TUDO SOBRE
A história ensina que há tragédias que se repetem não por força do destino, mas por conveniência da omissão. Recentemente, ao proferir palestra, ministro Flávio Dino retomou a velha máxima portuguesa "agora é tarde, Inês é morta" para refletir sobre os rumos da democracia e do Judiciário. A fala não foi um mero exercício poético, mas uma advertência, e um recado para que a omissão não desencadeie...
Corregedor Nacional, ministro Salomão citou cenário de racismo estrutural no país e destacou necessidade de cautela por magistrados.

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Inês Marchalek Zarpelon sentenciou réu argumentando que ele era "seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça".