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Burocracia trava perspectiva de desenvolvimento, aponta Azevedo Sette

As perspectivas de atração de investimentos

Da Redação

segunda-feira, 6 de dezembro de 2004

Atualizado em 3 de dezembro de 2004 11:59

 

Perspectivas de investimentos

 

Burocracia trava perspectiva de desenvolvimento, aponta Azevedo Sette

 

As perspectivas de atração de investimentos e de ampliação dos projetos de desenvolvimento no Brasil dependem diretamente do esforço para desburocratizar a economia, tarefa urgente para estimular a vinda de novos capitais ao País. A análise é do advogado Ricardo Azevedo Sette, especialista em Direito Empresarial do escritório Azevedo Sette Advogados, e foi feita a partir de estudo recente do Banco Mundial que apontou o excesso de burocracia como um dos principais entraves ao crescimento econômico brasileiro.

 

De acordo com Ricardo Azevedo Sette, “a inércia do poder público e a forma burocrática como o "público" trata o "privado" contribuem muito para afugentar projetos de desenvolvimento e investimentos no Brasil. O que temos no Brasil é uma cultura assistencialista ainda baseada na figura do estado forte e inchado”.

 

Segundo o estudo do Banco Mundial, no relatório “Fazendo Negócios em 2005 e Removendo obstáculos para o Crescimento", abrir uma empresa no Brasil exige, em média, 17 procedimentos, 152 dias (aqui as exigências só não são mais burocráticas do que no Haiti, Congo, Moçambique e Laos) e custo de 11,7% do rendimento per capita. Ricardo Azevedo Sette lembra que o país também tem problemas em outros indicadores levantados pelo Banco Mundial que se referem à proteção de investidores e ao registro de marcas e patentes.

 

O advogado observa que as estatísticas referentes a empresas insolventes são também "absolutamente preocupantes" e ele destaca mais alguns números: “leva-se em média, segundo o relatório do Banco Mundial, dez anos para liquidar uma empresa insolvente, contra 1,7 ano em países ricos. E, de cada dólar que se tenha a receber de uma empresa quebrada, recupera-se 72,1 centavos nos países ricos, contra 0,2 centavos no Brasil”.

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