Quinta-feira, 22 de agosto de 2019

ISSN 1983-392X

Justiça uruguaia suspende novamente volta de João Arcanjo ao Brasil

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sexta-feira, 21 de outubro de 2005

Justiça uruguaia suspende novamente volta de João Arcanjo ao Brasil

Segundo o jornal Folha de S. Paulo de hoje, uma decisão de um juiz de execuções do Uruguai suspendeu a vinda para o Brasil de João Arcanjo Ribeiro, o comendador acusado de comandar facções criminosas ligadas ao tráfico e ao jogo em território nacional. A extradição de Arcanjo foi pedida em 2003 pelo governo brasileiro ao Uruguai. Mediante sucessivos recursos, Arcanjo conseguiu manter-se no exterior.

De volta ao país, ele deve ficar no presídio Pascoal Ramos, em Cuiabá, sob a guarda do juiz federal Julier Sebastião Silva, da 1ª Vara da Seção Judiciária de Mato Grosso, que pediu sua extradição ao Ministério da Justiça.

 

O presidente da OAB/MT, Francisco Faiad, cobrou uma posição firme por parte das autoridades responsáveis pelo Sistema Penitenciário sobre as condições de segurança em que estará João Arcanjo Ribeiro. “É preciso que as autoridades nos digam com clareza e acalme a sociedade de sobre essas condições de segurança porque trata-se de um preso ao qual todas as atenções estarão voltadas sobre ele. Inclusive na questão da morte de Celso Daniel”, frisou Faiad.

O presidente da OAB lembrou que o nome de Arcanjo aparece também nas questões envolvendo o assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, do PT. Até aqui, conforme mostrou o programa “Fantástico”, da TV Globo, domingo passado, todos os que tiveram algum envolvimento com o caso acabaram assassinados. “Temos motivos para nos preocupar. Arcanjo é um arquivo vivo” – comentou.

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