Sábado, 14 de dezembro de 2019

ISSN 1983-392X

Caso Marielle

de 1/12/2019 a 7/12/2019

"Às vezes acontece de membros de organizações criminosas, mal disfarçados sob diversas siglas de partidos políticos, revelarem ao distinto público suas verdadeiras intenções, quando propõem esse tipo de recurso (Migalhas 4.742 – 2/12/19 - Caso Marielle). Durante 19 meses as investigações conduzidas pela Polícia Civil (PC) do Rio não obteve provas de que o porteiro havia ligado para a casa do então candidato Jair Bolsonaro, no dia do assassinato de Marielle. Em dois dias, Carlos Bolsonaro apresentou os áudios de comunicação entre a portaria com as casas, comprovou que não houve ligação declarada em dois testemunhos do porteiro à Polícia Civil, e ainda comprovou que a ligação ocorrera entre os dois acusados pelo crime: Élsio Queiroz e Ronnie Lessa. Os servidores das Cortes da Justiça (ministro, juízes, desembargadores e procuradores) deveriam considerar abuso de recurso quando depararem com casos como esse, em que o autor de tal recurso o faz apenas para abusar da liberdade de recorrer, levantar suspeitas contra pessoas e propagar fake news no sistema de processos do Judiciário, com intenções pouco ou nada republicanas, onerando de todo modo os serviços da Justiça e emperrando sua condução."

José Renato Almeida - 2/12/2019

"Desde o início os assassinos de Marielle tentam envolver Bolsonaro, seus filhos e familiares. Passaram 19 meses batendo nessa tecla, envolvendo o STF para dar ares de credibilidade de que o porteiro Élcio Queiroz ligara para Jair e não para Ronnie Lessa, até que Carlos Bolsonaro mostrasse o sistema de áudio do condomínio e acabasse com o mistério. Agora, tentam envolver o nome de Carlos no assassinato. Nesses meses a principal pista era de que Bolsonaro morava no mesmo condomínio dos acusados, agora a principal pista que leva a Carlos Bolsonaro é de que ele também é vereador como era Marielle! Difamação é crime, acusação irresponsável, também é!"

José Renato Almeida - 2/12/2019

"Sobre a perícia fajuta que foi feita (pelo MP!) nos tais áudios apresentados por Carlos Bolsonaro, o prezado migalheiro cala. Idem sobre o MP/RJ fazer de tudo para que essa investigação continue sob seu comando. Há muita coisa para ser esclarecida nesse caso. Mas vamos abafá-lo, gente, e livrar a cara dos Bolsonaro."

Abílio Neto - 3/12/2019

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