril de 1912. Formou-se na Faculdade de Direito do Largo de S. Francisco em 1936. Foi juiz substituto em Presidente Prudente e em Santos, depois de ser promotor publico em Eldorado Paulista.

Juiz de Direito em Ubatuba, S. Pedro e Capivari, transferido para a Capital, já como juiz de 3º Entrância em 1954. Em 1955 foi titular da 3º Vara Criminal da Capital e juiz de menores da Comarca de Santos. Em SP era o titular da Vara Privativa de Menores e efetivou uma série de inovações entre elas a Casa de Estar, a remodelação do Recolhimento Provisório de Menores, a instação de Vara Auxiliar na Zona Leste Centro de Observação Feminino, Serviço de Colocação Familiar e Serviço de Plantão Permanente, entre outras. Instalou ainda 17 subcomissariados de menores nos bairros periféricos, dos quais 10 com agencias do Serviço de Coloção Familiar. Faleceu em 9.5.74. 

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  • Locais históricos

Estação Ferroviária

O ramal de Igarapava foi aberto em seu primeiro trecho, em 1899, até Jardinópolis, a partir do local em que seria construída a estação de Entroncamento, um ano depois. Em 1905, chegou a Igarapava, então ainda Santa Rita do Paraizo. Em 1914, atingiria a linha do Catalão, já em Minas Gerais, pouco antes de Uberaba. O ramal atravessava as melhores terras de café do norte do Estado. Em fevereiro de 1979 foi fechado para cargas, e em 10/05/1979 para os trens de passageiros, e substituído pela variante Entroncamento-Amoroso Costa, que correria mais a oeste da linha velha e se tornaria então a continuação do tronco retificado da ex-Mogiana. Os trilhos foram retirados por volta de 1986, sobrando apenas as velhas estações, abandonadas ou com outras funções.

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  • Curiosidades

Cavalo Guarani

O cavalo Guarani, da pacata cidade de Jardinópolis, a 340 km de São Paulo, em 1987, provocou polêmica ao ter seu nome incluído na lista dos servidores inativos.

Com a Portaria 52/87 (do então prefeito José Luiz Gininho Marchio), Guarani, depois de puxar uma carroça com o lixo municipal do distrito de Jurucê durante 12 anos, ganhou direito a cocho privativo, provisões diárias de ração, frutas e capim, além de assistência de um veterinário e uma bióloga.

Ele também virou cartão postal da cidade. "Este é o protesto do prefeito contra a calamitosa vida do aposentado brasileiro", dizia o postal.

O cavalo faleceu em outubro de 2002, aos 39 anos. Em uma noite, Guarani caiu num rio e não teve forças para se levantar. Passou a noite toda na água. A baixa temperatura e a idade já avançada não o deixaram escapar com vida do acidente. Pobre Guarani.

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Agricultura

Propr. Agric. Existentes - 329
Propr. Agric. de 20 a 50 alqueires - 46
Propr. Agric. de 50 a 100 alqueires - 36
Propr. Agric. de 100 a 200 alqueires - 18
Propr. Agric. de 200 a 500 alqueires - 11
Propr. Agric. de mais de 500 alqueires - 11

Variedade de culturas praticadas: Café, algodão, feijão, arroz, milho, gergelim, frutas, etc.

Valor global aproximado das propriedades agrícolas: Cr$ 300.000.000,00.

Comércio

Número de firmas taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 250

Relação das consideradas grandes firmas :

Arroz: Racci & Cia., Yocio Kinsue & Inada, Marino Mariani, Sarquis & Cia. Ltda.

Milho: Racci & Cia.

Algodão: Marino Mariani, Sarquis & Cia. Ltda.

Secos e Molhados: Rufino Leira, Guido Poloni, Fernando Torrecilas, Alexandre Jorge Sarqui, José Staibano, Nicola A. Cimento & Cia., Mário Fregonesi, Viúva Marconi & Filhos, Mário Menezes Caran, Prada, Riul & Cia.

Fazendas e Armarinhos: Jorge Saud, Viúva Mário Abdo, Abud Abrão Miguel, Tufi Rassi, Manuel Saud.

