Segunda-feira, 14 de outubro de 2019

ISSN 1983-392X

"Que pena, que ainda hoje, é necessário que a mulher seja assassinada, para que se comprove a perseguição, perturbação e falta de respeito para com ela (Migalhas 4.606 – 21/5/19 – !!!). Muito triste."

Cristina Merca Roszik - 21/5/2019

"Dessa forma é tratada a vítima. Perguntar ao 'magistrado' se ele vai querer ouvir a vítima (Migalhas 4.606 – 21/5/19 – !!!)? E o acusado? Se possível no local onde ele se encontra. Porém acredito que a vítima não poderá ser ouvida por ele, pois deve estar em local oposto onde ele e o assassino estarão."

Rui Franco - 21/5/2019

"Lamentável (Migalhas 4.606 – 21/5/19 – !!!). Mas nada como aproveitar a oportunidade e mandar o convite do velório para o presidente do Tribunal."

Fernando Jorge Araújo dos Santos - 21/5/2019

"Essas tragédias acontecem desde que o mundo é mundo e, talvez, estejam se agravando com essa história de feminicídio, dando preconceituosa razão à mulher em conflitos que, no mínimo, são formados a dois (Migalhas 4.606 – 21/5/19 – !!!). A conselheira citada na nota posterior está na pista certa, embora repetindo o equívoco de considerar que a mulher é a vítima. O problema é e sempre será do casal e a 'cura' depende de tratar do comportamento de ambos, aliás até o Pequeno Príncipe aprendeu que 'você é eternamente responsável pelo que seduz'."

Eduardo W. de V. Barros - 22/5/2019

"Pela descrição dos votos, a pena imposta é a mínima, por evidente tentativa de assassinato (Migalhas 4.607 – 22/5/19 – "Lesão corporal"). Quem atira no rosto da vítima deseja matar! Membro do MP deveria andar desarmado, como todo advogado também. Profissão perigosa, atualmente, é motoqueiro."

Joaquim Carlos Adolpho do Amaral Schmidt - 22/5/2019

"Cinco anos de pena (Migalhas 4.607 – 22/5/19 – "Lesão corporal")?! Que tiro foi esse? Pena mesmo é da vítima. Uma marca eterna, em seu rosto, e pela injustiça."

Jacqueline Pinheiro - 23/5/2019

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