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"Slogan"

Entenda expressão “In Fux We Trust”, que viralizou durante voto no STF

Frase foi dita pelo ex-juiz Sergio Moro durante a Lava Jato, em conversa com o ex-procurador Deltan Dallagnol.

Da Redação

quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Atualizado em 11 de setembro de 2025 08:00

Durante o julgamento da trama golpista no STF, voltou a circular nas redes sociais a frase “In Fux We Trust”. O slogan tem sido usado principalmente por apoiadores de Jair Bolsonaro, que veem no ministro Luiz Fux a chance de um voto mais brando. Críticos do ex-presidente também usam a frase, mas de maneira irônica.

 (Imagem: Reprodução/Arte Migalhas)

Frase da época da Lava Jato, "In Fux We Trust" viralizou durante julgamento do ministro no STF.(Imagem: Reprodução/Arte Migalhas)

A expressão ganhou notoriedade durante a Operação Lava Jato, a partir de mensagens trocadas no Telegram entre o então juiz Sergio Moro e o ex-procurador Deltan Dallagnol. Em 2016, Dallagnol relatou a Moro que conversara com Fux, que teria se mostrado favorável à força-tarefa. Moro respondeu: “Excelente. In Fux We Trust”. O diálogo foi revelado pelo site The Intercept em 2019.

 (Imagem: Reprodução)

Em 2016, vazou mensagem de Moro para Dallagnol dizendo: "In Fux We Trust".(Imagem: Reprodução)

A frase é uma referência direta à expressão “In God We Trust”, lema dos Estados Unidos, estampado nas moedas e cédulas do país desde o século XIX.

O resgate da frase na internet coincidiu com o início do voto de Fux no julgamento. Antes mesmo de concluir sua posição, o ministro sinalizou que acolheria as preliminares das defesas, ao menos em parte, e sinalizado pela absolvição em pelo menos alguns pontos da denúncia.

Nesta quarta-feira, 10, o próprio Dallagnol voltou a publicar a frase nas redes sociais.

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Voto do ministro

Ao analisar as questões preliminares, Luiz Fux afirmou não reconhecer a competência do STF para julgar o caso, defendendo que Bolsonaro e seus aliados deveriam responder à ação no 1º grau de jurisdição.

Ainda assim, ponderou que, caso a Corte mantivesse a competência, o julgamento deveria ocorrer no plenário, e não em uma das turmas. Para ele, submeter o caso a um colegiado de cinco ministros equivaleria a “silenciar” as demais vozes da Corte.

Fux também absolveu o grupo do crime de organização criminosa.

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