Bar e Restaurante: Carlos Humberto Marconi.

Indústria

Número de indústrias tachadas no imposto de indústrias e profissões: 69.

Número de operários trabalhando nas indústrias: 300.

Relação das consideradas grandes indústrias :

Fábrica de Bonecas: Antônio Elias Said.

Aguardente: Antônio Rasteiro, Frederico Turatti, Cia Castro Prado, João Ribeiro, Luís Marino Mariani.

Cerâmica: Benedito Dispósito, Armando David & Filhos, Barbeiro & Cabral.

Olaria: Eugênio Lamonato, João Teodoro Lima, José Bertero, Orestes Berardo, Turíbio Berardo, Antônio Brigliadori, José Rossi, Yocio Kensue & Y. Inada.

Fábrica de Rapaduras: Jácomo Marincek.

Benefício de Arroz: Yocio Kensue & Y. Inada, Silvio Bonacorsi, Tonikiti Fukiozi.

Fábrica de Carrocerias: Mário Fregonesi, Sila Bertini, Viúva Daniel Zangrande, Francisco Scrideli.

Fábrica de Calçados: Egídio Garotti, Geraldo Conti.

Serraria: Nicola Facci & Cia.

Bancos

Agências ou filiais de bancos no município: Banco Arthur Scatena S.A., com sede na cidade de Batatais.

Caixa Econômica Estadual

Número de Depositantes: 1.887 (estimativa)

Montante dos Depósitos: Cr$ 4.400.000,00.

Coletoria Estadual

Arrecadação em 1948: Cr$ 1.490.000,00. (estimativa)

Coletoria Federal

Total de arrecadação do Imposto de Renda: Cr$ 329.806,80.

Idem do selo de Educação e Saúde: Cr$ 20.360,00.

Total da arrecadação federal: Cr$ 834.266,30.

Correios e Telégrafos

Classe de Agencia: 3ª.

Montante da ultima arrecadação: Cr$ 38.879,40.

Serviço de Reembolso Postal: Tem

Montante de arrecadação de taxas de Reembolso Postal: Cr$ 61.184,10.

Outras agências postais existentes no município: Agência pos tal do Distrito de Jurucê, de 4ª classe.

Estradas de Ferro

Estradas de ferro que servem o município: Companhia Mogiana de Estrada de Ferro.

Distância entre o município e a capital: 441 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 12 horas.

Custo de passagens entre a capital e o município: 1.ª classe: Cr$ 130,10; 2.ª classe: Cr$ 68,90.

Número de trens diários entre o município e a capital: 2.

Estradas de Rodagem

Estradas estaduais que cortam o município: 2.

Distância entre o município e a capital: 372 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 6 horas.

Estradas municipais que cortam o município: cerca de 300 quilômetros, ligando ao Distrito de Jurucê, município de Brodósqui e ligando os bairros da Matinha, etc.

Transporte Rodoviário: Antônio Lamonato, Empresa de Transportes de Passageiros, colocando esta cidade em comunicação com as cidades de São Joaquim da Barra, Orlândia, Sales Oliveira e Ribeirão Preto. Também diversos auto-ônibus que cortam a cidade, colocando-a em contato com as cidades vizinhas. João Said & Cia. Ltda., com transportes de carga, mantendo atividade comercial com os Estados de Goiás, Minas Gerais e a cidade de São Paulo, etc., bem como outras empresas de menor vulto.

Orçamento Municipal

Orçamento municipal para 1949: Cr$ 1.110.000,00.

Arrecadação em 1948: Cr$ 828.399,10.

Despesas em 1948: Cr$ 740.096,50.

Informações Político-Administrativas

Atual prefeito municipal: Dr. Virgílio Costa-curta.

Vereadores municipais: João Gomes de Oliveira, Luís Marino Mariani, Arlindo Marconi, Mário Brandeburgo de Oliveira, Almeirindo Francisco Mariani, Aurélio Gandini, Eugênio Lamonato, Bento Benedini, João Moreira da Silva, Galeno Santiago, José Augusto Bernardes, Itamar dos Santos e José Berteiro.

