Sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

ISSN 1983-392X

"Na qualidade de colega de turma da FADUSP do ex-presidente Michel Temer, fiquei muito feliz com a notícia de sua absolvição na semana passada e de assisti-lo na TV Bandeirantes domingo à noite (Migalhas 4.711 – 17/10/19 - Destemer). Lembro-me que no Migalhas de 22/5/2017 publiquei o pequeno tópico abaixo:

Erros de linguagem

'Até os caipiras-delatores falarem três milhão, tudo bem com o toque interiorano. Ou o senador suspenso Aécio Neves ter uma regressão e falar como um moleque de São João da Boa Vista, vá lá! Ou mesmo o ex-deputado Eduardo Cunha dizer-se usufrutário em vez de usufrutuário, explica-se, porque ele é engenheiro e estava tentando engambelar (ou engabelar) o povo usando linguagem pretensamente jurídica. O que não se aceita é que o jornalista Lauro Jardim tenha plantado na notícia o termo 'aval' de boa-fé. Por ignorância não foi'.

Naquela ocasião não dei o devido destaque ao terceiro item supra em que mencionei o 'jornalista' Lauro Jardim. Estava, é claro, me reportando à notícia plantada pelo referido 'jornalista' n'O Globo de que o ex-presidente teria dado 'aval'. Agora verificou-se que o termo 'aval' foi lançado pelo ex-procurador-Geral Janot. Isso não justifica o pouco profissionalismo de Lauro Jardim ao publicar uma fake news sem qualquer verificação, com o único intuito de vender jornal."

Newton Silveira - escritório Newton Silveira, Wilson Silveira e Associados - Advogados - 22/10/2019

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