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Durante o julgamento na 4ª turma do STJ, o ministro João Otávio de Noronha fez uma brincadeira com o advogado Miguel Cançado, que pediu mais tempo para sua sustentação oral. Ao alegar a necessidade de paridade de armas, já que os recorrentes teriam 30 minutos, Noronha respondeu de forma bem-humorada, dizendo que, se a sustentação fosse boa, o tempo seria prorrogado. Inscreva-se no nosso canal:

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Para discutir o "Processo decisório no Congresso Nacional" Migalhas realiza webinar com Luiz Fernando Bandeira de Mello, Murillo de Aragão e Miguel Matos.