Domingo, 19 de maio de 2019

ISSN 1983-392X

Resultado do Sorteio de obra "Execução Extrajudicial"

terça-feira, 2 de outubro de 2007


Sorteio de obra


Migalhas tem a honra de realizar o sorteio da obra "Execução Extrajudicial" (Editora Quartier Latin – 503 p.), coordenada por Susana Henriques da Costa e escrita por renomados colaboradores, entre os quais destaca-se Asdrubal Franco Nascimbeni do escritório Franco Nascimbeni e Azevedo Advogados Associados que gentilmente ofereceu a obra para sorteio.


Sobre a obra :

Passado um ano do advento da Lei n° 11.232/05 (clique aqui), a execução civil é mais uma vez modificada, agora especialmente no tocante aos títulos executivos extrajudiciais. Inúmeras foram as inovações, como se verá pelos artigos que compõem esta obra. O intuito do legislador, porém, parece ser um só: trazer maior efetividade à tutela satisfativa e, assim, melhorar a prestação jurisdicional do Estado. Esse, aliás, é o foco recente das reformas do CPC. Depois de severas reformas no processo de conhecimento, realizadas desde os meados da década de 90, chegou a hora da tutela executiva, muitas vezes apontada como o grande algoz do processo. A atual reforma, nesse sentido, reformula e aprimora os institutos da execução e, com isso, busca torna-los mais adequados e úteis à realidade moderna.

Por mais louvável que seja a intenção do legislador reformista, porém, é forçoso reconhecer que as alterações introduzidas pela nova lei certamente trarão dúvidas. Algumas destas dúvidas serão abordadas nesta obra, que tem a finalidade de contribuir para com o debate. O livro contém artigos da mais alta qualidade, versando sobre assuntos diversos e polêmicos ligados à nova execução. Foram eles agrupados na mesma ordem dos artigos alterados pela Lei n° 11.382/06 (clique aqui), com exceção do último texto, que analisa criticamente os vetos presidenciais.
A obra não esgota o tema, mas trata de questões importantes e bastante amplas sobre vários aspectos polêmicos na Lei n° 11.382/06. Busca trazer elementos para enriquecer o debate que já surge.

Sobre os colaboradores :

  • Ana Cândida Menezes Marcato, mestre pela faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Membro do IBDP – Instituto Brasileiro de Direito Processual Advogada em São Paulo.

  • Vítor J. de Mello Monteiro, mestrando em Direito Processual Civil pela PUC/SP, advogado em São Paulo.
  • Asdrubal Franco Nascimbeni, advogado em São Paulo, mestre em Direito Processual Civil pela Faculdade de Direito da USP, árbitro filiado ao Inama (Instituto Nacional de Mediação e Arbritragem), professor de Direito Civil e Processo Civil da Escola Superior de Advocacia da OAB-SP. Professor de Direito Civil da Faculdade das Américas.
  • Helena Najjar Abdo, mestre e doutora em Direito Processual pela Universidade de São Paulo – USP, professora universitária e advogada em São Paulo – SP, membro do Instituto Brasileiro de Direito Processual – IBDP.

  • Rodolfo da Costa Manso Real Amadeo, advogado em São Paulo, mestre em Direito Processual pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.

  • Susana Henriques da Costa, mestre e doutora em Direito Processual pela USP, membro do Instituto Brasileiro do Direito Processual – IBDP, membro do Centro Brasileiro de Pesquisas Judiciais – CEBEPEJ, promotora de justiça do Estado de São Paulo.
  • Guilherme José Braz de Oliveira, advogado e mestrando em Direito Processual Civil pela Faculdade de Direito da USP.
  • José Carlos Baptista Puoli, advogado, mestre e doutor em Direito Processual pela Universidade de São Paulo (USP).
  • Marco Antônio Garcia Lopes Lorencini, advogado, professor,mestre e doutor em processo civil pela USP.

  • Fernando da Fonseca Gajardoni, juiz de direito no Estado de São Paulo, doutorando e mestre em Direito Processual pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Professor titular de Direito Processual Civil da Faculdade Municipal de Direito de Franca (FDF). Professor da Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes (IELF/LGV). Membro do Núcleo de Estudos e Debates do CEBEPEJ e do Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP).
  • Samanta Lopes Álvares, advogada em São Paulo, mestre e doutoranda em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
  • Fredie Didier Jr., advogado e consultor jurídico. Mestre pela UFBA e doutor pela PUC/SP. Professor-adjunto da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (graduação, mestrado e doutorado. Membro dos Institutos Brasileiro e Ibero-Americano de Direito Processual.
  • Leslie Shérida Ferraz, mestre em Direito Procesusal pela Universidade de São Paulo, Doutoranda em Direito Processual pela Universidade de São Paulo, coordenadora executiva/pesquisadora do CEBEPEJ – Centro Brasileiro de Estudos e Pesquisas Judiciais.
  • Marcelo Pacheco Macedo, mestrando em Direito Processual pela Universidade de São Paulo – USP.
  • Rogerio Mollica, mestre e doutorando em Direito Processual pela USP, membro do Instituto Brasileiro de Direito Processual – IBDP e advogado em São Paulo.

  • Junior Alexandre Moreira Pinto, advogado, mestre e doutor em Direito Processual pela Universidade de São Paulo, professor nos cursos de graduação, especialização em direito processual civil e pós-graduação stricto sensu (mestrado) em ciências ambientais na Universidade de Taubaté.
  • Sarah Merçon-Vargas, bacharela em Direito pela Universidade Federal do Espírito Santo, pesquisadora do instituto Capixaba.
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 Resultado :

  • Maurício Bula Trevisani, do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, de São Paulo/SP


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