Quarta-feira, 22 de novembro de 2017

ISSN 1983-392X

A Editora Unijuí entregou ao Papai Noel 5 obras. São elas:


  • 1 exemplar da obra "Sociologia Jurídica"
  • 1 exemplar da obra "Fundamentos Políticos da Mediação Comunitária"
  • 1 exemplar da obra "Uma Introdução à Filosofia do Direito"
  • 1 exemplar da obra "Princípios do Direito Internacional"
  • 1 exemplar da obra "Estado e Constituição"

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"Sociologia Jurídica - Autor: Enio Waldir da Silva" - (304 p.)

A Sociologia estuda as relações sociais, produtoras das sociabilidades humanas e os resultados destas na configuração da sociedade. Além de interpretar as forças sociais que agem sobre as pessoas, nos seus grupos e sociedades, também interpreta os discursos e pensamentos relativos a estas forças. Neste livro, interessa mostrar que a Sociologia Jurídica contribui para entender o Direito como um dos fatos sociais mais pertinentes da atualidade histórica, formado de elementos-forças capazes de constituir a sociedade, consolidar convivências humanas e organizar o todo social. No Direito, há sempre referências às relações sociais que se desenvolvem em sociedade, e da mesma forma, onde existem relações sociais pode ser encontrado o Direito. Em cada povo o Direito influenciou no modo de ser da sociedade.

"Fundamentos Políticos da Mediação Comunitária - Autor: Fabiana Marion Spengler" - (272 p.)

"A dimensão filosófica da mediação é a verdadeira descoberta que um estudioso encontra enquanto se ocupa de "projetar" institutos e práticas do jogo mediatório. A descoberta não é um fim em si mesma e destinada a viver em um ambiente rarefeito de conceitos, mas dá espessura e profundidade às escolhas de políticas públicas relativas à gestão e resolução dos conflitos. Fabiana Marion Spengler fez-me compreender essa conexão e a desenvolveu com inteligência. O que emergiu foi uma primeira tentativa, e eu penso que não de muitas, de uma teoria geral da "mediação". A mediação é um nó (ligação) linguístico que atravessa os grandes temas do pensamento clássico e é provada pela persistência semântica que as suas "palavras" constantemente atestam. Assim, faz-se necessário encontrar outras dimensões capazes de reavivar a análise: a sugestão do livro é clara. Tempo e espaço, categorias aristotélicas, são aquelas que explicam o significado e o desafio teórico da mediação. Aqui encontra-se o tema das com-munitas; tempo e espaço, ao mesmo tempo, caracterizados pelo munus, dever e jogo do presente. Assim, os conflitos reúnem a comunidade e a forma de estar "entre" o conflito nos dá a medida da mediação. O tribunal tem outros lugares, em milhas de distância: o juiz é "terceiro" e "imparcial", a sua linguagem é uma metalinguagem, o mediador é este e aquele que está entre as partes, fala a mesma língua do conflito. O juiz decide, o mediador "traduz"." Eligio Resta Doutor, professor ordinário da Università Degli Studi di Roma Tre.

"Uma Introdução à Filosofia do Direito - Autor: Org. Itamar Luís Gelain" - (368 p.)

Uma Introdução à Filosofia do Direito é um livro endereçado àqueles que estão iniciando seu contato com os temas da jusfilosofia, embora, talvez, ele possa auxiliar também estudantes de outros níveis e demais interessados. A obra é dividida em três partes e destaca-se em cada uma delas os principais filósofos de cada período histórico. A primeira parte inicia-se com um texto introdutório sobre a Filosofia em geral e a Filosofia do Direito e na sequência trata-se da Filosofia do Direito nos períodos antigo e medieval. Já na segunda parte aborda-se a Filosofia do Direito no período moderno. Por fim, na terceira parte evidencia-se a Filosofia do Direito no período contemporâneo.

"Princípios do Direito Internacional - Autor: Hans Kelsen" - (552 p.)

Partindo da ideia segundo a qual uma ordem jurídica é uma ordem que vincula (segundo uma fórmula que remonta a Kant), Kelsen se interroga sobre a natureza vinculante da ordem jurídica internacional. Na época em que ele escrevia e mesmo após, bons autores negavam uma verdadeira natureza jurídica ao Direito Internacional pelo fato que ela não satisfazia à própria definição de um sistema de Direito, sendo somente uma variável da moral internacional. Atitude duvidosa que não poderia convir ao autor e que o esvazia, conferindo à ordem jurídica internacional um modelo específico de coerção: a guerra e as represálias são as sanções próprias desta ordem jurídica, que se trate "de um delito, ou seja, como a condição de uma sanção ou como uma sanção". Tal consequência somente pode ser efetiva pela mediação da doutrina da guerra justa: a guerra injusta é um delito e mesmo um crime e o principal objetivo de uma guerra justa é o restabelecimento do Direito... Da Introdução de François Rigaux.

"Estado e Constituição - Autor: Org. José Luís Bolzan de Morais e Alfredo Copetti Neto" - (328 p.)

"Diante desse complexo arcabouço, a proposta da presente obra é desenvolver o debate sobre o Direito, os direitos humanos e sua perspectiva internacionalizadora, buscando compreender as possibilidades e os riscos que em torno dessa experiência se apresentam. O confronto entre Direito e mundialização, com relevo especial à temática dos direitos humanos, abre vista à apresentação de um cenário crítico, cujos desafios para a problematização e, quiçá, elucidação, da paisagem social e jurídica contemporânea passam pela averiguação da seguinte hipótese: Está a mundialização gerando uma repercussão tal sobre a cultura jurídica, a ponto de permitir uma aproximação de valores e de titularidades jurídicas, que promova uma identificação sobre o que seja o conteúdo substancial da dignidade da pessoa humana, a partir da universalização dos direitos humanos via tratados internacionais, bem como outras formas e fórmulas de reconhecimento, garantia e concretização? Considerando que o núcleo de valores jurídicos é o sentido concreto e pragmático da dignidade da pessoa humana, e, que este sentido passa, pós-45, a ser expresso ou preenchido pelos tratados internacionais de direitos humanos."





PS
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