Quinta-feira, 17 de outubro de 2019

ISSN 1983-392X

Resultado do Sorteio de obra "Guardião"

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008


Sorteio de obra

Migalhas tem a honra de sortear três exemplares da obra "Guardião" (Editora Gryphus - 251 p.), escrita e gentilmente oferecida por R. Ives Braghittoni.

Sobre a obra :

Esta é uma obra de ficção. Ainda que remotamente inspirada em fatos recentes da história brasileira, não há nenhuma correlação direta ou de qualquer tipo entre pessoas (em particular), lugares, datas ou fatos da obra e o mundo real.

Propositadamente, não foram feitas menções de nenhum tipo a elementos que permitissem alguma ligação objetiva com a realidade atual. Tudo que é mencionado no livro ou é absolutamente genérico, e por isso existe em qualquer cidade do mundo (Prefeitura, Câmara dos Vereadores), ou foi simplesmente inventado ("Seccional Sul"). A única conexão com a realidade são os grupos de rock citados no decorrer da obra, o que obviamente não a descaracteriza de sua essência: pura ficção, sem nenhuma ligação com o mundo real além desta.

Esta obra de estréia do advogado Ives Braghittoni é o que se pode chamar o primeiro livro de tribunal do Brasil. Também reúne as características que marcam o sucesso de John Grisham* em todo o mundo: suspense, ação e, claro, advogados. As diferenças: é brasileiro, fala da realidade brasileira e ainda não vendeu cem milhões de exemplares como seu colega norte-americano. As semelhanças: escreve nas poucas horas vagas que sua carreira como advogado lhe permite, como começou Grisham, e se sente inspirado pelo universo jurídico. As figuras centrais desta história são quatro jovens advogados - três homens e uma bela mulher- que estudaram juntos. São muito amigos e sonham com um mundo melhor. Um deles, Gabriel Dalane, vive de cuidar dos interesses de uma imobiliária. Mas é só ele conseguir alugar uma pequena sala que a possibilidade de sair da mediocridade bate à sua porta. É o que acontece no dia em que Gabriel é procurado pelo vendedor de camisas Clécio Arão, que conta como conseguiu filmar o momento em que um fiscal tenta "esquecer" uma multa, pela segunda vez consecutiva, em troca do faturamento mensal da sua loja. Gabriel convoca seus amigos da faculdade, Victor, Carlo e Karen para entrar como uma ação inédita contra o fiscal e a Prefeitura. O argumento é simples: se um funcionário de uma empresa, no exercício da sua função, causa prejuízo a alguém, a empresa é responsável - portanto, a Prefeitura também é responsável pelo que seu fiscal fez. Daí em diante, os quatro advogados entram num ritmo alucinado de trabalho para provar que existe um forte esquema de corrupção, onde o fiscal é apenas a ponta do iceberg. Tentativas de suborno, traições e ameaças de morte dão o clima de suspense. Onde esta bravata legal vai parar? Só lendo o empolgante livro de Braghittoni para saber. A narrativa do autor prende a atenção do leitor não só pela defesa de uma ação mais efetiva em favor do cidadão brasileiro comum, mas pela sensibilidade com que os personagens e o tema são tratados.

Sobre o autor :

R. Ives Braghittoni é bacharel, mestre e doutorando em Direito pela Faculdade de Direito da USP – Largo de São Francisco; professor na Escola Superior de Advocacia da OAB/SP, professor em graduação e pós-graduação na Uni-FMU e conferencista do Fórum CEBEFI. Autor do livro "O Princípio do Contraditório no Processo" e de vários artigos jurídicos em revistas especializadas. Advoga em São Paulo como sócio do escritório Severo Bastista, Miklos Vogel, Zanini e Ives, Advogados.

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 Resultado :

·         Lucinéia A. Meireles Constantino, secretária de juiz em Pimenta Bueno/RO

·         Diogo Pimentel, estagiário da Eletropaulo S.A, de São Paulo/SP

·         Luiz Carlos Marques, sócio gerente do Auto Posto Real Ltda., de Uberlândia/MG

 

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Curiosidades

*John Ray Grisham Jr. (Jonesboro, Arkansas, 8/2/55) é um escritor estadunidense. É o sexto escritor mais lido nos Estados Unidos da América.

É ex-político e advogado aposentado. Incentivado por sua mãe, desenvolveu cedo o hábito da leitura e se tornou um admirador das obras de John Steinbeck, prêmio Nobel de literatura em 1966, e autor do clássico As Vinhas da Ira.

Escolheu o Direito como área de atuação, tornando-se advogado especializado em defesa criminal e processos por danos físicos. Escrevia nas horas em que o seu trabalho lhe permitia, e logo publicou seu primeiro livro, Tempo de Matar, em 1989.

Seus livros giram sempre em torno de questões de advocacia, e geralmente criticam nuances do sistema judiciário americano e das grandes firmas de direito. Desde maio de 1998 a Universidade do Estado do Mississippi possui uma sala de leitura com o seu nome. Em 2006 figurou na Top 100 Celebrites da revista Forbes. Vive com sua esposa, Renée e suas duas crianças Ty e Shea.

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