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40 anos de prisão

TJ/SP mantém padrasto preso por morte de menor com 166 doses de insulina

Colegiado considerou regular o julgamento do Tribunal do Júri e negou absolvição.

Da Redação

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Atualizado às 10:04

O TJ/SP manteve a condenação de Guilherme Longo a 40 anos de prisão pela morte do enteado Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, em Ribeirão Preto/SP, após a aplicação de 166 doses de insulina na criança. Em decisão unânime, o colegiado rejeitou recurso da defesa e considerou regular o julgamento realizado pelo Tribunal do Júri, afastando a alegação de falhas técnicas capazes de anular a condenação. As informações são do g1.

O crime ocorreu em 2013, mas Guilherme Longo só foi julgado em outubro de 2023, dez anos após os fatos. No recurso analisado pelo TJ/SP, a defesa sustentou ausência de provas suficientes para a condenação e pediu a absolvição ou, de forma subsidiária, a redução da pena.

Segundo o portal, ao analisar o pedido, o tribunal concluiu que o júri popular decidiu com base no conjunto probatório apresentado e, por isso, manteve integralmente a condenação. Com a nova decisão, a defesa informou que pretende recorrer a instâncias superiores para tentar reduzir a pena.

 (Imagem: Reprodução EPTV/Redes sociais)

TJ/SP mantém pena de 40 anos a padrasto por morte de menino com 166 doses de insulina em Ribeirão Preto/SP.(Imagem: Reprodução EPTV/Redes sociais)

O caso

Joaquim desapareceu em novembro de 2013, em Ribeirão Preto/SP. O corpo foi encontrado no dia 10 de novembro daquele ano no rio Pardo, em Barretos/SP, por um proprietário rural. A necropsia apontou que a criança já estava morta antes de ser lançada no rio. No mesmo dia, Natália Ponte, mãe do menino, e Guilherme Longo foram presos temporariamente.

Em setembro de 2016, Guilherme Longo fugiu de Ribeirão Preto/SP, onde aguardava o julgamento em liberdade. Ele foi localizado e preso em abril de 2017 por agentes da Interpol, em Barcelona, na Espanha, após investigação do programa Fantástico, da TV Globo, revelar seu paradeiro.

Em janeiro de 2018, Longo foi extraditado da Espanha para o Brasil. Em outubro de 2023, foi julgado e condenado pelo Tribunal do Júri a 40 anos de prisão em regime fechado. Natália Ponte foi absolvida.

O processo tramita sob segredo de Justiça.

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