Quarta-feira, 16 de outubro de 2019

ISSN 1983-392X

Sai resultado de concurso para logotipo do TJ/GO

quinta-feira, 3 de abril de 2008


Logomarca

Sai resultado de concurso para logotipo do TJ/GO

A Comissão Especial Julgadora para a Seleção da Logomarca do TJ/GO divulgou ontem o resultado do concurso, conforme estabelecido no edital, tendo alcançado 1º lugar, com média de 8,26, o trabalho do designer Pedro Henrique Maximiano Alves, de Goianápolis, que concorreu com o pseudônimo "Maxi". Presidida pelo diretor do Centro de Comunicação do TJ/GO, Luiz Otávio Soares, a comissão, formada ainda pelo diretor do Foro de Goiânia, juiz Carlos Alberto França, e os servidores Stenius Lacerda Bastos, Ivana Matha Batista Ferreira Rodrigues, Márcia de Souza Garcia e Mislene Medrado de Oliveira, examinou os 279 trabalhos inscritos. Destes, 79 foram eliminados por falta das justificativas, 194 excluídos por não terem alcançado a média e 6 classificados.

Em 2º lugar, com 6,76 de média, ficou Rodolfo Júnio Ferreira do Prado, de Goiânia, que usou o pseudônimo "Indígena" e, em 3º, Luciana Soares Fernandes, a "Diké", de Florianópolis/SC, que obteve a pontuação 5,91. Em 4º, 5º e 6º lugares ficaram Idelto Gomes da Silva Júnior - "Adônis", com 5,89, e dois trabalhos de Juliany Otacílio Cintra, um com pseudônimo "Serafim", que alcançou média 5,60, e outro sob o codinome "Flor de Liz", com 5,02. Tanto Idelto quanto Juliany são de Goiânia.

Em ofício encaminhado ao presidente do TJ/GO, desembargador José Lenar de Melo Bandeira, o presidente da comissão explicou que a banca se reuniu cinco vezes para o exame dos trabalhos tendo, anteontem, se encontrado pela última vez quando cada membro apresentou a nota que deu para cada um dos 6 classificados. Na mesma ocasião, conforme relatou Luiz Otávio, foram feitas a soma das notas e a elaboração das médias. No documento a comissão assegurou que os nomes dos autores dos trabalhos mantiveram-se em sigilo durante o período de avaliação, e somente teve acesso aos dados de identificação a servidora Cibele da Costa Nunes, designada secretária e organizadora das atividades. A identificação dos seis classificados foi feita somente ontem, após a elaboração das médias.

Avaliação

Conforme o edital, foram analisados cinco critérios para a avaliação dos trabalhos: ideografia quanto aos aspectos relacionados ao TJ/GO; ideografia quanto aos aspectos relacionados ao Estado de Goiás; objetividade, simplicidade e imagem virtual; clareza da simbologia gráfica; identidade visual e design gráfico.

Inscrito sob o número 267, o trabalho do designer Pedro Henrique Maximiano Alves priorizou a simplicidade da forma e da cor. Como explicou no trabalho, na parte de conceituação, o processo construtivo parte de um triângulo eqüilátero que faz, assim, alusão à tríade equilíbrio, imparcialidade e harmonia, "em perfeita harmonia com linhas convergente ao topo: Justiça".

Ainda no conceito, Pedro Henrique esclareceu que o traço semicircular que tangencia a base do quadrado simboliza a bateia/prato, que lembra a saga dos desbravadores bandeirantes que fazem parte da história de Goiás. O traço vertical é uma referência ao martelo ou malhete usado pelo juiz "ser supremo do tribunal" e simboliza poder e autoridade. Para o vencedor, o traço vertical e o traço semicircular, juntos, dão forma a uma balança, unidade que representa justiça e direito.

O designer, que utilizou apenas o cinza e branco em seu trabalho, justificou a opção alegando que a cor cinza exprime sobriedade, seriedade e neutralidade e observou que o logotipo vem com tipografia sem serifa e com letras minúsculas para que se faça uma referência à igualdade de direitos, além de uma correlação com o endereço eletrônico evidenciado na sigla "tj.go". Segundo comentou, "com geometrias puras e traços simples em sua construção, a nova marca traz um roupagem contemporânea em que valores são formados por sutilezas".

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