Segunda-feira, 23 de setembro de 2019

ISSN 1983-392X

"Não chega a ser intelectualmente desonesto, mas é uma omissão importante do texto, não conter a informação de que foi a Defensoria Pública do Maranhão quem de fato moveu o recurso acolhido sob a tese descrita (Migalhas quentes - 14/8/19). Isso porque muitas pessoas atendidas pelo órgão, por conta da cultura classista, faz um esforço tremendo para pagar do bolso por serviços até de educação, saúde, por causa da propaganda liberal que desmobiliza as pessoas para exigirem que os serviços públicos sejam de boa qualidade. Isso sim seria exercício de cidadania, não pagar serviços do próprio bolso, na maioria das vezes, sem poder, só para se sentir um cidadão, no sentido de que esse o é se consumidor for. E consumidor é aquele que compra, inclusive, serviços. Essa é a identidade que importa na de propaganda desonesta de mercado. Sem falar que faria Justiça aos sujeitos que fazem a Defensoria Pública neste país, a maioria dedicados e alvo de críticas por causa de omissões dessa natureza. A maioria das decisão importantes no âmbito da Justiça criminal e penal é por provocação da Defensoria. Mas isso não está evidenciado para a sociedade. No Brasil, por causa disso, só se sente bem defendido se for por advogado constituído. O que significa um sacrifício dos pobres."

Maria Jeanete Fortes Silva - 15/8/2019

"Concordo, a presunção de inocência deve prevalecer até o trânsito em julgado (Migalhas quentes - 14/8/19)."

Marcelo Borges - 16/8/2019

"No Estado de MG o 'uniforme' de comparecimento é vermelho vivo (Migalhas quentes – 18/6/19 – clique aqui)! E o sujeito nem foi condenado ainda e já é exposto a essa barbaridade perante toda a sociedade local!"

Júlio Candal Rodrigues - 16/8/2019

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