Segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ISSN 1983-392X

A Editora Unijuí entregou ao Papai Noel 7 obras. São elas:


  • 1 exemplar da obra "Relações Internacionais, Direito e Poder - Volume 1"
  • 1 exemplar da obra "Uma Introdução à Filosofia do Direito"
  • 1 exemplar da obra "História do Debate Ambiental na Política Mundial – 1945-1992"
  • 1 exemplar da obra "Brasil e Os Direitos Humanos, o - a Incorporação dos Tratados em Questão"
  • 1 exemplar da obra "Relações Internacionais, Direito e Poder – Volume II"
  • 1 exemplar da obra "Da Jurisdição à Mediação - Por Uma Outra Cultura no Tratamento de Conflitos - 2ª Edição"
  • 1 exemplar da obra "Direitos Humanos, Imigração e Diversidade"

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"Relações Internacionais, Direito e Poder - Volume 1 - Autor: Organizadora Odete Maria de Oliveira" - (432 p.)

Neste livro, a organizadora vem acompanhada por jovens pesquisadores que incursionam pelas Relações Internacionais estabelecidas por atores não estatais. Indagam sobre cenários, protagonismos, assimetrias, heterogeneidades, estruturas e dinâmicas que conformam um novo espaço/tempo como dimensão pouco conhecida das novas Relações Internacionais. Nestas, o Estado é assinalado como presença e ausência, proximidade e distanciamento. Ator ou espectro, essa figura que foi central na organização política e de poder na modernidade torna-se algumas vezes periférica — de fato e de direito —, impotente ante as novas concorrências engendradas pela globalização do mundo e pela emergência dos "locais" (organizações, relações, saberes, culturas, valores).

"Uma Introdução à Filosofia do Direito - Autor: Organizador Itamar Luís Gelain" - (368 p.)

Uma Introdução à Filosofia do Direito é um livro endereçado àqueles que estão iniciando seu contato com os temas da jusfilosofia, embora, talvez, ele possa auxiliar também estudantes de outros níveis e demais interessados. Tendo em vista tal propósito, dividimos a obra em três partes e destacamos em cada uma delas os principais filósofos de cada período histórico. Na primeira parte iniciamos com um texto introdutório sobre a Filosofia em geral e a Filosofia do Direito e na sequência tratamos da Filosofia do Direito nos períodos antigo e medieval, destacando os filósofos Sócrates, Platão, Aristóteles, Agostinho e Tomás de Aquino. Já na segunda parte abordamos a Filosofia do Direito no período moderno, a qual inclui discussões acerca da Filosofia de Hobbes, Locke, Rousseau, Kant e Hegel. Por fim, na terceira parte evidenciamos a Filosofia do Direito no período contemporâneo, a partir de uma apresentação e exposição do pensamento de Kelsen, Reale, Bobbio, Habermas, Rawls e Foucault.

"História do Debate Ambiental na Política Mundial – 1945-1992 - Autor: Fernando Estenssoro Saavedra" - (240 p.)

O presente livro é fruto de uma pesquisa que reposiciona o debate sobre sustentabilidade, desenvolvimento e meio ambiente. Este reposicionamento tem como núcleo central a afirmação de que a questão ambiental é também um tema perpassado pelas relações de poder. Nessa perspectiva, o autor resgata a trajetória histórica da crise ambiental e a conecta com os conflitos Norte e Sul e com as assimetrias das diversas regiões do planeta, destacando as contradições existentes entre nações desenvolvidas e países em desenvolvimento.

"Brasil e Os Direitos Humanos, o - a Incorporação dos Tratados em Questão - Autor: Helenice Braun" - (208 p.)

Com a presente obra a autora observa e comprova que a desnecessidade singular e universal da convalidação dos tratados que versam em matéria sobre direitos humanos adotada constitucionalmente no Brasil, apresenta-se apenas como mero discurso teórico, pois, na prática, o país executa com obrigatoriedade a incorporação desses tratados como se tratados tradicionais fossem, desconhecendo e negando a esses instrumentos tratamento diferenciado e de orientação de primazia internacionalista.

"Relações Internacionais, Direito e Poder – Volume II - Autor: Organizadora Odete Maria de Oliveira" - (343 p.)

No mundo — o poder mudou de direção e destinatário. É também resultado da revolução da informação instantânea, tecnologia de ponta e da estratégia de inusitadas inovações em rede, favorecendo e fortalecendo a todos os agentes usuários, tanto os pacíficos quanto os violentos, motivando formas de organizações transnacionais em dimensões globais. Esta fascinante e volátil fluidez em rede leva a indagar: Atualmente, o que é o poder? Onde está e quem o detém? Como se produz e reproduz na sociedade em que se vive? As Relações Internacionais ainda são desenhadas pelo modelo do poder político? Que tipo de poder e quem domina o mundo? Ao longo de seus textos, a presente obra ocupa-se com estas questões polêmicas, constituindo perguntas de pesquisa.

"Da Jurisdição à Mediação - Por Uma Outra Cultura no Tratamento de Conflitos - 2ª Edição - Autor: Fabiana Marion Spengler" - (272 p.)

Em tempos de "efetividades meramente quantitativas", em que as instâncias que compõem o establishment do Judiciário substituem as coisas e as causas (dos cidadãos) por enunciados metafísicos (súmulas, verbetes e repercussão geral), transformando, assim, a aplicação da lei em uma perigosa tecnicização, o livro de Fabiana Marion Spengler busca encontrar caminhos alternativos ao vírus da cronofobia e da factumfobia que atravessa e toma conta da administração de justiça. Lamentavelmente, não há mais causas...; há somente teses...; e conceitos...! Paradoxalmente, quando chegamos à "era da técnica", parece que resvalamos de volta à pré-modernidade. Então: Como encontrar efetividades qualitativas? Como dar respostas aos conflitos? E em que tempo? De que modo, a pretexto de resolver os conflitos, o sistema jurídico os multiplica e, por vezes, eterniza-os? Na hermenêutica, o consenso não é critério para a verdade, mas a verdade é critério para o consenso. A autora busca mediações como práticas comunicativas que gerem participação consensuada. E, nisto, há uma boa pitada de verdade (no duplo sentido). Talvez nesse "ponto de estofo" entre substância e procedimento é que possa estar a saída.

"Direitos Humanos, Imigração e Diversidade - Autor: Alfonso de Julios-Campuzano, André Leonardo Copetti Santos e Doglas Cesar Lucas" - (192 p.)

Ao reforçar a ideia de unidade, o Estado moderno institucionalizou a diversidade como ameaça e algo a ser combatido. A pertença à comunidade é condição de possibilidade para acessar o seu estatuto jurídico-político. O estrangeiro, o imigrante, o refugiado, é o resultado objetivo da noção de identidade nacional como única possibilidade de acesso. Eles reforçam a ideia de pertença numa lógica ambivalente: conformam sua presença na relação com o seu oposto. O imigrante fortalece a posição do cidadão nacional e vice-versa. A universalidade dos direitos humanos, em termos idealistas, conduzida por estratégias jurídicas nacionalistas, não dará conta do avanço da mobilidade humana em termos globais e da gama de diversidades que ela carrega consigo. As instituições modernas e suas grandes narrativas alimentam-se do valor ambivalente da diferença e do estranho, reforçando nacionalismos e reafirmando fronteiras de todos os tipos. As cercas, as divisas, os muros, que separam Estados e regiões, são o sintoma de uma castração que impede acessos e que tem sido mais potente que a hospitalidade e a solidariedade, tão defendidas nas declarações de direitos humanos.





PS
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