Carolina de França reforça área de Direito Marítimo do Gaia Silva Gaede
A chegada da nova profissional fortalece a estratégia do escritório de ampliar sua atuação em áreas altamente especializadas.
Da Redação
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Atualizado às 13:11
O Gaia Silva Gaede Advogados anuncia a chegada da advogada Carolina de França para reforçar a área de Direito Marítimo, segmento estratégico para a economia brasileira e marcado por constantes transformações regulatórias e operacionais.
Com sólida experiência nos setores marítimo, de óleo e gás e energia, Carolina possui trajetória consolidada em temas relacionados à regulação, resposta a emergências, iniciativas de descarbonização e operações complexas envolvendo empresas nacionais e internacionais.
Ao longo da carreira, assessorou armadores, seguradoras, P&I Clubs e companhias do setor energético, oferecendo suporte jurídico especializado em questões de elevada complexidade.
Bacharel em Direito pela Universidade Federal Fluminense e em Direito Inglês pela Northumbria University, no Reino Unido, a advogada reúne ampla experiência internacional, com atuação em disputas que envolvem conflitos de jurisdição, aplicação de normas de common law e Convenções da Organização Marítima Internacional (IMO).
Além da atuação na advocacia, Carolina é membro-fundadora e Diretora Regional da WISTA Brazil no Rio de Janeiro e participa como palestrante de importantes conferências internacionais do setor, como SPE Decommissioning Symposium, International Bar Association (IBA), OTC e Rio Oil & Gas, contribuindo para o debate sobre inovação e desenvolvimento da indústria marítima e energética.
"Meu objetivo é contribuir e apoiar clientes em desafios regulatórios e operacionais cada vez mais complexos, fortalecendo uma atuação jurídica estratégica, segura e alinhada às demandas de sustentabilidade e transição energética", destaca Carolina de França.
A chegada da nova profissional fortalece a estratégia do Gaia Silva Gaede Advogados de ampliar sua atuação em áreas altamente especializadas, acompanhando as demandas de um mercado cada vez mais voltado à transição energética, à sustentabilidade e à segurança jurídica das operações marítimas.
