Processo e Procedimento

8/9/2015
José Fonseca

"Desculpem-me, mas os nobres advogados estão no mundo ideal, em que causídicos só utilizam alegações quando, de fato, tem algum fundamento (Processo e Procedimento - 8/9/15 - clique aqui). No mundo real, seria atraso desnecessário. E a morosidade sempre cai no colo do Judiciário. Nenhum advogado vem dizer em público que também são culpados pelo atraso da Justiça. A ideia desse enunciado é, pode exemplo, se ver prescrição, por exemplo, não vai ter de perguntar à parte prejudicada: 'vou extinguir por prescrição, ok?'. Mesmo que a outra parte não tenha alegado a prescrição. Se a convicção está formada, abrir mais uma vez vista é atraso desnecessário. Se o juiz tiver errado, corrige-se no recurso. Agora, claro, cada um tem de ter o sentido verdadeiro de que sua convicção está mesmo formada, que não quer só fazer número. Sem contar que ainda tem embargos de declaração com efeitos infringentes."

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