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Tribunal reconheceu assédio moral contra trabalhadora em tratamento de câncer que sentiu dores, fixando, ainda, a rescisão indireta.
Trabalhadores eram cobrados pela qualidade do trabalho e rapidez na execução.
Multinacional deverá cumprir cota de contratação de pessoas com deficiência e investir R$ 2 milhões em capacitação.
Magistrada afirmou que “além de violarem princípios e regras constitucionais de saúde de trabalho, as condições afetaram a dignidade da autora, o que é agravado pela condição de mulher”.