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Demanda por ERPs jurídicos deve crescer 20%, em 2006

Da Redação

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Atualizado em 26 de abril de 2006 08:11


Demanda por ERPs jurídicos deve crescer 20%, em 2006


BCS Informática e Associados aponta novas exigências do mercado, substituição da tecnologia estrangeira pela nacional e a ampliação do uso de TI pelo Poder Judiciário como fatores responsáveis pelo impulso.


A demanda por ERPs Jurídicos deve crescer 20%, em 2006. A informação é da BCS Informática e Associados, especializada em soluções para escritórios de advocacia e criadora do primeiro sistema de gestão (ERP) para a área jurídica do Brasil, o SISJURI, utilizado por mais de 5.000 usuários em todo o país. Segundo Rubens Manino, presidente e sócio-fundador da BCS Informática e Associados, os principais fatores que vão impulsionar o setor são o acirramento da concorrência e a necessidade de atualização constante frente às exigências do mercado como agilidade, automação de processos e rotinas, redução de custos e otimização.


“Em 2006, a corrida tecnológica das advocacias deve ter um dos picos mais fortes dos últimos anos, tanto em virtude da necessidade de integração e conectividade, geradas pela dispersão geográfica de filiais e parceiros como pelo crescimento da informatização dos Fóruns e cartórios”, avalia. Vale destacar que a oferta de formatos adequados a bancas de direito de pequeno porte, como o BCSFlex, também ajudam no aquecimento do setor e na composição das projeções.


Por outro lado, a informatização das bancas de direito já é uma realidade. A própria BCS Informática e Associados, que detém cerca de 50% deste mercado, incluindo ERPs, serviços e GED, vem registrando uma curva ascendente na demanda pelo SISJURI. Para se ter uma idéia, nos últimos cinco anos, a empresa tem crescido a uma taxa de cerca de 20% ao ano e o comportamento dos clientes, via de regra, são no sentido de incluir novos módulos e funções.


Segundo Manino, os sistemas de gestão administrativa e financeira tem sido muito procurado pelas advocacias e, embora a maioria das advocacias tenha algum tipo de sistema de gestão, a tendência é que o mercado continue substituindo soluções caseiras e estrangeiras por soluções nacionais mais completas, que ofereçam integração, acessibilidade e segurança. “As suítes importadas não atendem a demandas específicas dos causídicos brasileiros; a implantação é mais demorada e custosa e não há módulos tributários compatíveis com a dinâmica do nosso fisco”, explica Manino. Além disso, a tecnologia nacional vem sendo aperfeiçoada pelos melhores especialistas e engenheiros do setor e, ao contrário dos softwares importados, oferece suporte ágil e customização rápida, fatores que são extremamente atrativos.


Além dos sistemas de gestão que automatizam os processos e rotinas administrativas e financeiras das bancas de direito, Manino explica que a tecnologia de segurança tem sido um item que absorve muito dos esforços de TI. “No próximo ano, a criptografia e a certificação digital devem ser adotadas por boa parte dos escritórios”, estima. Em sua avaliação, quase a totalidade dos escritórios contam com algum tipo de proteção anti-vírus e as próximas tecnologias a serem adotadas serão a criptografia e a certificação digital .
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