Quinta-feira, 21 de março de 2019

ISSN 1983-392X

Justiça do Trabalho

de 6/1/2019 a 12/1/2019

"Manifesto minha simpatia e concordância com a indicação do pensamento do excelentíssimo senhor Jair Messias Bolsonaro - presidente da República (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui)!"

Francisco Faviero - 7/1/2019

"A mamata vai acabar (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui)! Vão ter de prestar serviços condignos à sociedade."

João Marcelo Silva - 7/1/2019

"Será que ocorreu aos que pensam em contrário à posição atribuída ao presidente eleito que o mais eficiente, tanto na área trabalhista quanto nas demais, seria criar a loteria judicial (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui)?"

José Domério - 7/1/2019

"Sou advogada há 34 anos e vejo a extinção da Justiça do trabalho como um avanço (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui). Com a reforma trabalhista, a Justiça do trabalho deixou aquele velho jargão, de possuir a Justiça do trabalho, o de ser a mesma, uma Justiça paternalista. Com a reforma trabalhista, passou esta a tratar as partes com igualdade e equilíbrio. Os que defendem da forma como posta nos comentários acima, têm interesses pessoais e particulares."

Rosângela Máximo de Castro - 7/1/2019

"Se eu fosse o relator (ainda bem que não sou!), minha 'decisão' seria: arquive-se (Migalhas 4.512 – 3/1/19 – "Ex-ministério do Trabalho" – clique aqui)! Estão querendo fazer da Justiça um palco político-partidário e ideológico! Lamentável!"

Ricardo Oliveira de Sousa - 7/1/2019

"Já passou da hora de o Brasil tomar uma providência em relação ao assunto 'trabalho' (ministério, Justiça e MPT), talvez não o fim da JT, mas alguma uma reforma profunda, pois não é admissível tantas ações trabalhistas (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui). A maioria delas é uma verdadeira aventura jurídica e abuso do exercício do direito de ação!"

Ricardo Oliveira de Sousa - 7/1/2019

"É normal que as pessoas que vivem em função da JT reagem dessa forma (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui)!"

Ricardo Oliveira de Sousa - 7/1/2019

"Fui uma vez no Tribunal Regional do trabalho do meu Estado, para estágio na matéria e fiquei impressionado com a arrogância daqueles senhores de capa preta (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui). Um deles não sabia nem o que estava votando. Histórias mil, todos sabemos que a JT é parcial, é a Justiça do empregado e tem que passar para a Justiça comum."

André Luís Santos de Almeida - 7/1/2019

"Também acho. Afinal, o Brasil é tão simples e descomplicado nessa área. Tanto que no país temos somente a Justiça Comum, que compreende a Justiça Federal, a Justiça Estadual e a Justiça Distrital (do DF); a Justiça do Trabalho; a Justiça Militar; a Justiça Desportiva, os vários Tribunais correspondentes a estas, além do STJ e do STF, e até, pasme-se, 'data vênia', correndo por fora, a 'Justiça dos Manos' através do 'Tribunal do Crime' (a única que sentencia à pena de morte com execução imediata) (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui). Ora, ora. A propósito, quando iniciei a minha modesta advocacia, patrocinei muitas causas trabalhistas, propondo umas e defendendo outras, no foro da Justiça Comum. O antigo sistema era assim, por questões que aqui não vêm a pelo, e havia um certo 'hibridismo' de competência. O eminente dr. Pazzianotto deve se lembrar disso. E nunca ouvi dizer que alguém tivesse sido injustiçado em sua pretensão. Então, a Justiça Comum não poderia constituir varas especializadas, tais quais as criminais, as fiscais/tributárias, as de família, as previdenciárias, etc., etc., etc."

Juarez R. Venites - 7/1/2019

"Como advogado e com quase meio século de profissão, vejo com preocupação as divisões do Poder Judiciário (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui). Para que me serve a Justiça do Trabalho, quase nada. Verifico que nas demandas perante a referida Justiça são os mesmos advogados que lá trabalham e inúmeros ficam apenas olhando e não são procurados, tento até hoje descobrir como isso funciona e não cheguei a uma conclusão. Portanto, é preocupante essa situação. Ela pouco me favorece seja para defender patrões ou empregados. Temos o STJ e o STF, os recursos para chegarem até eles, que possuem um número insignificante de julgadores, são barrados na fonte com inúmeras situações, ou seja, não conseguem subir de modo algum e quando sobem na marra lá chegam e o despacho está preparado. Não recebido diante da súmula tal ou súmula Y, enfim, não são solução para nada, apenas para alguns casos, mostrando-nos pequenos que tais Justiças se extintas também não nos farão falta alguma. Esta é a realidade fática das Justiças no Brasil, os juízes trabalhistas são hábeis na manipulação da CLT e quando chegam no CPC esta habilidade lhes falta. A Justiça Federal também sofre os mesmos defeitos. Enfim, está difícil chegar-se a uma solução para todas estas Justiças, mesmo com lapsos opto ainda pela sobrevivência das Justiças Estaduais."

Reginaldo Baffa - 8/1/2019

"Que fato estranho essa Federação de advogados se manisfestarem sobre o que pode fazer ou deixar de fazer o governo (Migalhas 4.514 – 7/1/19 – "Depois do fim do ministério do Trabalho, vem aí..." – clique aqui). Onde estaria essa Federação de advogados quando foi perpretada as maiores barbaridades jurídicas nesse país? A ponto de convivermos com a atual composição do SUE."

Rogério Dias Pereira - 9/1/2019

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