segunda-feira, 3 de agosto de 2020

ISSN 1983-392X

Pílulas
?????terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Inexplicável portaria (3/15), assinada pelos presidentes dos tribunais superiores, informa que o contingenciamento de recursos determinado pela União para cada área do Judiciário, incluindo a Justiça Eleitoral, "inviabilizará as eleições de 2016 por meio eletrônico".

Gasolina no fogo

Ao imputar ao Executivo, que cortou verbas, a eleição voltar a ser em papel, o TSE cria uma crise institucional dispensável. Como se viu, para respaldar o rompimento, buscou-se a assinatura de todos os presidentes de tribunais superiores, jogando-os contra Dilma, como se fosse preciso colocar mais esse palito de fósforo aceso na fogueira que a frita. Ninguém duvide, a eleição será feita com as urnas eletrônicas. Quer apostar?

Só na história

Como se disse, não perca tempo, leitor, achando que haverá retrocesso no processo eleitoral. Feita a portaria-pressão, a verba aparecerá. Mas, confessamos, bateu um saudosismo. Aquelas urnas de lona, os mesários dando visto nas cédulas, as indevassáveis cabines eleitorais com a inexplicável propaganda da Antártica... ah! E as apurações, que festa! Mesas apuradoras disputando umas com as outras quem contava mais rápido. Montinhos de votos pra lá e pra cá. Ao final, a indefectível pergunta : bateu? Era a conferência entre o apurado e ata. E os votos ilegíveis, que os fiscais ficavam tentando, cada qual, atribuir a seu candidato... Bons tempos, que os anos não trazem mais.

Direito Administrativo

Hely Lopes Meirelles deve estar se revirando ao saber que um instrumento administrativo (portaria) está sendo usado para tal desiderato.

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