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Prisões foram mantidas. Tragédia aconteceu em 2013 e deixou 242 pessoas mortas.
Ministros entenderam que nulidades apontadas pela defesa não comprometeram a imparcialidade do julgamento.
Decisão foi tomada após várias reviravoltas no caso, que já dura mais de uma década. Entre os condenados estão os ex-sócios da boate e membros da banda envolvida na tragédia.
Os ministros Antonio Saldanha e Sebastião Reis interromperam o julgamento.