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Informações jurídicas de sexta-feira, 27 de junho de 2025.
Causídica comparou vagas exclusivas para magistradas a ato de resistência de Rosa Parks.
O Brasil, contudo, dispõe de um aparato capaz de evitar insubordinações desse tipo. Um dos elementos desse aparato é o diálogo institucional operado entre o STF e o CNJ.

Durante sessão plenária do STF, nesta quinta-feira, 11, o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, cumprimentou o TJ/SP, na pessoa do presidente do tribunal, Fernando Torres Garcia, por promover magistrada segundo o critério da paridade de gênero, cumprindo a resolução 525/23, do CNJ. Veja mais em: