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A gestão financeira é importante para o sucesso da empresa

Aprenda neste artigo a importância de ter uma boa gestão financeira em sua empresa.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

(Imagem: Arte Migalhas)

(Imagem: Arte Migalhas)

Defina orçamentos, previsões e analise as principais decisões que apoiam o desenvolvimento das chamadas startups. Sem essas premissas, é impossível seguir o caminho certo e alcançar bons resultados.

Como em qualquer negócio, sem gestão financeira para uma startup, não se pode considerar o desenvolvimento para avaliar os aspectos operacionais e medir se as metas e planos estão sendo alcançados.

Por meio de um bom planejamento financeiro, você pode analisar o desempenho anterior (se tiver um histórico), prever tendências econômicas e de negócios viáveis e evitar possíveis problemas e obstáculos.

Mas como fazer gestão financeira para empresas iniciantes? Quais são as principais ações? Para ajudá-lo a resolver esse problema, propomos algumas práticas que devem ser aplicadas o mais rápido possível.

Qual a importância de fazer uma gestão financeira para startup?

Para que um plano financeiro seja eficaz, ele deve ser bem estruturado e baseado em metas e objetivos previamente estabelecidos.

Isso significa que, por meio de uma compreensão abrangente das finanças corporativas (incluindo impostos, receitas, despesas, financiamento e investimento), os empresários podem inspecionar, analisar e avaliar todas as questões financeiras da organização, mapear custos desnecessários e tomar decisões com base em números, não apenas em um palpite.

A boa gestão financeira proporciona aos gestores uma visão verdadeira do seu negócio como parâmetro para a tomada de decisões corretas, evitando que a empresa se comprometa por falta de recursos ou feche na pior das hipóteses.

A boa gestão financeira é um dos aspectos mais importantes do sucesso esperado de uma empresa.

Pode ser uma triste realidade para muitas empresas acreditar que todos os esforços investidos no processo de constituição de uma empresa foram perdidos por descuido com a situação financeira.

Como planejá-la?

A gestão financeira para empresas iniciantes não significa apenas controlar os recursos dentro e fora da caixa e calcular a receita. É necessário investir em outras tarefas e implementar ferramentas e técnicas para melhorar a forma como os recursos e despesas são administrados.

Além de auxiliar os gestores na tomada de decisões e apoiar a manutenção da saúde financeira corporativa no processo de tomada de decisão, a gestão financeira das startups também garante o bom andamento das atividades e auxilia os empresários no aprimoramento de questões importantes para a obtenção de melhores resultados.

Mas como administrar bem as finanças? Vejamos algumas dicas práticas para evitar que você se perca. Veja e coloque em prática o mais rápido possível!

Avalie os custos fixos

A primeira etapa do processo de gestão financeira de uma startup é começar com custos fixos. Isso porque são custos que nada têm a ver com outros fatores. Ou seja, eles são pagos à vista ou quase com certeza acontecerão, independentemente do nível de produção.

Portanto, se não for rastreado e monitorado, os custos fixos serão de difícil controle em um curto período de tempo. Isso significa que requerem atenção especial dos gestores para que não impliquem em prejuízo ou ultrapassem o caixa da empresa.

Não é exceção em startups. Os empreendedores precisam avaliar o investimento que seu negócio está recebendo ou injetar recursos da empresa, como por exemplo, analisar o retorno sobre o investimento (ROI).

Escolha bons indicadores de desempenho

Se não atender às necessidades do negócio, de nada adianta usar inúmeros indicadores financeiros e de desempenho. Os gestores devem usar as informações e os dados para analisar questões dignas de atenção, ou seja, refletir a evolução da startup e conduzir ao seu crescimento.

Os melhores indicadores devem considerar a situação da empresa, o momento do startup e o foco do negócio. Após essa definição, é possível estabelecer um processo de tomada de decisão de suporte digital que avalia parâmetros e reflete as necessidades do negócio.

