Sexta-feira, 17 de agosto de 2018

ISSN 1983-392X

"É uma pena que o parecer aplica o princípio da dignidade da pessoa humana somente aos privilegiados já nascidos, cujas mães tiveram coragem de não abortá-los, enquanto que os ainda não nascidos, independente de gênero ou condição familiar, continuam sem voz e à mercê das decisões alheias para sobreviver (Migalhas 4.408 - 30/7/18 - "Aborto" - clique aqui). Nem tudo que países de primeiro mundo aprovam deve ser copiado, só pelo simples fato de serem primeiro mundo, pois qualquer que seja o ranking do país que se queira copiar, lá também se cometem atrocidades contra seres humanos. E a pergunta que não quer calar: Quem defenderá a saúde pública dos que ainda não nasceram?"

Pollyanna de Sousa Vidal Teodoro Araújo - 8/8/2018

Comente