Segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

ISSN 1983-392X

"Pode Arnaldo? Do obscuro episódio Neymar pode se concluir uma única certeza: A de que o causídico que representava a suposta vítima de agressão jamais poderia revelar publicamente as confidências de sua cliente enquanto ela representava. Não se sabe a motivação da conduta do dr. mas sabemos desde já que seu comportamento atingiu a grande maioria dos advogados militantes que honram sua nobre profissão." 

José Diogo Bastos Neto - 4/6/2019

"Penso eu que esse advogado além de expor sua ex-cliente, que confiou a ele a responsabilidade de defendê-la, não só quebrou sigilo profissional, como também, foi extremamente antiético (Migalhas 4.616 – 4/6/19 – Instantâneo do advogado em seu momento). Além de expor fatos que estavam sob sigilo."

Juliano Claudino - 4/6/2019

"Vergonha dos nobres colegas (Migalhas 4.616 – 4/6/19 – Instantâneo do advogado em seu momento). Acordo extrajudicial com o pai do autor do delito é no mínimo antiético."

Vera Carvalho - 4/6/2019

"A nota do ex-patrono não indica em momento nenhum a qualidade das agressões relatadas, que podem, inclusive, configurar uma agressão de estupro (Migalhas 4.616 – 4/6/19 – Instantâneo do advogado em seu momento). Um rotativo do calibre do Migalhas não deveria se prestar a manchetes tão sensacionalistas e talvez até mentirosas."

Marina Oliveira - 4/6/2019

"Qual o intuito de divulgar as fotos (Migalhas 4.615 – 3/6/19 – Caso Neymar – Divulgação de fotos íntimas)? Embora seja alegado o exercício da defesa, objetiva claramente desqualificar a moça, na tentativa de provar que 'ela não era uma santa'. E o que poderia ser? Ainda que desfocadas as imagens em partes do corpo, segundo consta o rosto da moça foi mostrado e o nome dela divulgado. Que defesa é essa?"

Francisco Augusto Ramos - 4/6/2019

"Cabe agora à OAB iniciar Procedimento Ético Disciplinar contra estas pessoas que violaram o dever de confidencialidade cliente-advogado (Migalhas 4.616 – 4/6/19 – Instantâneo do advogado em seu momento). Lamentável."

José Antonio Lomonaco - 4/6/2019

"Tudo muito obscuro e contraditório (Migalhas 4.616 – 4/6/19 – Instantâneo do advogado em seu momento)! Quer dizer que os ex-advogados da parte autora foram acusados pelo jogador de terem praticado o crime de extorsão? E nenhuma providência será tomada? E esta nota de esclarecimento ao Migalhas/público nada significa na esfera, no mundo jurídico, pois vem desprovida da prova daquilo que é aludido, 'a publicização por parte da suposta vítima' quanto a justificativa da renúncia dos patronos. É evidente que sites, plataformas digitais, dentre outros nada têm haver com atos encadeados de um processo, mas, a partir de uma acusação desta, mais uma vez pública, abriu-se o indispensável requesito do ônus da prova aos ex-advogados da suposta vítima quanto ao vazamento do motivo da rescisão contratual. As partes não podem gerar prova contra si, e seus patronos não podem supor empiricamente posições decisivas à notitia criminis! Diante dos fatos expostos e da posição dos advogados, pareceu-me melhor ter havido a renúncia destes à desamparada suposta ofendida do crime de estupro! Foi melhor, denunciante! O advogado é indispensável à Justiça como também é indispensável à compreensão global de seu cliente!"

Aparecida Jennings - 4/6/2019

"Chocante a leviandade desses advogados: onde já se viu trair o cliente assim, fofocando para a imprensa em alto e bom tom, o que o cliente lhe confessou em comunicação cujo sigilo é garantido por lei (Migalhas 4.617 – 5/6/19 – Caso Neymar)? Isso, em tese, é crime! Está tipificado no art. 154 do Código Penal, não é só violação de dever ético. Oxalá a ofendida represente ao MP contra esses colegas incapazes de guardar o segredo que, por dever de ofício, são obrigados a respeitar."

Renata Curzel - 5/6/2019

"Lamentável a postura do colega, chega às raias do deboche ao se manifestar acerca da infração ética que é sabedor ter cometido (Migalhas 4.617 – 5/6/19 – Caso Neymar). Talvez a mais grave de todas, inclusive, que é aquela que se refere ao sigilo profissional. Isso porque não há advocacia sem sigilo profissional. Tal princípio está umbilicalmente ligado ao exercício da profissão. Ou seja, a pretexto de ver sua honra profissional defendida, o colega deixou de ser advogado e maculou, sobremaneira, toda uma classe profissional.Tristes tempos."

Frederico Augusto Mesquita dos Reis Marinho - 5/6/2019

"Antigamente, o advogado renunciante devia se limitar a renúncia, como ato unilateral, sem dar nenhuma palavra sobre o caso ou suas razões para tal gesto, mas, agora, parece que mudou (Migalhas 4.617 – 5/6/19 – Caso Neymar)."

Eduardo W. de V. Barros - 5/6/2019

"Qual o objetivo visado pelo atleta (Migalhas quentes – 5/6/19)? Desqualificar alguém? Ficou claro quem é esse alguém? Ainda que tenha tentado 'tapar o sol com uma peneira' há dúvida sobre quem é 'o sol'? O intuito doloso de desqualificar a divulgada não está evidente? Legítima defesa é ilimitada? O excesso é ou não punível? Trata-se mesmo de legítima defesa?"

Francisco Augusto Ramos - 6/6/2019

"Para cada ser bem vivo
Há um que muito vacila
Para cada olho aberto
Existe um que cochila
Para cada Neymar Júnior
Não falta uma Najila!"

Zé Preá - 6/6/2019

"Parece que o ex-advogado quer ficar famoso utilizando o caso (Migalhas 4.616 – 4/6/19 – Instantâneo do advogado em seu momento). É ex, não tinha nada que ficar falando da ex- cliente, dando entrevistas. Se a mulher diz que não quer seguir na relação e o cara força a relação contra a vontade então é estupro. Patrocinadores estão em alerta! Muito dinheiro envolvido. Antes da queixa poderia ter feito acordo utilizando formas extra-judiciais de resolução de conflitos."

Aldo Franklin - 7/6/2019

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