Fagundes acumula ações por barrar atrasados no teatro; juíza está entre autores
Ator relatou nova ação movida por magistrada e citou brincadeira sobre criação da “lei Antônio Fagundes”.
Da Redação
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Atualizado às 14:41
Conhecido por acumular trabalhos na televisão, no teatro e no cinema, o ator Antônio Fagundes também tem acumulado processos judiciais nos últimos anos. O motivo?
A pontualidade exigida dos espectadores de suas peças. O ator proíbe a entrada após o início do espetáculo e não devolve o dinheiro pago pelo ingresso.
Em entrevista à BBC News, Fagundes disse que a maioria dos juízes tem se posicionado a seu favor, mas que a batalha nunca termina. Pouco depois de receber mais uma ação judicial, o ator contou que a disputa foi movida por uma magistrada.
“Estou sendo processado agora, mais uma vez, por uma pessoa que é uma juíza, inclusive, e que me processou na comarca dela, que é uma coisa que eu acho até que não é nem legal. Ela mora em uma cidadezinha de 35 mil habitantes e ela está me processando lá.”
O ator sustentou que a regra tem como objetivo preservar quem chegou no horário.
“De qualquer forma, quando eu começo o espetáculo, eu tenho 650 pessoas sentadas na plateia. Eu não posso desrespeitar essas pessoas, deixando que dois ou três cheguem atrasados com o celular, falando alto, a luzinha do celular, depois que a cortina abre. Não podemos permitir que uma pessoa desrespeitosa atrapalhe o prazer dessas outras pessoas que chegaram na hora. E todas as pessoas concordam com isso.”
O ator também citou uma brincadeira que circula na internet sobre a criação de uma “lei Antônio Fagundes”, para que espetáculos comecem rigorosamente no horário marcado.
“Eu já ouvi falar, inclusive, numa brincadeira na internet, que eles estão querendo propor uma lei Antônio Fagundes, de que os espetáculos comecem rigorosamente no horário marcado, não sendo permitida a entrada após o seu início.”
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