Domingo, 20 de outubro de 2019

ISSN 1983-392X

OAB/RJ sugere Força Nacional para conter arrastões e terrorismo no Rio

O presidente da OAB/RJ, Wadih Damous, defende que, caso se prove que as ações terroristas e arrastões com incêndios que tem se intensificado no Rio de Janeiro decorrem de uma retaliação às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), talvez seja o momento de se convocar a Força Nacional em caráter emergencial. A sugestão foi feita por Damous como forma de auxiliar a PM do Estado no enfrentamento a essas ações, classificadas pelo presidente da OAB/RJ como "eminentemente terroristas".

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Segurança

OAB/RJ sugere Força Nacional para conter arrastões e terrorismo no Rio

O presidente da OAB/RJ, Wadih Damous, defende que, caso se prove que as ações terroristas e arrastões com incêndios que tem se intensificado no Rio de Janeiro decorrem de uma retaliação às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), talvez seja o momento de se convocar a Força Nacional em caráter emergencial. A sugestão foi feita por Damous como forma de auxiliar a PM do Estado no enfrentamento a essas ações, classificadas pelo presidente da OAB/RJ como "eminentemente terroristas".

Segundo análise de Wadih Damous, os arrastões que afligem o Rio de Janeiro, principalmente na zona sul, mudaram de padrão. Até então, os arrastões eram realizados por bandidos interessados em subtrair bens fáceis de serem carregados ou, ainda, para o roubo de automóveis. Agora, no entanto, o padrão mudou : tem sido o de incendiar veículos e aterrorizar a população. "Tudo leva a crer que se tratam de ações para jogar a população contra as UPPs. Se essas ações criminosas perdurarem por mais tempo, sem que haja uma pronta resposta contra essa violência, corremos o risco de desmantelamento das UPPs, que são um projeto que vem dando muito certo", analisou.

A sugestão de convocação das forças do governo Federais foi feita, ainda conforme explica o presidente da OAB/RJ, para que essa estratégia do banditismo não se prolongue e em razão da inexistência de número suficiente de soldados da Polícia Militar para o enfrentamento dessas ações terroristas. "Um concurso público levaria tempo para ser realizado e até que os aprovados estejam aptos a irem para as ruas. Por essa razão, cabe a sugestão de convocação da Força Nacional", acrescentou Damous. "O que não pode acontecer é que a população consolide um sentimento de insegurança, de que a polícia do Rio não é capaz de enfrentar essa criminalidade. Essa sensação não pode existir".

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