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Qual o salário de um advogado? Confira o piso para o ano de 2024

Dentre os Estados que têm lei estabelecendo piso salarial, Roraima é o que paga o maior valor; já o Mato Grosso do Sul é o que paga o menor valor aos advogados.

Da Redação

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Atualizado em 20 de janeiro de 2024 09:47

Os honorários não são a única forma de "remuneração" dos advogados. Aqueles que são contratados recebem um salário que varia conforme o piso estabelecido pelos Estados, via lei, ou por sugestão das OABs e/ou sindicatos.

Atualmente, 10 Estados e o DF possuem leis que regulamentam o piso da classe, o qual é atualizado, anualmente, pelo valor acumulado do INPC.

Os outros 16 Estados ainda não contam com legislação específica. 

 (Imagem: Arte Migalhas)

Piso salarial da advocacia é variável entre Estados brasileiros.(Imagem: Arte Migalhas)

Piso estabelecido por lei

O Estado que tem o valor de piso mais baixo é o Mato Grosso do Sul. Para 4 horas diárias (20 horas semanais), o piso, em 2024, é de R$ 1.829,86.

Já o Estado de Roraima possui o piso mais elevado, pagando R$ 4.236,00 ao causídico que trabalha 20 horas semanais.

A maioria das leis prevê a atualização anual dos valores pelo INPC acumulado, mas Roraima estabelece a atualização conforme o valor do salário-mínimo (atualmente, de R$ 1.412). Para advogados que trabalham 20 horas semanais, o piso é de três salários-mínimos; para aqueles que trabalham 40 horas semanais, seis salários-mínimos.

A média do piso entre os 11 Estados e o DF é de R$ 2.593,69 para quem trabalha 20 horas semanais e R$ 4.596,63 para quem trabalha 40 horas semanais.

Confira a apuração feita pelo Migalhas:

Piso sugerido

São 16 os Estados que não possuem piso salarial da advocacia definido em lei.

A maioria não atualizou os valores para o corrente ano. Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná preveem atualização nos valores até o final de janeiro.

Santa Catarina, por sua vez, possui convenção coletiva que valerá até abril deste ano. 

Bahia e Amazonas não têm piso sugerido e Paraíba, Amapá e Rio Grande do Sul não responderam até a conclusão da reportagem.

Veja a tabela:

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