Analise seus produtos

Se o empresário, em última análise, não sabe quanto cada produto vai render ao seu negócio, principalmente o custo de produção ou revenda, é inútil trabalhar com vários produtos.

Cada produto deve ser analisado separadamente para avaliar se realmente vale a pena continuar investindo nele ou para voltar a atenção para outros projetos mais rentáveis.

A gestão financeira para startups requer atenção a tudo o que está sendo comercializado, desde custos administrativos e operacionais até frete e comissões.

É preciso colocar tudo na ponta da caneta para identificar problemas nas vendas e desenvolver estratégias que possam melhorar os resultados.

Preste atenção às margens de lucro

Todas as transações da empresa devem ser especificadas corretamente, mesmo que os pagamentos e recebimentos ainda não tenham ocorrido. Quando esse controle é feito por meio de formulários eletrônicos, é comum que os empreendedores acabem se perdendo.

Porém, com a adoção da tecnologia, muitas empresas vêm implementando softwares de gestão que facilitam a integração das informações gerenciais, processos automatizados e processos de tomada de decisão auxiliada.

Depois de dominar todos os dados, o empreendedor pode calcular e monitorar a margem de lucro e o ponto de equilíbrio do seu negócio.

Por exemplo, esse tipo de informação pode entender se a empresa cobre todas as despesas e se ainda há lucro após todos os descontos.

Entender esses indicadores é muito importante para avaliar o desempenho das startups, analisar seu potencial de crescimento e planejar e traçar seus planos de crescimento.

Avalie seus custos

Não há nada mais simbólico do que fechar uma conta corporativa com saldo de custos maior do que receita. Este é o método de negócios mais confiável. Pode-se reconhecer que as coisas não estão tão tranquilas quanto o esperado e o desempenho dos negócios é muito insatisfatório.

Ao fazer a gestão financeira de uma empresa iniciante, você precisa entender todos os custos envolvidos no negócio. Coloque todas as despesas administrativas, operacionais e financeiras na ponta da caneta (ou deixe um bom sistema de gestão funcionar).

Separe os custos fixos dos custos variáveis para avaliar o que se torna desnecessário e o que vale mais investimento. Sempre é possível encontrar algo que pode ser reduzido para ajudar a otimizar os recursos e resultados organizacionais.

Faça um plano estratégico

O planejamento financeiro é outro item importante relacionado ao processo de gestão de startups. Ajustar corretamente a escala de recursos e reduzir a possibilidade de ter que recorrer a capitais de terceiros e empréstimos bancários é a diferença entre quem planeja bem.

Por meio do planejamento financeiro, é possível controlar de forma mais eficaz as operações e compreender plenamente a real situação financeira da empresa, de forma a tomar decisões de investimento decisivas, traçar metas e orientar a equipe na busca do aprimoramento. Em suma, é usar o desempenho para alcançar melhores resultados de desempenho.

Resultado de comparação

Compare os resultados dos anos anteriores, visualize os dados de custo, receita e cobrança para diferentes períodos e, em poucas palavras, entenda o desenvolvimento do seu negócio.

Um grande erro de muitos empreendedores de startups é não prestar atenção aos sinais de problemas financeiros e, eventualmente, enfrentar sérias consequências comerciais, que em muitos casos podem levar à falência.

Bons empreendedores devem acompanhar o volume de seus negócios e avaliar os momentos em que estratégias direcionadas são necessárias para resolver problemas de curto e médio prazo com antecedência.

Ao conduzir a gestão financeira de uma empresa iniciante, os empreendedores precisam entender o número de seus negócios, não suposições. É necessário ter recursos que forneçam os dados mais recentes e reflitam a posição da empresa no mercado.

Que ferramentas existem para ajudar no planejamento financeiro?

Um plano financeiro eficaz reúne um conjunto de ações e medidas de controle, desde o acompanhamento de contas até a elaboração de orçamentos, e tem sempre o objetivo de monitorar e melhorar o desempenho financeiro da empresa.

