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400 mil advogados de SP responderão ao 1º censo da advocacia

O objetivo é o aprimoramento, ampliação, setorização e individualização dos serviços prestados à Advocacia inscrita na Secional paulista.

Da Redação

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Atualizado às 15:54

 (Imagem: Unsplash)

(Imagem: Unsplash)

Quantos advogados e advogadas negros existem no Estado de São Paulo? Como a advocacia está espalhada nas áreas de atuação pelo Estado? Estas e outras perguntas relacionadas à advocacia paulista em breve serão respondidas com a conclusão do 1º Censo da Advocacia Paulista elaborado pela na maior seccional da OAB do Brasil.

Em aproximadamente 4 minutos, os 400 mil advogados inscritos em São Paulo responderão perguntas para traçar o perfil da advocacia do Estado, tais como: autodeclaração de cor, raça e/ou etnia; informações sobre o exercício corrente da advocacia ou de outras atividades ou profissionais; orientação sexual, religião e utilização ou não de redes sociais. Estas últimas perguntas (orientação sexual, religião e utilização de redes sociais) são optativas e anônimas, "respeitando a total privacidade do respondente", segundo a Ordem. 

  • Veja a íntegra da resolução 7/20, que trata da implementação e regulação da realização de censos pela OAB/SP.

Raquel Elita Alves Preto, diretora-tesoureira da OAB/SP, explicou que o censo não é uma pesquisa de mercado ou de opinião, mas de reconhecimento de perfil/identidade na formação de grupos relacionados à Advocacia.

Ao Migalhas, a diretora comentou quais os desafios de se fazer o censo pioneiro do Estado. O primeiro deles, segundo a diretora, é o aspecto quantitativo.

Muitos planos

Mapeando o perfil da advocacia paulista, é possível adotar medidas mais assertivas em favor da classe. Segundo a diretora Raquel Preto, após a compilação e análise dos dados, será possível implementar serviços específicos, como por exemplo:

  • Fazer planos para advogados que têm algum tipo de deficiência;
  • Criar políticas específicas para advocacia que exerce sua parentalidade de forma solitária;
  • Criar espaços kids;
  • Apoiar a advocacia negra;
  • Ofertar cursos em função da geolocalização dos advogados;
  • Apoio à advocacia que depende dos serviços de assistência judiciária.

"É quase infindável", disse a diretora sobre a quantidade de ações que se pode fazer a partir dos dados que se obterão.

LGPD

Com a grande quantidade de dados que a OAB/SP obterá a partir do censo, um questionamento que surge é como ficará o tratamento de dados. Segundo a Ordem, o acesso para manutenção, tratamento e anonimização dos dados do Censo da Advocacia Paulista será efetivado pelo Gerente do Departamento de Tecnologia da Informação e Transformação Digital, subordinado à Tesouraria.

Os dados pessoais coletados, inclusive os dados pessoais sensíveis, serão utilizados direta e exclusivamente pela OAB/SP. A diretora Raquel Preto explica como funcionará o tratamento destes dados:

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