Realizações da atual administração: Instalação do Posto de Tracoma, instalação do PAMS, reforma completa na captação e linha adutora de água para consumo da cidade, nova captação de água no Distrito de Jurucê.

Número de eleitores qualificados: 2.126.

Zona eleitoral: 28.ª.

Seções eleitorais: 4.

Número de eleitores que compareceram ao último pleito: 1.800.

Educação

Escolas secundárias: Colégio Sagrado Coração de Jesus.

Escolas primárias: grupos escolares: 2; particulares: 1; número de alunos matriculados: 894.

Escolas isoladas: 19 estaduais e 3 municipais.

Número de crianças em idade escolar afastadas das escolas: 150.

Alfabetização de adultos: cursos: 7; matriculados: 226.

Associações culturais: Grêmio Jackson de Figueiredo.

Associações esportivas: Club Atlético Jardinopolense e Associação Olímpica de Jardinópolis.

Associações recreativas: Clube Recreativo Jardinopolense.

Saúde

Hospitais existentes no município: Hospital de Jardinópolis, mantido por instituições beneficentes.

Subvenções que recebem: municipal: Cr$ 5.500,00; estadual: Cr$ 34.533,00; federal: Cr$ 36.040,00.

Serviços de Saúde: Posto de Saúde e de Tracoma do Estado.

Montante de arrecadação do selo de educação e saúde no último exercício: Cr$ 20.360,00.

Informações Urbanas

Número de prédios existentes: 861.

Edifícios públicos: Câmara Municipal, Grupo Escolar, Cadeia Pública e Posto de Saúde.

Número de ruas: 30.

Número de praças: 7.

Número de jardins: 5.

Atrações turísticas: Rio Pardo, Lagoas Tamanduá e Matinha

Hotéis: Colombo.

Imprensa: “Correio da Semana”, fundado em 23 de maio de 1915. Diretor: Olivério Gomes.

Veículos licenciados: a motor: 77; tração animal: 707.

Monumentos: Obelisco em homenagem aos heróis da Independência do Brasil.

Serviços Públicos

Abastecimento de água: Serviço da Prefeitura Municipal, ligado a 800 residências.

Rede de esgoto: Serviço da Prefeitura Municipal, ligado a 600 prédios.

Iluminação: A cargo da Companhia Paulista de Força e Luz.

Energia elétrica: Fornecida pela Companhia Paulista de Força e Luz.

Telefones: O serviço telefônico é feito pela Municipalidade e pela Companhia Telefônica Brasileira, existindo 175 aparelhos instalados.

Matadouro Municipal: Tem.

Cemitérios: 2; um na sede e outro em Jurucê.

Guarda noturna: Mantida pela população.

Informações Religiosas

Organização da Igreja Católica: Paróquia sob a invocação de N.S. Aparecida, pertencente à Diocese de Ribeirão Preto, fundada em 21 de dezembro de 1898. Há no município, além da matriz de sede, uma igreja sob invocação da São Pedro, no distrito de Jurucê e mais 13 capelas em diversos bairros. Existem na matriz 8 associações com 2769 associados.

Obras assistenciais mantidas pela Igreja Católica: Asilo de São Vicente de Paula, mantido pela Conferência de São Vicente de Paula e patrocinado pela igreja.

Organização da Igreja Protestante: Congregação Cristã do Brasil, com um templo próprio e 334 membros.

Organização dos Centros Espíritas: Centro Espírita “Bezerra de Menezes”.

Obras assistenciais mantidas pelo Espiritismo: Asilo Esperança, para amparo à velhice necessitada.

Informações Diversas

Médicos: Drs. Virgílio Costacurta, Artur Costacurta, Saul Ruas Martins e Mário Guimarães de Barros Lins.

Dentistas: Drs. Carlos Corsini, João Moreira da Silva, Nilton Toscano, Laonte R. Vasconcelos, Jardiel Soares e Augusto Carlos Silva.

Farmácias: Popular, Nossa Senhora Aparecida, do Globo, e Santa Teresinha.

Laboratórios de análises: Hospital de Jardinópolis.

Teatros: Carlos Gomes.

Cinemas: Cine Eclair e Cine Carlos Gomes.

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