TUDO SOBRE

Em decisão monocrática, ministro Rogerio Schietti reconheceu excesso de prazo, configurando constrangimento ilegal ao investigado.
O relator, ministro Reynaldo Soares da Fonseca propôs tese de que provas colhidas durante inquérito e testemunho indireto não são suficientes para levar o acusado ao julgamento do Júri.
Nomeação preencherá vaga deixada pela ministra Laurita Vaz, aposentada em 2023.
A coluna trata da efetividade da valoração da prova no processo judicial, ou seja, da dificuldade de fazer com que as exigências teóricas de racionalidade, transparência e fundamentação das decisões probatórias se concretizem na prática forense.