Sexta-feira, 22 de março de 2019

ISSN 1983-392X

Manifesto contra a corrupção

Acontece hoje, às 15h, no Congresso Nacional

terça-feira, 14 de junho de 2005

Manifesto

OAB/SP entrega manifesto contra a corrupção a Renan Calheiros e Severino Cavalcanti

Acontece hoje, às 15h, no Congresso Nacional, a entrega do Manifesto Contra a Corrupção aos presidentes do Senado, Renan Calheiros e ao presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti, cobrando apuração aprofundada das denúncias de corrupção junto aos Conselhos de Ética e Decoro Parlamentar das duas Casas Legislativa e na CPI dos Correios. O presidente da OAB/SP, Luiz Flávio Borges D’Urso, lidera comitiva de representantes de entidades da sociedade civil.

O documento foi assinado, na semana passada, por representantes de 73 entidades, além da OAB/SP, que abriram a primeira Vigília Cívica contra Corrupção. “As adesões de entidades ao MANIFESTO CONTRA A CORRUPÇÃO não param de crescer, deixando evidente sua afinidade com o sentimento da população”, acrescenta D’Urso.

Estarão presentes no ato em Brasília, além do presidente da Seccional, os presidentes da Força Sindical, Paulinho Pereira da Silva e do Sescon/SP, Antonio Marangon; da Associação Comercial de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Nildo Masini, entre outros.

O movimento contra a corrupção, iniciado na OAB/SP, também tem em pauta a defesa de uma reforma política imediata, que passaria necessariamente pelo estatuto da fidelidade partidária, sistema de voto, financiamento de campanhas eleitorais e reforma partidária. “A infidelidade partidária, muitas vezes motivada por interesses escusos, tem se colocado como um dos problemas centrais da fragilidade do sistema político brasileiro, pois a troca freqüente de partidos acaba solapando a noção de representação, um dos pilares da democracia liberal. O resultado é que se votam em candidatos, e não no partido político. Naturalmente, a fidelidade partidária não pode engessar o sistema político que é dinâmico e mutável. Uma vez eleito, o parlamentar deve cumprir o mandato pela sigla, podendo trocá-la apenas por ocasião da convenção partidária”, afirma o presidente da OAB/SP.

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