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Informações jurídicas de quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025.
Apesar das contestações sobre a saúde da testadora e formalidades, colegiado destacou que não havia provas suficientes para invalidar a vontade expressa no testamento.
Ministro fez o comentário ao advogado Miguel Cançado, que solicitou mais tempo alegando a necessidade de paridade de armas.

Durante o julgamento na 4ª turma do STJ, o ministro João Otávio de Noronha fez uma brincadeira com o advogado Miguel Cançado, que pediu mais tempo para sua sustentação oral. Ao alegar a necessidade de paridade de armas, já que os recorrentes teriam 30 minutos, Noronha respondeu de forma bem-humorada, dizendo que, se a sustentação fosse boa, o tempo seria prorrogado. Inscreva-se no nosso canal: