Quarta-feira, 23 de outubro de 2019

ISSN 1983-392X

Presidente da Assembleia Legislativa do RS aceita pedido para instalar CPI

O presidente da ALRS, Ivar Pavan (PT), anunciou hoje, 14/8, o deferimento do pedido de instalação da CPI para investigar denúncias de suposta corrupção no governo do Estado, assinado por 39 parlamentares. O anúncio ocorreu após a conclusão do parecer da Procuradoria da Casa.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009


Crise no RS

Presidente da Assembleia Legislativa do RS aceita pedido para instalar CPI

O presidente da ALRS, Ivar Pavan (PT), anunciou hoje, 14/8, o deferimento do pedido de instalação da CPI para investigar denúncias de suposta corrupção no governo do Estado, assinado por 39 parlamentares. O anúncio ocorreu após a conclusão do parecer da Procuradoria da Casa.

"Quando existem dúvidas diante de denúncias, dentro da prerrogativa que tem o Poder Legislativo de fiscalizar, o principal instrumento que a Assembleia tem à disposição é a CPI", destacou Pavan. O pedido apresentado pelo PSDB, para que a CPI não fosse instalada, foi indeferido.

A aceitação do pedido para que a CPI seja instalada será publicado no Diário da Assembleia Legislativa na próxima segunda-feira, 17/8. E a partir da terça, 18/8, as bancadas têm cinco dias para indicar os nomes dos deputados que irão compor a Comissão. A CPI será composta por dois parlamentares do PT, PMDB, PP e PSDB. E terá um representante do PDT, PTB, DEM e PPS. Após a indicação dos nomes dos parlamentares, haverá prazo de 3 dias que a CPI seja instalada. A CPI funcionará por 120 dias.

Pavan afirma que o Parlamento gaúcho não pode abrir mão da prerrogativa de fiscalizar e do direito que a sociedade tem de saber a verdade. Quanto ao indeferimento do pedido feito pelo PSDB, ressaltou que há jurisprudência do Supremo Tribunal Federal que prevê a possibilidade de instalação de CPI sobre matéria que seja objeto de inquérito policial ou processo judicial. De acordo com o presidente da AL, é fato determinante o pedido de instalação de CPI feito por 39 parlamentares, uma vez que a legislação apenas requer 19 assinaturas.

A Comissão não poderá se reunir no mesmo horário das Comissões Permanentes e das sessões plenárias. Quanto aos pedidos de impeachment da governadora Yeda Crusius, apresentados pelo Psol e pelo Fórum Permanente de Servidores Públicos, e outro solicitando o afastamento do vice-governador Paulo Afonso Feijó, originado pelo PSDB, Pavan afirma que deve haver deliberação a partir da próxima semana.



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