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Segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

ISSN 1983-392X

OAB/SE lança campanha em defesa das prerrogativas dos advogados

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segunda-feira, 7 de novembro de 2005

 

OAB/SE lança campanha em defesa das prerrogativas dos advogados

 

A OAB/SE lançará campanha oficial no próximo dia 17 em defesa das prerrogativas dos advogados. O lançamento da campanha ocorrerá a partir das 19h no auditório da Sociedade Semear.

O presidente da OAB/SE, Henri Clay Andrade, convoca toda a classe dos advogados a participar desta solenidade que tem como finalidade adotar medidas que possam garantir o exercício profissional do advogado com liberdade.

Para envolver os advogados nesta campanha, Henri Clay Andrade, viajou para algumas cidades do interior do Estado para discutir os problemas que a categoria enfrenta durante o exercício profissional. Diante da explanação feita pelos próprios advogados, a OAB/SE adotará medidas que possam coibir os abusos praticados contra a atuação dos advogados, especialmente nos fóruns regionais e nas delegacias de polícia.

O último encontro aconteceu em Nossa Senhora da Glória, onde o presidente se reuniu na quinta-feira com advogados que atuam na região do Sertão. Ali, os advogados foram mobilizados pelo presidente da Subseção, Alexandre Sobral. Henri Clay esteve reunido também com advogados do Agreste em encontro que aconteceu no mês passado em Itabaiana, a partir da mobilização feita pelo presidente da regional, Olivier Chagas.

O presidente também esteve reunido com advogados que atuam nas regiões Centro-Sul e Sul do Estado. O encontro com advogados da região Sul aconteceu na cidade de Estância, numa mobilização feita pelo presidente da Subseção José Jorge de Matos Lessa. Com a classe que atua na região Centro-Sul, Henri Clay se reuniu na cidade de Lagarto, sendo mobilizada pelo presidente da Subseção Ismar Francisco Filho.

Nestes encontros, ficou firmada uma parceria em defesa da criação de uma Frente Ampla em Defesa das Prerrogativas dos Advogados, que envolva também a sociedade. “O advogado violado perde a cidadania porque o advogado acaba tolhido de sua liberdade de ação para defender o cidadão”, justifica Henri Clay.

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