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TJ/SP manteve a condenação, mas elevou a reparação por danos morais de R$ 3 mil para R$ 5 mil.
Corte considerou que causídico violou convenção de condomínio ao "estacionar" barco em vaga destinada para carros.
O profissional alegou dificuldades com a empresa responsável pelo PPP devido a pandemia, mas o TJ/SP concluiu que ele falhou ao não realizar o requerimento de aposentadoria.
Tribunal reconheceu falha na prestação do serviço e elevou o valor dos danos morais para R$ 8 mil.