Baú migalheiro

Em 20 de julho de 1304, há 717 anos, nasceu Francesco Petrarca. Foi um lírico e humanista italiano, cuja poesia influenciou autores como Lope de Vega, Francisco de Quevedo, Luis de Góngora na Espanha, William Shakespeare e Edmund Spencer. Tão influente como as novas formas que trouxe à poesia foi sua concepção humanista, na qual se unia o cristianismo com a cultura clássica. Sua principal obra foi o Canzoniere, publicado originariamente com o nome de "Rime in vita e Rime in morte de Madonna Laura" e que foi sendo ampliado com o transcorrer dos anos. Posteriormente, denominou-se Cancioneiro petrarquista às coleções de poemas líricos criadas por diferentes autores. Petrarca foi autor também do poema épico "África", dedicado ao conquistador romano Escipión.
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Em 21 de julho de 1899, há 122 anos, nasceu Ernest Miller Hemingway, escritor e jornalista dos Estados Unidos. Nos estudos destacou-se em línguas, mas sentia-se desentusiasmado pelas outras matérias. Mostrou suas aptidões literárias no diário escolar, usando o pseudônimo Ring Lardner, Jr. Ao acabar seus estudos, em 1917, não quis ir à universidade, como queria seu pai, nem se aperfeiçoou em seus estudos de violoncelo, como aspirava sua mãe. Então se transferiu para o Kansas e em outubro de 1917 começou a trabalhar como repórter no diário Kansas City Star. Entre suas obras destacam-se: The Torrents of Spring, O Sol Também se Levanta, Adeus às Armas, Morte à Tarde, As Verdes Colinas da África, Ter e não Ter, Por Quem os Sinos Dobram, Do Outro lado do Rio, Entre as Árvores e O Velho e o Mar, pelo qual recebeu o Prêmio Pulitzer em 1953.
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Em 22 de julho de 1795, há 226 anos, foi assinado tratado de Basileia entre a República Francesa e a monarquia de Carlos IV da Espanha, na cidade Suíça de Basiléia, que pôs fim à Guerra da Convenção entre os dois países que havia começado em 1793 e que havia sido um desastre para a monarquia espanhola, já que as províncias bascas e a Catalunha acabaram ocupadas pelas tropas francesas.
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Em 23 de julho de 1896, há 125 anos, morreu Aristides da Silveira Lobo, jurista, político e jornalista republicano e abolicionista brasileiro, ao tempo do Império. Nascido no Engenho Tabocas, era neto do tenente-coronel Francisco José da Silveira, condenado à morte por participar da Revolução Pernambucana de 1817. Ingressou na Faculdade de Direito de Recife, graduando-se em 1859. Chegou a exercer o cargo de promotor público e de juiz, mas logo enveredou pela política, filiando-se ao Partido Liberal, tendo sido eleito deputado geral por dois mandatos consecutivos. Em 1889 Aristides é nomeado ministro do Interior, ocupando o cargo por apenas dois meses, renunciando por divergir profundamente do Marechal Deodoro da Fonseca. Elege-se, então, deputado federal, participando da constituinte, no mandato de 1891 a 1893 e, em seguida, para o Senado, de 1892 a 1896.


