Sábado, 20 de julho de 2019

ISSN 1983-392X

"Independentemente das classificações atuais (machismo e quejandos), a grosseira expressão do desqualificado promotor (?) de justiça é mais adequada a um prostíbulo e merecedora de todas as reprimendas penais e sociais possíveis (Migalhas 4.638 – 8/7/19 – "Sem graça" – clique aqui)."

Euclides Celso Berardo - 9/7/2019

"Até agora não vi o contexto que foi empregado (Migalhas 4.638 – 8/7/19 – "Sem graça" – clique aqui)."

Jader de Souza Santos Junior - 9/7/2019

"Acho que vai dar em nada isso (Migalhas 4.638 8/7/19 "Sem graça"clique aqui)... A força do networking e do corporativismo nessa 'ordem' é muito forte, é difícil quebrar tais barreiras."

Nestor N. de Albuquerque - 9/7/2019

"Infelizmente quem deveria dar bons exemplos, comete um absurdo deste, espero que as entidades sejam implacáveis com o 'digníssimo' promotor, apliquem todas as formas de repreensão/sanções que o caso requer (Migalhas 4.638 – 8/7/19 – "Sem graça" – clique aqui). Quanto à defensora agredida, não se abstenha nunca, denuncie e exija uma retratação pública deste membro do M P."

Waldomiro Antonio Bueno de Oliveira - 9/7/2019

"Quem 'presidiu' a sessão plenária nada fez, assim como a instituição do MP (Migalhas 4.638 – 8/7/19 – "Sem graça" clique aqui)?!"

Roberto Vasconcelos da Gama - 9/7/2019

"Não é novidade pelo que vem acontecendo no país (Migalhas4.638 8/7/19 "Sem graça"clique aqui). O desrespeito. A falência das instituições públicas, totalmente desacreditadas. E se uma medida mais drástica não for tomada em todos os níveis, a coisa vai piorar."

Luiz de Oliveira - 9/7/2019

"Certa feita um promotor entrou atrasado numa audiência em que eu estava (Migalhas 4.641 – 11/7/19 – "A primeira vez com um negão não dói"). O acordo dos alimentos já estavam sendo digitados. Ele perguntou o que havia ocorrido e a juíza o informou. Então ele disse de maneira bem arrogante. Eu não concordo com esse acordo. O pai pode pagar mais do que isso. A juíza me passou a palavra e eu calmamente disse o seguinte: - Esse é o valor que meu cliente pode pagar e ele não assumirá uma obrigação maior só porque o senhor quer. Irritado ele disse que se a juíza homologasse o acordo com aquele valor acordado ele iria recorrer, porque o valor era insuficiente para custear as despesas da criança. Sorrindo disse a ele o seguinte: - Se o senhor faz tanta questão de cuidar dos interesses desse menor em especial comprometa-se em ata a pagar a diferença entre o valor que nós estamos acordando e aquele que o senhor acha que deveria ser pago (uns R$ 250,00 reais na época). Afinal, essa quantia não fará falta para o senhor que ganha bem. Para o meu cliente que é montador de móveis autônomo e ganha mal essa diferença pode até mandar ele para a prisão. O promotor trancou a cara, se levantou e pediu licença. Disse que voltaria depois para assinar o termo, deixando o caso a critério da juíza. Ele saiu, a juíza se voltou para mim e, rindo solto, disse:- O senhor foi malvado, doutor. Sou mesmo, digo sempre. Os advogados não são descartáveis. Alguns promotores são."

Fábio de Oliveira Ribeiro - 11/7/2019

"'Primeira vez com um negão não dói', como é que o promotor sabe disso (Migalhas 4.638 – 8/7/19 – "Sem graça" – clique aqui)."? Experiência própria? Fiquei curioso sobre a afirmação dele."

Fadrick Paiva - 12/7/2019

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