Sábado, 7 de dezembro de 2019

ISSN 1983-392X

A Editora Revan entregou ao Papai Noel 8 obras. São elas:


  • 1 exemplar da obra "Tormenta Juris Permissione"
  • 1 exemplar da obra "Histórias dos Pensamentos Criminológicos"
  • 1 exemplar da obra "A Fábrica de Penas"
  • 1 exemplar da obra "O Estado e Seus Inimigos"
  • 1 exemplar da obra "Os Condenados da Cidade"
  • 1 exemplar da obra "Crime de Colarinho Branco - Versão Sem Cortes"
  • 1 exemplar da obra "Direito e Prática Histórica da Execução Penal no Brasil"
  • 1 exemplar da obra "Crítica do Mensalão"

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"Tormenta Juris Permissione - Autor: Ana Lucia Sabadell" - (416 p.)

O livro baseia-se na tese de doutorado apresentada em 1999 junto à Faculdade de Direito da Universidade do Saarland, na Alemanha. A tese obteve a nota máxima (summa cum laude) após a defesa pública perante banca examinadora presidida pelo professor doutor Alessandro Baratta. Trata-se de uma ampla pesquisa sobre a história da tortura judicial entre os séculos XVI e XVIII em dois territórios europeus, especificamente, Catalunha e Castela, que faziam parte do reino de Espanha, formando a partir da Unificação da Coroa de Aragão e de Castela-Leão, no século XVI.

"Histórias dos Pensamentos Criminológicos - Autor: Gabriel Ignacio Anitua" - (944 p.)

O livro surgiu da ideia de elaborar uma espécie de manual para estudantes de Criminologia. Com a obra à mão, o aprendiz teria ferramentas para identificar as raízes do discurso deste ou daquele professor, e, indo além, destacar os princípios políticos e morais desses mesmos discursos. O resultado excede o objetivo inicial. A obra não interessa apenas aos iniciados em Criminologia, mas, também, a todos os leitores que valorizam o pensamento crítico.

"A Fábrica de Penas - Autor: Luiz Guilherme Mendes de Paiva" - (168 p.)

Como são formuladas as leis penais? Quais são os critérios que giram em torno da discussão parlamentar? Há alguma racionalidade nesse processo? Com o intuito de responder tais perguntas, entre outras, o autor utiliza-se deste livro para abrir um debate sobre a formação das leis penais no Brasil e os critérios de racionalidade do processo legislativo.

"O Estado e Seus Inimigos - Autor: Arno Dal Ri Junior" - (400 p.)

Analisando os processos de "ressignificação" da noção de delito político desde a Antiguidade, a obra parte do pressuposto de que as diferentes noções deste crime, surgidas durante o percurso histórico da cultura punitiva, sofreram constantes ampliações no rol de condutas criminalizadas. Trata-se de um fenômeno marcado por uma forte preocupação em aperfeiçoar as práticas discursivas que envolviam e fundamentavam a noção de um delito, elaborada para legitimar os interesses de quem detinha as rédeas do poder do Estado e com a manipulação das mesmas, se preocupando de modo meticuloso.

"Os Condenados da Cidade - Autor: Loïc Wacquant" - (224 p.)

O livro leva o leitor a áreas específicas de dois países avançados: uma é o gueto negro americano e outra, a periferia urbana francesa, mostrando que a marginalidade não é igual em todas as localidades. O mais estranho sobre nisso é que seus mecanismos são genéricos e as formas específicas que assumem se tornam inteligíveis, uma vez que eles são unidos firmemente à matriz histórica de classe, estado e característica local de cada sociedade.

"Crime de Colarinho Branco - Versão Sem Cortes - Autor: Edwin H. Sutherland" - (416 p.)

Sutherland anuncia seu interesse por uma investigação de maior fôlego sobre crimes das classes poderosas no momento em que assume a cadeira de presidente da Sociedade Sociológica Americana (American Sociological Society), entidade máxima que congregava os sociólogos do país. No momento de sua posse em 1939, o autor profere uma histórica palestra perante seus pares sob o título "O criminoso de colarinho branco" (The White Collar Criminal), que seria publicada na forma de artigo no ano seguinte pela revista American Sociological Review com o nome de "Criminalidade de colarinho branco" (White-collar Criminality).

"Direito e Prática Histórica da Execução Penal no Brasil - Autor: Rodrigo Duque Estrada Roig" - (364 p.)

A história do sistema penitenciário brasileiro e de sua legislação é, sem sombra de dúvida, marcada pela infâmia. O livro utiliza como premissas os discursos dos diversos regulamentos penitenciários do Império e da República, dos projetos de código penitenciário do século XX e da legislação contemporânea – Lei da Execução Penal e Regulamentos Penitenciários dos Estados -, demonstrando que o cárcere sempre desempenhou crucial papel na política de controle social, em razão de sua contundente eficácia dissuasória e neutralizante.

"Crítica do Mensalão - Autor: Nilo Batista" - (192 p.)

"O evento midiático, político e judiciário que ficou conhecido como Mensalão tem sido objeto de inúmeras publicações da autoria de jornalistas, cientistas sociais e juristas, cujo conteúdo oscila de acordo com as convicções de cada autor", assim se refere Nilo Batista a este trabalho seu sobre aspectos da Ação Penal nº 470 no STF.





PS
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