Terça-feira, 23 de outubro de 2018

ISSN 1983-392X

"Excelente (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). Até que enfim alguém com decoro para por moral em uma casa tao séria como o TST. Bravo."

Larildo Garcez de Sant'Anna - 5/8/2018

"Eu me pergunto se, para o Tribunal Superior do Trabalho, trabalhar importa menos do que parecer que trabalha (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). Mas, tudo bem; afinal, não estão exigindo (ainda) que se use burca."

Miriam Cristina Duran - 5/8/2018

"Ainda bem que tem alguém com o mínimo de discernimento (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). Esses urubus de toga esquecem que são reles funcionários públicos."

Juliano Claudino - 5/8/2018

"Excelentíssimo presidente do Tribunal Superior do Trabalho, sua conduta com relação à matéria em questão deveria ser seguida por todas as demais instâncias do Poder Judiciário brasileiro (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). Excelente iniciativa."

Sidnei Silva de Oliveira - 5/8/2018

"Parabéns (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui)! As pessoas perderam a noção da vestimenta adequada para cada ocasião. Local de trabalho não é lugar para modismos e sedução."

Maria Glaucia Magalhães - 6/8/2018

"Mais um ato da idiotia nacional (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui)! Vamos trabalhar ministro!"

Rivaldo Lopes - 6/8/2018

"Vivemos num mundo onde as idiotices se sobrepõem aos adequados, céleres e eficazes serviços públicos (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui)! Triste!"

Edson Nuno Filho - 6/8/2018

"Sempre que leio ou me submeto a essas normas, como ocorre na Justiça estadual da Bahia, a qual não me permite adentrar com meu inseparável chapéu, me lembro do tio cônego de Brás Cubas que muito se inquietava com a mínima inobservância no rito das missas, mas pouco ligava para a desobediência aos Mandamentos do Deuteronômio (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). Assim é que o pleito de um mero alvará, para levantar a quantia de R$ 954,00 (salário mínimo), pertencente à viúva de um trabalhador recém-falecido, ajuizado no JEC é gostosamente indeferido - para enriquecimento de estatísticas - a despeito das normas da primazia da decisão de mérito e do enunciado da súmula do STJ de número 161, e, no mesmo sentido, até hoje os tribunais não uniformizaram a quem cabe a gratuidade da Justiça e o critério para a cobrança de honorários por sucumbência, para ficar em exemplo comezinhos que atingem o grosso da atuação do Poder Judiciário. Sim, este estado de coisas vai imperando a confirmar a estupidez e as contradições, mais o ranço de pseudo pudor os quais não são repelidos pela OAB. E tudo muito bem, desde que coberto por vestes talares!"

Cidrac Pereira de Moraes - 6/8/2018

"Demorou... (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui)"

José Aranda Gabilan - 6/8/2018

"Cara Migalhas, como advogada 'das antigas' devo dizer que muito lamentei a revogação do ato disciplinador de vestimenta-vestuário baixado pelo sr. presidente (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). Não tenho palavras para comentar a ausência total de bom senso no vestir, não apenas de frequentadores e funcionários mas em especial de advogadas e advogados ao frequentar os fóruns e outras dependências do Poder Judiciário. Até de shorts já entraram - eu vi - e considero isso não só falta de bom senso e educação, mas de decoro e respeito com a instituição. Em muito boa hora tinha vindo a resolução. Pena tenha sido revogada. Advogados e advogadas, servidores principalmente, devem mostrar respeito pela instituição sempre e isso começa pela vestimenta."

Zélia Mafalda Gianello de Oliveira - 6/8/2018

"Curioso o zelo da Justiça do Trabalho com o decoro e 'asseio' de quem frequenta seu suntuoso edifício, justamente o ramo do Judiciário que lida com pessoas simples(trabalhadores) (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). Aliás, são famosos os casos de pessoas vestidas 'inadequadamente' serem impedidas de participar de audiências trabalhistas. Já fiz audiências com testemunhas/vítimas calçando 'chinelo de dedo' e trajando 'camiseta de alça e bermuda', pois faze-las voltar para casa para se vestir 'adequadamente', além de humilhante, prejudicaria o serviço forense."

José Fernando Azevedo Minhoto - 6/8/2018

"O Brasil é no país em que a zorra prevalece (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). Basta alguém querer disciplinar alguma coisa, que é massacrado. E, assim, vamos descendo a ladeira."

Vítor Diniz - 7/8/2018

"Fico muito satisfeita com a decisão do ministro, pois exitem pessoas tão sem noção que, quando vão ao tribunal parecem mais estar indo ao clube (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). Acho uma grande falta de respeito, sem contar as que acham que já estão na praia."

Cristina Pezzutto - 7/8/2018

"Independente de costumes as pessoas precisam ter respeito ao se dirigirem aos Tribunais, porque existem muitos advogados sem noção que não aprenderam as práticas dos bons modos de se vestir enquanto cursava Direito. E acredito que deveria ser obrigação dos advogados pedir aos seus clientes que se vistam de acordo com as vestimentas do órgão."

Cristina Pezzutto - 7/8/2018

"Brasileiro gosta de uma esculhambação (Migalhas 4.413 - 6/8/18 - "Estereótipo" - clique aqui). E os 'rapeizes', 'moçoilas', e 'ambidestros' das recentes safras de bacharelantes e bacharelantas formam hordas ululantes. Creio que para o seu nível de entendimento e educação, pode ser confuso e difícil de entender o que seja vestir-se com descrição e bom senso ou seguir praxis que respeitam a tradição. Tudo é funk, tudo é zoeira. No comportamento social, na moderação de falar e gesticular, no respeito a praxis. É proibido proibir. Para esse pessoalzinho o limite é o eterno ego púbere. É o limite de suas pancinhas sedentas de autoafirmação. A persistência do prazer, do que é 'maneiro' para as suas limitadas mentes. No sagrado ambiente em que o Direito deve ser celebrado com dignidade, as vestes tem que fazer parte do ritual. Nada, nem ninguém, nem em nome do quem quer que seja, pode ofender o local e o momento. Quer 'acontecer'? Escolha outro lugar. Não precisa usar um terno de 10.000 dólares ou um vestido de grife. Basta uma roupa ou vestido modestos. Bom gosto e dignidade são acessíveis."

Alexandre de Macedo Marques - 7/8/2018

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