Quinta-feira, 20 de setembro de 2018

ISSN 1983-392X

Baú migalheiro

de 7/1/2018 a 13/1/2018

Essas verdadeiras migalhas são normalmente oportunas e interessantes, mas a presente contém um elemento heterodoxo que merece ser melhor concertado explicando o que que o apoio estrangeiro tem a ver com a eleição de um deputado no Brasil (Migalhas 4.270 - 9/1/18 - "Baú migalheiro" - compartilhe).

Eduardo W. de V. Barros - 9/1/2018

...e aí, considerando a situação em que se meteu nosso país, começo a me perguntar se não teria sido melhor que nosso querido príncipe retornasse a Portugal e que nos mantivéssemos um reino unido com uma parte na Europa e outra na América (Migalhas 4.271 - 9/1/18 - "Baú migalheiro" - compartilhe).

Eduardo W. de V. Barros - 9/1/2018

Só não consigo entender se questionar tanto uma independência de um Reino chamado Brasil, unido aos Reinos de Portugal e de Algarves, cuja sede do Poder Executivo era o Rio de Janeiro e, apenas, o Legislativo permanecia sediado em Lisboa (Migalhas 4.270 - 9/1/18 - "Baú migalheiro" - compartilhe). Além do mais, mesmo depois do grito as tropas portuguesas permaneceram no Brasil até 02 de julho de 1823, quando só então expulsas. E, para piorar, o primeiro Pedro "deu" o Reino do Brasil para seu filho, o segundo Pedro, e foi ser Pedro IV em Portugal. Seria inimaginável que um libertador dos Estados Unidos da América (embora lá nunca foi Reino Yanque) deixasse a Presidência da República para um seu filho e fosse ser Rei da Inglaterra. Só no Brasil, onde se comemora, diferentemente do resto do Mundo, o início de uma revolta e não a sua vitória. 7 de setembro em lugar de 2 de julho. 31 de março, em lugar de 1º de abril. Deviam comemorar o genocídio que cometeram no Paraguai no dia em que os genocidas saíram do Brasil para lá e não as vitórias que lá conseguiram.

Francisco Augusto Ramos - 10/1/2018

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