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Palácio da Justiça do Rio - Visitações públicas até a próxima sexta-feira, 11/2

O Palácio da Justiça do Rio de Janeiro continua sendo palco para visitações públicas, orientadas semanalmente, por educadores e historiadores do Museu da Justiça. O público pode, portanto, conhecer um dos espaços históricos da justiça brasileira, de segunda a sexta, das 11h às 17h, até o dia 11/2. A duração de cada visita é de 60 minutos e a entrada é franca.

Da Redação

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Atualizado às 10:35


Palácio da Justiça do Rio

Visitações públicas até a próxima sexta-feira, 11/2

O Palácio da Justiça do Rio de Janeiro continua sendo palco para visitações públicas, orientadas semanalmente, por educadores e historiadores do Museu da Justiça. O público pode, portanto, conhecer um dos espaços históricos da justiça brasileira, de segunda a sexta, das 11h às 17h, até o dia 11/2. A duração de cada visita é de 60 minutos e a entrada é franca.

Crianças maiores de cinco anos também participam do evento. E a chegada dos interessados para a última visita deve acontecer até às 16h. Podem ser agendados ainda grupos, com o máximo de 20 pessoas, através dos telefones 3133-3497/3766. O Museu da Justiça fica na rua Dom Manuel, 29, no centro (próximo à av. Presidente Antonio Carlos e av. Erasmo Braga - fórum do Rio).

O prédio, que foi totalmente restaurado no ano passado, pelo agora vice-presidente do TJ/RJ, desembargador Luiz Zveiter, desperta a atenção de quem passa pela rua Dom Manuel, por sua imponência, beleza e nova iluminação com cores alternadas. Nele está preservada a memória do Poder Judiciário de nosso Estado.

No serviço de Documentação Histórica do Museu da Justiça, o visitante poderá consultar cópias de processos de julgamentos que ficaram na memória popular, como o crime da Rua Toneleiros (1954), o crime do Sacopã (1952), o assassinato de Aída Curi (1958) e curiosidades como o inventário de José Lins do Rêgo (1958), de D.Pedro II (1891) e outros.

Na Biblioteca do Museu, algumas surpresas, como as Ordenações Filipinas, original do século XVIII (ano de 1749). A obra apresenta cinco tomos, um para cada aspecto de ordenamento da sociedade. O livro quinto, por exemplo, tratava de adultérios, e outros tipos de crimes.

Um pouco da história

O prédio foi construído em 1926 para abrigar o Palácio da Justiça da Corte de Apelação do Distrito Federal e momentos importantes da história se passaram nele. Além do Museu da Justiça, fazem também parte, atualmente, do Palácio: a Diretoria Geral de Gestão do Conhecimento, o Departamento de Gestão e Disseminação do Conhecimento, o Centro Cultural do Poder Judiciário, a Escola de Administração Judiciária do Poder Judiciário de Rio de Janeiro e as Associações de Magistrados.

Com a reforma feita em 2010, as cores originais voltaram à fachada, destacando o prédio que fica no centro da cidade. A construção, quase centenária, rejuvenesceu e manteve o traço de seu estilo eclético clássico. O interior apresenta elementos decorativos que acentuam ainda mais as suas características arquitetônicas: estátuas, vitrais, colunas, piso de mármore, pinturas e mobiliário. E, tudo isto foi respeitosamente preservado.

No museu, o público visitante tem se maravilhado com o majestoso salão espelhado, que é a ante-sala para o Plenário da Corte do antigo Tribunal, onde aconteceu a promulgação do Código Penal de 1940 realizada pelo então presidente da República, Getúlio Vargas.

O Salão dos Passos Perdidos, no segundo andar, é o caminho que se abre ao Tribunal do Júri. O nome tem origem na ansiedade e na apreensão das partes envolvidas à espera do desfecho dos julgamentos. O local se tornou também o título do livro de memórias do jurista Evandro Lins e Silva, ex-ministro do STF.

No 1º tribunal do Júri, que funcionou até 2009, foram julgados casos de grande repercussão nacional, tais como o crime da Rua Toneleiros, o assassinato da atriz Daniela Perez e do jornalista Tim Lopes. Na sua decoração arquitetônica e educativa sobre a história do Direito, podemos encontrar as pinturas do imperador romano Justiniano que compilou e sistematizou todo o código do Direito Romano e de Cícero, que foi um grande orador. Além destas pinturas, de autoria do artista André Vento, encontramos vitrais decorativos com os principais símbolos da justiça, como a balança, a espada e as Tábuas da Lei.

As visitas guiadas por historiadores e educadores e os demais trabalhos realizados são coordenados pelo Museu da Justiça, que faz parte da Diretoria Geral de Gestão do Conhecimento (DGCON) do TJ/RJ.

Os funcionários que participarem da visitação ao Museu da Justiça terão horas concedidas de atividade de capacitação pela Escola de Administração (ESAJ), de acordo com a resolução 17/06, do Conselho da Magistratura.

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Fonte : TJ/RJ

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