Sexta-feira, 19 de abril de 2019

ISSN 1983-392X

Lançamento da obra "Crônicas da Guerra"

quinta-feira, 2 de agosto de 2007


Lançamento


A Saint Paul Editora e o Instituto Cultural José Martins Pinheiro
Neto convidam para o coquetel de lançamento do livro:

"Crônicas da Guerra"



O livro, que retrata o período de guerra e repressão, homenageia os dois anos da morte de um dos mais renomados advogados brasileiros, José Martins Pinheiro Neto.

A realizar-se no dia 21 de agosto de 2007, terça-feira, a partir das 19h.

Local: MAM – Museu de Arte Moderna
Parque do Ibirapuera, portão 3 s/n°


Programação
:

19h welcome drink

19h30 homenagem Pinheiro Neto no auditório MAM

Abertura da homenagem: José Cláudio Securato

Homenagem por Henrique Meirelles e Fernão Bracher

Encerramento: Fernando B. Pinheiro

20h coquetel de lançamento do livro Crônicas de Guerra


________________
_________


J. M. Pinheiro Neto

(21/8/1917 - 21/9/2005)

Ao fundar a primeira sociedade de advogados do Brasil, José Martins Pinheiro Neto revolucionou o perfil dessa profissão no país. De corresponde da BBC em Londres, durante a Segunda Guerra Mundial, a mentor da maior firma de advocacia da América Latina, Pinheiro Neto traçou um longo percurso. Com coragem e determinação, promoveu o respeito à ética e instituiu a lealdade como ferramenta indispensável nas relações entre pessoas e grupos empresariais.

Antecipando-se à globalização, exerceu um papel fundamental na atração de investimento estrangeiro. Muito antes da propagação dos conceitos de marketing, exigiu de seus colegas a valorização do cliente e o cuidado com a qualidade dos serviços prestados. Polêmico, amado e criticado, fez de seu escritório, Pinheiro Neto Advogados,um navio-escola de onde saíram diversos profissionais que hoje lideram os maiores escritórios de advocacia empresarial no Brasil. Seu trabalho e o escritório são um capítulo fundamental na história da advocacia no Brasil.



Um pouco de história

J. M. Pinheiro Neto, em 1936, no terceiro ano de Direito, torna-se estagiário nomeado de seu pai, segundo curador de massas falidas de São Paulo. Em 1940, chamado para trabalhar na BBC de Londres, Pinheiro Neto acompanha de perto os acontecimentos mais importantes da Segunda Guerra Mundial.

Em 1942, de volta a São Paulo, ainda como correspondente da BBC e com alguns clientes ingleses, Pinheiro Neto, aos 25 anos de idade, funda, na Rua José Bonifácio, o Pinheiro Neto Advogados, com um colega, uma secretária e um office-boy.

Em 1945, término da Segunda Guerra Mundial, Pinheiro Neto inova: o cliente é quem vai ao escritório do advogado. E este é quem decide como defender a causa, contrariando as normas arcaicas dos anos anteriores, proporcionando liberdade e independência para toda a classe. Em 1952 ainda se parava o carro no Largo da Sé, tomava-se o DC-3 para viajar ao Rio, os bondes eram os “camarões”.

Os clientes estrangeiros aumentaram e o compromisso de faze-los sentirem-se únicos já havia começado. Em 1953 o escritório muda-se para um espaço bem maior, na Rua Barão de Itapetininga. Em 1956 Pinheiro Neto já havia contratado advogados e, mais uma vez, foi pioneiro: surgiu a primeira sociedade entre advogados, dividindo clientes e despesas. Antes, todos trabalhavam para si.

Em 1961 Pinheiro Neto Advogados muda-se para um prédio novo: Edifício do Banco de Boston, na rua Libero Badaró. O Professor Rubens Gomes de Sousa torna-se sócio. Em 1964, passando pelas ruas Maria Paula e Líbero Badaró, o Pinheiro Neto Advogados vai para aquela que Pinheiro Neto consideraria como a ideal e onde se encontra até hoje: a rua Boa Vista. Um achado para ele, já que encerra sua busca por um espaço onde poderá se expandir horizontalmente, integrando todos num único plano.

Em 1965, após a revolução, muitos decretos, leis, portarias, resoluções foram editados. Este é o momento em que nasceu o Biblioteca Informa. Um informativo, um boletim periódico enviado a Clientes informando as mudanças e novidades da legislação. Hoje é distribuído para o mundo. Todos os associados são registrados e recebem os benefícios da legislação trabalhista. Pinheiro Neto Advogados prova que era uma empresa, uma sociedade, criando um modelo e oferecendo novos rumos à advocacia brasileira.

Em 1969 Pinheiro Neto abre um escritório no Rio de Janeiro. Começando com três advogados e uma secretária, hoje é considerado um dos maiores escritórios do Estado, com cerca de duzentos integrantes. Em 1970 Pinheiro Neto Advogados torna-se membro do Club de Abogados, uma organização que congrega os principais escritórios de advocacia da Europa, América Latina e Japão, sendo cada país representado por um único escritório. E a Secretaria Permanente do Club de Abogados está a cargo de Pinheiro Neto desde 1991.

Em 1974 foi a vez de abrir um escritório em Brasília. Presença fundamental de Pinheiro Neto Advogados na Capital Federal, onde as leis são feitas e modificadas, onde habitam os três poderes. Em 1978 Pinheiro Neto convida o advogado inlês J. Anthony Clare para estagiar no escritório, trabalhar nos contratos financeiros e outros sujeitos às leis inglesas e ensinar aos outros integrantes como pensavam, agiam e o que pretendiam os clientes britânicos. Estava aberto o Pinheiro Neto Advogados em Londres.

Em 1981 Pinheiro Neto Advogados deu um grande passo para a implantação da informatização no escritório, adquirindo processadores de palavras e em seguida os primeiros mini-computadores. Em 1992, 50 anos do Pinheiro Neto Advogados. 50 sócios, 215 advogados, 190 estagiários, 160 paralegais, escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Londres, e a mesma dedicação ao trabalho.

Em 2002 Pinheiro Neto Advogados completa sessenta anos e, em comemoração, lança um livro com toda a história do escritório. Um livro muito bem escrito por Ignácio de Loyola Brandão e dedicado “a todos que contribuíram com trabalho, dedicação, esforço, tenacidade e crescimento profissional para que a firma a que pertenço e leve o meu nome pudesse completar os primeiros sessenta anos de existência.” (J.M.Pinheiro Neto)




________________

patrocínio

Bradesco VIVO

últimas quentes