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Lula Fala
SEGUNDA-FEIRA, 11h55

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando perguntado acerca da malfadada Fundação Lava Jato - aquela com a qual a força-tarefa de Curitiba pretendia gerir um orçamento bilionário voltando para "políticas públicas" - vaticinou que a entidade era "um partido político que o Dallagnol queria criar".

SEXTA-FEIRA, 18h46

"Prender cidadão do jeito que eles fizeram, manter o cara condenado 30, 40, 50 anos, e depois falar para o cara: olha, tem um prêmio. O baú da felicidade é vocês citarem o nome do Lula." A afirmação é do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que em entrevista exclusiva ao Migalhas na última quarta-feira, 2, assegura: sempre foi objeto de desejo da operação Lava Jato.

 

SEXTA-FEIRA, 12h37

"A desgraça de quem conta a primeira mentira é que passa o resto da vida mentindo para justificar a primeira mentira. E eles construíram a mentira do Dallagnol, do PowePoint. O Moro construía a mentira do contexto. Com base nisso, nada valia", afirmou Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista exclusiva ao Migalhas.

SEXTA-FEIRA, 9h44

"Demonstrou uma relação humanista muito grande", disse Lula sobre ligação do ministro Gilmar Mendes ao ex-presidente durante o velório de seu neto. "Por detrás daquela fisionomia dura, às vezes carrancuda, tem humanismo." O episódio foi revelado ao Migalhas em abril, em entrevista concedida pelo ex-primeiro-ministro de Portugal José Sócrates.

 

QUINTA-FEIRA, 17h19

Ao falar do atual presidente da República, Lula lembra que Bolsonaro foi eleito, tem quatro anos de mandato e pode governar. "Não adianta a oposição ficar inquieta querendo que o Bolsonaro derreta, que ele acabe." A fala foi proferida em entrevista exclusiva concedida pelo ex-presidente ao site Migalhas. "Deus queira que ele faça a coisa certa, para o povo brasileiro não sofrer", destaca. E finaliza: "o mesmo povo que elege é o mesmo povo que deselege, que não elege outra vez".

QUINTA-FEIRA, 14h09

QUINTA-FEIRA, 13h12

O ex-presidente Lula segurava nas mãos o recém-lançado livro de confissões lançado pelo ex-procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, quando encontrou com a equipe do site Migalhas para uma entrevista exclusiva. Entre suas falas, Lula contou que sempre soube da "farmacinha" de Janot, apelido de geladeira que o ex-PGR mantinha com bebidas alcoólicas no gabinete. "Essa gente não tem noção da responsabilidade do cargo que exerce."

Confira a matéria no site Migalhas.

QUINTA-FEIRA, 11h19

"É preciso respeitar pessoas que estão exercendo o cargo." Essa é a opinião do ex-presidente Lula ao criticar promessa de cargo no Supremo antes de haver vaga aberta na Corte. A declaração é referente à promessa de Bolsonaro a Moro sobre vaga de Celso de Mello - que só será pego pela compulsória em novembro de 2020. Ao Migalhas, o ex-presidente alfinetou: "tem uma coisa que a gente traz da educação que a gente teve".

Assista:

QUINTA-FEIRA, 9h49

Migalhas esteve ontem na sede da Polícia Federal, em Curitiba, para uma entrevista exclusiva com Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-presidente falou sobre o Supremo Tribunal Federal, a operação Lava Jato e as declarações de Rodrigo Janot no recém-lançado livro. 

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Fotos: Ricardo Stuckert.

QUARTA-FEIRA, 22h22

Tendo sido o presidente da República após a redemocratização que mais indicações fez ao STF – foram oito durante os dois mandatos -, Luiz Inácio Lula da Silva assegura: não se arrepende de nenhuma delas. Nesta quarta-feira, 2, diretamente da sede da PF em Curitiba, onde cumpre a condenação na operação Lava Jato, o ex-presidente concedeu uma entrevista exclusiva ao Migalhas.

Confira  matéria completa no site Migalhas.

QUARTA-FEIRA, 20h47

Em entrevista exclusiva nesta quarta-feira, 2, Luiz Inácio Lula da Silva rebate a ideia de que estaria desrespeitando a Justiça por se recusar a progressão para o regime semiaberto – solicitado pela força-tarefa da Lava Jato.

Veja a explicação do ex-presidente abaixo:

Confira a matéria no site Migalhas.

QUARTA-FEIRA, 15h21

Lula comenta julgamento do STF sobre a ordem das alegações finais em caso de corréus (colaboradores e não colaboradores). Confira

 

QUARTA-FEIRA, 12h47

 

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Migalhas esteve há pouco na sede da Polícia Federal, em Curitiba, para uma entrevista exclusiva com Luiz Inácio Lula da Silva. Na longa conversa, opiniões contundentes do ex-presidente sobre  Sergio Moro e Deltan Dallagnol, o papel da Suprema Corte brasileira, e a influência norte-americana no país. Com o recém-lançado livro de Rodrigo Janot nas mãos, Lula assegurou: até o último suspiro, vai gritar e lutar por sua inocência. Acompanhe logo mais toda a cobertura no site Migalhas. 

QUARTA-FEIRA, 11h03

Memórias do Cárcere

2 de outubro de 2019 - Realizando o mais lídimo exercício democrático de informar, Migalhas foi ontem à sede da Polícia Federal de Curitiba para entrevistar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso há 544 dias.

Cumprindo todos os trâmites legais (petição à juíza da vara de execuções, manifestação do MPF e da defesa), foi-nos autorizada a entrevista, na qual queríamos abordar as questões eminentemente jurídicas.

Chegamos à sede da PF por volta das 8h. Os policiais, que tratam a todos com cerimonioso respeito, indicaram a sala para montagem do equipamento de filmagem no 3º andar.

Antes, visitamos, em frente ao edifício, a vigília montada por grupos e associações que, indefectivelmente, dão bom dia (9h), boa tarde (14h30) e boa noite (19h) ao ex-presidente, em alto e bom som.

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Acerca do prédio da PF, interessante anotar que, por ironia do destino, foi construído na gestão de Lula, sendo Marcio Thomaz Bastos o ministro da Justiça – há até mesmo uma placa na entrada com essa informação.

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Às 9h25 o ex-presidente irrompeu a sala.

Usando a mesma gravata usada quando depôs ao então juiz Sergio Moro no caso que o levou à prisão, Lula cumprimentou um a um, sentou-se na cadeira adrede colocada atrás de uma pequena mesa, e começamos a conversa que durou regulamentares 60 minutos.

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O que foi dito ali os leitores irão ver hoje, e nos próximos dias, nos vídeos que estamos selecionando de acordo com os temas.

Esclareça-se que a edição se justifica para que fiquemos apenas circunscritos às questões afetas ao meio jurídico, deixando os eventuais comentários políticos para os veículos especializados.

Independentemente das paixões e crenças ideológicas que cada um respeitosamente tenha, queremos crer que se trata de um registro histórico. Ademais, ouvir o que o ex-presidente da República tem a dizer em seu cárcere, concordando-se ou não, é um salutar exercício democrático. De modo que, ouçamo-lo.