Portanto, as ferramentas utilizadas podem variar de empresa para empresa, mas em geral, pelo menos você precisa gerenciar o fluxo de caixa da empresa e determinar o orçamento da empresa. Além de saber quais ações devem ser tomadas para atingir esses objetivos, são principalmente esses fatores que permitirão o desenvolvimento de metas e um roteiro para metas.

Portanto, nesse processo, é muito importante criar cronogramas, registrar informações, definir indicadores e outras ações para garantir que eles sejam colocados em prática. Lembre-se da projeção da cena, e confirme qual está mais próxima da realidade e se adapte ao plano de ação todos os dias para alcançar o resultado.

Fluxo de caixa

O fluxo de caixa é uma ferramenta que auxilia no acompanhamento de todas as entradas e saídas de caixa de uma empresa em um determinado período de tempo, sendo fundamental para um bom controle financeiro. Dessa forma, eles podem não apenas compreender sua capacidade de cumprir seus compromissos diretos, mas também fazer previsões sobre a análise de diferentes cenários.

Além do controle financeiro, a utilização do fluxo de caixa trouxe uma série de benefícios para a empresa. Auxilia o processo de tomada de decisão, fornecendo informações sobre as fontes de receita e despesas principais, para que ações possam ser tomadas para melhorar a eficiência.

Além disso, é a base básica do planejamento financeiro porque torna mais fácil definir metas de receita, medir resultados e gerenciar o caixa para cobrir todas as despesas.

Despesas

Mais próximo da realidade de muitos empresários, o orçamento é outra ótima ferramenta para controlar as finanças e auxiliar no planejamento financeiro de forma simples. Com ele, as empresas podem planejar os recursos disponíveis para produtos, serviços, unidades, departamentos, projetos ou processos específicos e garantir que suas equipes e gestores os utilizem com cuidado e não prejudiquem as finanças da empresa por ações isoladas.

O planejamento e a integração entre todas as áreas fazem parte do bom planejamento, pois envolve a decisão de alocar os recursos da empresa entre despesas, custos e investimentos. Portanto, deve seguir a estratégia da empresa e ser adotado em todas as áreas.

Além disso, é preciso lembrar que não basta fazer um orçamento, porque faz parte do plano, devendo acompanhar regularmente o que foi implementado e o que foi planejado, para que, analisando a real situação da empresa, a decisão é feita em um contexto mais correto. Nesse caso, o cenário financeiro pode verificar se a empresa está se desenvolvendo conforme o esperado ou se precisa ser alterado para atingir a meta.

Além do fluxo de caixa e do controle orçamentário, os gestores podem utilizar as vantagens de um software de gestão financeira para melhor organizar as finanças da empresa, e também podem contar com a ajuda de empresas que prestam serviços contábeis à escala do seu negócio.

Optar por terceirizar análises e registros contábeis pode ajudá-lo a agilizar os processos internos da empresa e simplificar o planejamento. Lembre-se sempre de que uma boa gestão financeira é essencial para o seu negócio.

Se o empreendedor tem prática em seu trabalho diário que pode lhe fornecer informações precisas e valiosas sobre a situação financeira de seu negócio, ele será mais preciso em saber o que fazer para tornar o negócio próspero e evitar riscos de mercado.

O primeiro passo para garantir que o seu plano financeiro seja executado da melhor forma é ter os melhores profissionais à sua volta para perceber a situação atual com muita sabedoria e precisão, de forma a desenvolver um plano personalizado do seu negócio com objetivos claros.

Atualizado em: 12/1/2022 12:48

Adriano Hermida Maia

Adriano Hermida Maia

Advogado, Docente, especialista em Crimes Digitais, Pós-Graduado em Processo Civil, Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, MBA em Contabilidade & Direito Tributário com ênfase em risco fiscal.