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Colegiado confirmou decisão monocrática do ministro Alexandre de Moraes, que se baseou na ausência de representante legal da plataforma no país.
Suspensão decorre do descumprimento de medidas judiciais pela plataforma, como a de remoção de conteúdo ilícito.
Empresas pedem para não terem de cumprir as decisões do ministro, e alegam violação da liberdade de expressão e contestam a suspensão da plataforma no Brasil.
Segundo assessoria do STF, perfil já não era utilizado desde o começo de 2024.